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“II Workshop de Ciência dos Materiais Aplicados à Joalheria”

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O “II Workshop de Ciências dos Materiais Aplicados à Joalheria” a ser realizado nos dias 20 e 21 de novembro de 2018, tem como propósito divulgar o conhecimento entre pesquisadores e profissionais que trabalham na área de pesquisa e inovação de materiais no Brasil aplicados ao setor de gemas, joias e afins, para estimular pesquisas nessa área no estado do Espírito Santo, bem como divulgar a ciência para a sociedade com o intuito de reduzir a desigualdade e minimizar os impactos gerados pelo setor.

A comissão organizadora deste evento entende que esta é uma área em crescimento e desenvolvimento, e o estado do Espírito Santo possui recursos para se tornar referência no setor joalheiro brasileiro.

Espera-se que o “II Workshop de Ciência dos Materiais Aplicados à Joalheria”, possa estreitar as relações de pesquisadores, discentes e pessoas que atuam no setor de gemas, joias e afins no ES com pesquisadores de outros estados. Bem como estimular a pesquisa para impulsionar o setor no ES. Além de divulgar o curso de Gemologia para toda sociedade; desenvolver a cadeia produtiva de gemas, joias e afins; divulgar a ciência para a sociedade com o intuito de reduzir a desigualdade e minimizar os impactos gerados pelo setor.

Local do evento: Auditório Manoel Vereza de Oliveira – Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas – Universidade Federal do Espírito Santo – Campus Goiabeiras

As inscrições são gratuitas.

Para inscrições no evento, acessem o link: https://workshopgemologia.wixsite.com/iiworkshop/inscricao

Para inscrições nas oficinas, acessem o link : https://workshopgemologia.wixsite.com/iiworkshop/oficinas

Para submissão de resumos, acessem o link: https://workshopgemologia.wixsite.com/iiworkshop/resumos

O envio de resumos foi prorrogado até o dia 05/11/2018.

A programação completa do evento está no site, bem como, o título e resumo das palestras e oficinas:

Empoderamento e cooperativismo na pecuária leiteira

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Autora Ingrid Almeida

No Sul do Espírito Santo o protagonismo da mulher na pecuária leiteira é construído por meio da assistência do Núcleo feminino da Selita que promove a interação social entre as mulheres e a qualificação profissional delas.

 

 

 

Começa a 13ª semana de comunicação na Estácio Vitória

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Fake News gera debates na semana de comunicação da Estácio

Começa nesta terça feira, 16, a 13ª semana de comunicação no campus da universidade Estácio Vitória, às 19 horas, estão previstas oficinas, palestras e sorteios de brindes.  Os debates serão ministradas por grandes nomes da imprensa e publicitários capixabas. Estão em destaque os temas como o assunto campeã em hashtag “The fake news” com o jornalista da rede gazeta e coordenador do projeto comprova Vinicius Valfré, técnicas de cobertura de evento com o fotografo e professor Vitor Jubini e “A evolução da comunicação no rádio”  apresentado pelo radialista Fábio Gomes.

Na abertura e no encerramento serão contabilizadas 5 horas AAC cada evento e nas oficinas serão incluídas 10 horas AAC na grade curricular do aluno, para garantir suas horas, os estudantes deverão assinar a lista de presença que será disponibilizada no final do evento.

Confira abaixo a programação a integra:

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DE COMUNICAÇÃO

Dia 16/10/2018 – terça-feira – auditório da faculdade

  1. Solenidade de Abertura – Debate sobre Fake News

Palestrante: Vinicius Valfré, jornalista da Rede Gazeta e coordenador do Projeto Comprova

Debatedores – Marlon Max e Brena Souza da Silva, estudantes da Estácio Vitória

  1. Oficina de Fotojornalismo – Técnicas de Cobertura de Evento – com o professor Vitor Jubini

Dia 17/10/2018 – quarta-feira – Oficinas

  1. Oficina de Jornalismo – “A difusão de estereótipos no imaginário popular a partir do Jornalismo” – com a jornalista Michelli Possmozer – Local: sala 301
  2. Oficina de Jornalismo – “Checagem das colaborações” – com o chefe de Redação da TV Gazeta Bruno Dalvi – Local: sala 302
  3. Oficina de Fotografia 360° – com o repórter fotográfico Edson Chagas – Local: laboratório de Fotografia
  4. Oficina “A evolução da comunicação no rádio” – com o radialista Fábio Gomes – Local: laboratório de rádio
  5. Oficina de Criação Publicitária – com Elisa Quadros, da Ampla Comunicação – Local: sala 303
  6. Oficina de Startup – com Lucas Aragão, especialista em inovação e empreendedorismo – Local: sala 308

Dia 18/10/2018 – quinta-feira – auditório da faculdade

  1. Solenidade de Encerramento – Debate sobre Fake News

Palestrante – José Antonio Martinuzzo, jornalista e professor da Ufes

Debatedores – Abner Dutra Pinheiro e Rafael Policarpo, estudantes da Estácio Vitória

  1. Oficina de fotografia no laboratório – com o professor Vitor Jubini
  2. Sorteio de brindes

PALESTRANTES 

 

 

ABERTURA

 

Laboratórios de comunicação de cara nova

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Foram investidos R 170 mil em equipamentos que vão contribuir para a formação dos alunos de Jornalismo e PP

Na última semana foram entregues os equipamentos para os laboratórios do curso de Comunicação Social da Estácio Vitória. Ao todo foram adquiridos 50 novos itens que vão servir para intensificar e dar ainda mais qualidade a formação técnica e acadêmica dos alunos de jornalismo e publicidade. São novas câmeras, lentes, equipamentos de áudio, teleprompter, gravadores, dentre outros que foram entregues formalmente aos universitários.

Para a gerente acadêmica Marisa Rocha Lopes o investimento em equipamentos vai ao encontro da missão da Estácio que é de trabalhar em prol da formação acadêmica de seus universitários. “Não só acadêmica, mas também preparamos nossos alunos para o mercado de trabalho. Por isso, eles precisam praticar no que tem de melhor”, destacou Marisa.

Já para o coordenador dos cursos de PP e Jornalismo José Carlos Corrêa, a aquisição dos equipamentos é uma conquista dos cursos e da instituição. “Os novos equipamentos serão muito úteis ao processo de ensino-aprendizagem, beneficiando alunos e professores. Eles agregam muito valor aos nossos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda. São conquistas dos alunos e professores que merecem ser comemoradas. Fiquei muito feliz quando vi os olhos dos alunos brilharem e os sorrisos de satisfação dos professores por ocasião da entrega dos novos equipamentos”, destaca o coordenador.

O coordenador do laboratório de audiovisual, o professor Filipe Chicarino, ressalta que a escolha dos materiais atendeu critérios técnicos. “Junto com o Felipe Almeida, que nosso técnico dos laboratórios, escolhemos o que tem de melhor no mercado. Agora, nossos materiais, não perdem para o que têm sido usados pelas empresas de comunicação”, explicou.

Os equipamentos estão à disposição dos estudantes de jornalismo e publicidade. O uso deverá ser feito com agendamento prévio com o técnico Felipe de segunda-feira a sexta-feira das 16h às 22h.

Mudar para transformar

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Uso consciente do plástico foi tema de semana de sustentabilidade na Estácio Vitória

Um sábado de praia diferente. Ao invés de sunga, biquíni e caixa de isopor… luvas, sacos de lixo e rastelo. Uma ação de sustentabilidade que provocou a reflexão para um tema delicado e urgente: o uso consciente do plástico. A ação fez parte do compromisso da Estácio com a responsabilidade ambiental e foi promovida em parceria com o Instituto Goiamum, uma organização não governamental (ONG) que fica no bairro Balneário de Carapebus na Serra e que atua, com foco principal, no desenvolvimento sustentável.

O local escolhido para a ação foi a Praia de Camburi, que fica próxima ao campus da Estácio Vitória. Os alunos dos cursos de educação física, pedagogia e administração ajudaram a recolher diferentes tipos de lixo, inclusive o plástico, que estavam na areia da praia. Além disso, foram feitas abordagens com banhistas com o objetivo de conscientizá-los para os riscos oferecidos pelo plástico para com o meio ambiente.

Tanto que um estudo feito desde 2012 pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), em parceria com o Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida), uma associação que reúne entidades e empresas do setor apontou dados alarmantes: mais de 95% do lixo encontrado nas praias brasileiras é composto por itens feitos de plástico, como garrafas, copos descartáveis, canudos, cotonetes, embalagens de sorvete e redes de pesca.

Além desta iniciativa, voluntários do Instituto Goiamum ofertaram uma palestra para os alunos da Estácio. A bióloga e voluntária do Instituto Grazieli Pirovani comentou que o cuidado com o descarte correto do lixo é uma responsabilidade coletiva. “A questão do lixo é de responsabilidade de todos nós. Não podemos esperar apenas que os governos façam alguma coisa. Cada um precisa estar imbuído desta responsabilidade e entender que, um meio ambiente saudável, é um compromisso que cada um de nós tem de abraçar”, destacou.

A ideia é continuar a provocar no ambiente acadêmico o uso consciente do plástico, como explica a coordenadora do núcleo de acessibilidade e inclusão da Estácio Vitória, Teresa Maté. “A ação de sustentabilidade serve para que possamos tratar do tema no ambiente universitário. Porém, aqui no campus de Vitória, a gente quer um pouco mais. Pretendemos continuar a conscientizar alunos, funcionários, professores e diferentes públicos para que a redução do plástico aconteça de forma efetiva e permanente”.

Durante a semana de sustentabilidade foi lançado um desafio aos estudantes. Eles terão de apresentar ideias e projetos viáveis que possam impactar, socialmente, o uso do plástico dentro e fora da instituição.

Fernanda Takai enaltece a obra dos Beatles e a presença feminina no projeto “Sócio de Carteirinha”

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Por Renatto Manga

DEU SHOW

Única presença feminina na programação do projeto “Sócio de carteirinha”, Fernanda Takai desembarcou no Estado, apenas para a apresentar-se com a Banda Big Beatles neste evento que já é realizado há 10 anos ininterruptos

Fotos: Matheus Soares

Fernanda Takai, única convidada mulher da edição, no palco do Projeto “Sócio de Carteirinha” do Clube Big Beatles

 A cada ano o Projeto Sócio de Carteirinha se consolida no gosto dos capixabas. A temporada Ano 10 tem chamado a atenção pela lotação do Teatro Universitário (UFES), a cada mês. Na noite do último dia 20 de setembro, o quinteto capixaba recebeu Fernanda Takai – vocalista da banda mineira Pato Fu, e o público surpreendeu mais uma vez, lotando os setores A e B, inclusive o mezanino.

Antes de convidar Takai ao palco, o Clube Big Beatles como tradicionalmente, iniciou a noite cantando. Foram exatamente 13 canções, dentre elas “Strawberry Fields Forever”, na voz de Juninho Curcio, que brilhantemente interpretou a canção composta por John Lennon lançada em fevereiro de 1967. Já Márcio Yguer, caçula da turma, dentre as canções que solou, “Two of Us” ganhou os olhares arrebatadores da plateia.

Edu Henning não deixou passar o pedido de uma criança oriunda da plateia, que não hesitou em solicitar “Yellow Submarine“, canção que não estava na show-list da noite, porém foi imediatamente atendida, deixando o pequeno Álvaro, de apenas 5 anos em estado de êxtase juntamente com a plateia que demonstrou que a canção deveria ser sempre certa nas noites do Club.

Foto:Matheus Soares

O quinteto capixaba do Clube Big Beatles no palco do Teatro da UFES, na abertura de mais uma etapa do projeto

 

O grupo que faz enorme sucesso no Festival dos Beatles (International Beatle Week) que acontece anualmente na cidade de Liverpool, na Inglaterra, tanto que estão incluídos no Hall da Fama do International Beatle Week, fecharam o primeiro ato da noite com “I Saw Her Standing There”.  

Devidamente apresentada, Fernanda Takai ganhou o palco, cumprimentou o público e realizou a seguinte observação: “Em meio a toda essa galera convidada, senti falta de mais mulheres, só há eu!“, logo Edu Henning respondeu: “Você especialmente representando todas elas. Vamos providenciar um ano só com vocês, mulheres“.

Ao discursar sobre sua paixão e influência dos Beatles na sua arte, Takai não escondeu sua preferência pela obra de Paul McCartney, que refletiu na show-list da convidada. “My Love”, “Take It Away” e “The Long And Winding Road” (vídeo abaixo) estiveram no repertório que contou com 8 canções.“Ticket to Ride”, composição de John Lennon e “My Sweet Lord” do guitarrista George Harrison também ganharam destaque na voz Fernanda Takai.

O Sr. João Marcos (66) acompanha o Clube Big Beatles há anos, e não deixou de comparecer ao novo encontro dos capixabas com a amapaense, com coração declarado mineiro, Fernanda Takai. Questionado pela Rede Interferência a respeito da participação de Takai na temporada, João declarou: “Um espetáculo! Trata-se de uma cantora com uma sensibilidade enorme. Uma artista que representa com autoridade o canto brasileiro e cantou com maestria a música universal, que é a música dos Beatles. Fiquei extremamente feliz com a noite de hoje“.

Fernanda Takai, em 2014, integrou o time de convidados da temporada Ano 6 do Projeto Sócio de Carteirinha. Agora, nesta temporada que, de certa forma homenageia as participações mais célebres do evento, Takai volta a cantar Beatles em meia a sua nova turnê com a Banda Pato Fu: “Música de Brinquedo 2“.

Foto:Matheus Soares

Fernanda Takai e o acadêmico Renatto Manga, após a apresentação da amapaense no Projeto “Sócio de Carteirinha”

No término da apresentação, no Teatro da UFES, Fernanda Takai discorreu com a Rede Interferência, fazendo um paralelo da apresentação de 2014 com a de 2018: “O projeto Sócio de Carteirinha só cresceu, com a Banda Big Beatles se apresentando no mundo inteiro. Eu fico muito feliz em estar na seleção dos artistas brasileiros cantando com os meninos e espero ainda mais oportunidades em cantar Beatles com eles que, acompanho através das redes sociais. O Menescal, que participou recentemente do projeto, que está comigo em turnê paralela – a “Música de Brinquedo 2”, compartilhou comigo do crescimento do projeto e o quanto curtiu em voltar a tocar aqui“, disse.

Cooperativa fez força-tarefa durante a greve dos caminheiros

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De Matheus Zardini

21 de maio de 2018. É manhã. O avicultor Civaldo Schultz fez algo que é de costume – ligar a televisão para ver o noticiário. De repente, ele soube que tinha começado a primeira paralisação dos caminhoneiros do país e que prejudicaria a entrega de cerca de 9 mil ovos que são produzidos diariamente na granja dele. Nas primeiras horas após o início da paralisação, Civaldo, que mora em Santa Maria de Jetibá, na região Serrana do Estado, não tinha noção de como a greve que durara 10 dias afetaria outros 152 produtores que trabalham com avicultura.

Foto: Matheus Zardini

Não foi só este setor da economia que foi afetado, mas foi o que mais saiu prejudicado. O Espirito Santo, assim como todo o país, viveu uma greve que parecia não ter fim. Sem os caminhões circulando, o Estado, que é o quarto maior produtor de ovos do país, se viu diante de um problema que poderia comprometer a produção. Nos dias de paralisação, o que se viu foi um desabastecimento nas granjas do Espírito Santo. No interior, pequenos produtores tiveram que sacrificar animais. Sem condições de escoar a produção, faltou espaço para armazenar ovos. Para superar esse momento, a união fez a força e as cooperativas desempenharam um papel crucial para que a situação não se agravasse.

Por mais que durante este período a situação fosse preocupante, Civaldo pôde respirar aliviado. No mesmo dia o produtor recebeu uma ligação da Cooperativa Agropecuária Cento Serrana (Coopeavi) alertando sobre os procedimentos que deveriam ser adotados já nos próximos dias para evitar que faltassem alimentos para os animais. “No momento que começou a greve eles avisaram para diminuir a luz e alimentar as galinhas duas vezes por dia, para que elas consumissem menos ração”, disse.

Neste período, Civaldo que é acostumado a receber 8 toneladas de ração por semana, recebeu 4. Ele conseguiu alimentar todas as galinhas com a quantidade de ração que foi disponível. Desta maneira foi possível mantê-las saudáveis sem prejudicar a produção dos ovos.

Para saber se a quantidade de ração que foi entregue pela cooperativa estava  adequada e se as mudanças na iluminação estavam dando certo, a Coopeavi manteve contato constante com Civaldo e com outros 74 produtores associados. Dessa forma, os cooperados estavam sendo supervisionados e cientes de qualquer intervenção que poderia ser feita para manter a produção.

Quando chegou o fim da greve, o Civaldo que tem 10 mil aves e produz cerca de 25 caixas de ovos por dia, conseguiu manter a produção sem prejuízos. Ele contou que a cooperativa seguia a risca o que prometeu, não tendo perdas, nem problemas para alimentar os animais ou para passar os ovos para a cooperativa. “Sou associado há 10 anos, fiquei muito feliz com o compromisso que a Coopeavi teve com a gente, ela deu um show!”, pontuou.

Da mesma forma que Civaldo, o avicultor Horácio Muller, de Santa Leopoldina, também ficou sabendo da greve pelos noticiários, mas não se preocupou porque a cooperativa entrou em contato falando sobre algumas ações que seriam feitas até o final da greve. “Eu honestamente não tive preocupação, pois a ração eu deixo por parte da cooperativa e associo 100% das minhas atividades a ela”, contou.

Horácio também é associado da Coopeavi há mais de 10 anos e toma conta de 9500 galinhas que produzem cerca 8550 ovos por dia. A cooperativa entrega rações duas vezes por semana, totalizando 7 toneladas e mesmo durante a paralisação, as entregas foram mantidas.

Força-tarefa

Para que esses e outros produtores não tivessem problemas tanto na captação de ração quanto na venda de ovos, foi feita uma força-tarefa pela Coopeavi. Juntaram-se as equipes de produção, gerência executiva, equipe técnica de campo e outras equipes com o mesmo objetivo, para que o associado não sentisse a crise.

A mudança no processo de fabricação de ração para as galinhas foi uma das medidas adotadas. Normalmente a cooperativa produz cerca de 6 a 7 mil toneladas de ração por mês em duas fábricas, uma fica em Baixo Guandu e outra em Santa Maria de Jetibá. Desse total, 90% são entregues para os cooperados e 10% são vendidos para os que não são associados.

Mas, durante a paralisação, a equipe do setor de rações tomou algumas medidas para evitar que os associados tivessem prejuízos. Realizou-se um deslocamento das matérias-primas, como o milho e a soja da fábrica de Baixo Guandu para Santa Maria de Jetibá. E lá, a cooperativa que trabalha com cerca de 30 tipos de rações, trabalhou com apenas uma, a Coope Postura Peak Mega que além de ser a ração que possui uma das mais baixas inclusões de Farelo de Soja, também é considerada uma ração intermediária entre as fases, que atende as demais idades de aves sem ter um impacto na produção dos ovos.

Além disso, houve um racionamento de ração para os produtores. “Promovemos o racionamento, começamos com 90%, depois para 80% e para 60% de acordo que foi postergando a greve. O racionamento estava aliado a estratégia por parte da equipe técnica de campo no controle de luminosidade da granja, para que as aves consumissem menos. Dessa forma, conseguimos segurar o impacto”, informou o gerente das fábricas de rações Coopeavi, Ederson Abelt.

Um outro fator que ajudou na fabricação da ração, foi quando o Governo Estadual conseguiu a liberação junto à Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) que permitiu que grãos que seriam exportados pelos portos do Estado fossem direcionados aos produtores. Foi um decreto que disponibilizou 6 mil toneladas de grãos de milho e 5 mil toneladas de farelo de soja.

“Ajudou muito, conseguimos ter fôlego para dois dias de produção. Estendemos de madrugada, fizemos períodos de até 24h para agilizar o processo e dessa forma não ficava caminhão parado no pátio”, contou Ederson.

Infográfico: Matheus Zardini, Gabriel Victor e Yhury Milholi

De acordo com o Secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (SEAG), Paulo Roberto Ferreira, estabeleceu-se um contato com as lideranças, principalmente do setor de avicultura para criar um trabalho junto ao governo. “A principal ação se deu quando o governador baixou o decreto. Permitindo transportar farelo de soja na região serrana, para que pudesse atender as granjas e com isso conseguimos ajudar o setor”, informou.

A liberação de insumos que o governo fez, só foi possível porque houve uma reunião entre a Coopeavi e a Associação dos Aviculturas do Estado do Espirito Santo (AVES).“Deu um volume para que conseguimos passar pela greve. Foi feito uma maneira para minimizar os impactos”, contou o presidente da associação Nelio Hand.

A união fez mesmo a diferença neste período, para pegar as rações que foram disponibilizadas pelo Governo, a cooperativa teve apoio de uma empresa de transportes que foi responsável por retirar o farejo de soja do porto, promovendo descargas em diferentes horários para que os veículos fossem descarregados sem grandes paradas agilizando o processo de retirada do produto mantendo o estoque da cooperativa. Ederson contou que a logística para entregar a ração aos produtores foi pouco impactada, sendo que a maioria dos clientes são do interior. “Pelo conhecimento que nossos motoristas possuem, foi possível usar rotas alternativas para conseguir atender a todos”, contou.

Entenda como o avicultor Solimar Berger se manteve durante a greve dos caminhoneiros:

A greve

A paralisação que ficou conhecida como greve dos caminhoneiros, teve a duração de 10 dias e aconteceu entre maio e junho deste ano. Os caminhoneiros paralisaram rodovias de todas as estradas do país, fazendo com que não passasse nenhum tipo de caminhão, a não ser aqueles que estavam transportando materiais hospitalares.

Os caminhoneiros manifestavam contra as políticas de preços da Petrobras, principalmente a variação do valor do óleo diesel. Durante este tempo, diversos setores tiveram problemas no Estado, além da falta de combustíveis, supermercados ficaram sem alimentos e o setor de avicultura – que não tinha associação com a cooperativa – foi o mais prejudicados, cerca de 100 mil pintinhos foram sacrificados por falta de alimento, produtores entregaram galinhas e ovos na frente da Assembleia Legislativa, outros vendiam as aves e os ovos por R$1. Esta atitude foi reprovada pela Aves, que considerou a prática como situação de desespero de alguns produtores.

Recuperação

Durante o período da greve, a Coopeavi trabalhou para minimizar os impactos perante a própria cooperativa, tanto nos atendimentos aos associados na recepção de ovos quanto nas logísticas de entrega das rações para que pudessem promover a alimentação em suas granjas. Dessa forma, não ocasionou nenhum prejuízo em questão do trato das aves, queda de postura e mortalidade.

De acordo com o gerente de Negócio de Avicultura da Cooperativa, Altemir Souza, a recepção de ovos continuou a mesma para que o produtor não sentisse o impacto da greve. “Recebemos a produção de ovos e remuneramos os produtores com o mesmo valor de mercado, o agricultor não teve nenhum prejuízo. Além disso, estocamos os ovos nos caminhões pronto para serem entregues quando a greve acabasse”, contou.

Assim que houve o fim da greve, a cooperativa conseguiu entregar em dois dias os ovos que estavam acumulados durante a greve. “Os carros estavam prontos para entregar os ovos que já estavam vendidos”, disse Altemir.

O único prejuízo que cooperativa teve foi em relação ao faturamento, como a cooperativa tem custos fixos e ficou neste período sem realizar as vendas. Mas a Coopeavi conseguiu realizar tudo que estava planejado, portanto não é possível calcular qual seria o prejuízo se ela não tivesse feito a força-tarefa.

Cooabriel 55 anos fortalecendo o cooperativismo capixaba

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Em 13 de setembro de 1963 com a ideia de um padre e a motivação de 38 cooperados, nascia em São Gabriel da Palha a Cooabriel a maior cooperativa de café conilon do pais. Inicialmente foi criada naquela época para atender pequenos agricultores, a maioria alemães poloneses e italianos, que tinham dificuldades até mesmo em realizar pequenas compras. Depois de alguns anos a cooperativa passou a prestar serviço de comercialização, beneficiamento e armazenagem do café, mas como toda cooperativa recém criada, enfrentou muitas dificuldades, que foram enfrentadas e superadas e hoje a cooperativa conta com mais de 5000 mil associados, e se tornou uma peca importante no cooperativismo capixaba, trazendo ganhos positivos para região, estado e produtores .

XXV Festival de Inverno de Domingos Martins inova e lança concurso cultural

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Por Renatto Manga

Tudo novo

O concurso “Palco Livre” ganha sua primeira edição no maior festival de inverno do Estado. A Unnamed Band levou o título e além da premiação em dinheiro ganhou a oportunidade na programação oficial com direito a música autoral

FOTO: renattomanga.com

Unnamed no Palco Coreto do Festival de Inverno de Domingos Martins: apresentação fruto do “Concurso Palco Livre”

 

Com um extenso número de votos registrados e apurados pelo site oficial do evento, a banda ganhou de forma popular a oportunidade de integrar a programação oficial do XXV Festival de Inverno de Domingos Martins.

A nascente banda, além de passear pelo Pop, MPB e Black Music, presenteou o público com a primeira música de trabalho: “Eu te descobri“. A canção foi escrita especialmente para a vocalista da Unnamed, Malu Barbosa, pelo Digital Influencer e compositor capixaba, Ald Júnior.

Momentos especiais nortearam a apresentação: na canção “Oceano” (Djavan), Malu (vocal) não conteve a emoção e o público, a par do repertório, a uma só voz ecoou o clássico na praça da cidade. Já o típico sino da igreja, de forma inesperada, “anunciou” o single autoral da banda.

Por fim, Malu Barbosa, em nome da Unnamed Band agradeceu a Secretária de Cultura e Turismo de Domingos Martins, Rejane Entringer e sua equipe pela criatividade e cuidado na criação da programação dos 25 anos do Festival de Inverno de Domingos Martins.

O festival chegou ao fim, a banda segue a caminhar e, quem sabe, os palcos do maior evento de inverno recebam novamente quem ele inspirou, incentivou e projetou para um dos públicos mais seletos do Estado.

 

A BANDA

FOTO: Elani Passos Denicoli

Unnamed Band: Samuel Nascimento, Leonardo Cavalcante, Malu Barbosa, Fernando Martiins e Vinnícius Tosta

A paixão pela música e a vontade de inovar foi o que impulsionou cinco músicos a se reunirem para formar uma banda que traz na bagagem um repertório eclético, transitando entre as principais vertentes do Pop e MPB com muita melanina na melhor pegada da Black Music.

Assim nasceu a Unnamed Band que conta com o talento de Fernando Martiins (Guitarra), Samuel Nascimento (Bateria), Leonardo Cavalcante (Baixo), Malu Barbosa (Vocal), juntamente com Vinnícius Tosta que, além de tecladista, assina os arranjos e produção musical da banda.

CONFIRA A GALERIA DE FOTOS 

Jornalismo profissional tem a oportunidade de desbancar as fake news

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 José Antonio Martinuzzo, doutor em comunicação, revelou que o jornalismo profissional está tendo uma nova oportunidade de prestar um grande serviço à sociedade, tal como aconteceu quando, no final do século XIX, “surgiu como uma conquista civilizatória da humanidade”: a de separar “o joio do trigo” e contrapor a informação bem apurada às fake news (notícias falsas) divulgadas nas redes sociais. Para ele, a forma mais eficaz de combater as fake news é fazer com que as pessoas “deixem de agir por impulso e de compartilhar informações sem checar a sua veracidade”. Para saber se a informação é verídica, as pessoas devem recorrer ao jornalismo profissional que, através da apuração bem feita, garante credibilidade à notícia que divulga.

Martinuzzo fez tais considerações durante o Talk Show CBN Vitória que debateu, no último dia 20, no auditório da rede Gazeta, as fake news, tema que tem motivado uma grande polêmica em razão da proximidade das eleições. Participaram do debate o jornalista Ricardo Gandour, diretor de jornalismo da Rede CBN, Sérgio Denícoli, doutor na área de investigação digital e novas mídias, José Antonio Martinuzzo, doutor em comunicação e pós-doutor em mídia e cotidiano e Gilberto Sudré, comentarista de tecnologia da CBN Vitória. O debate foi mediado pela jornalista Fernanda Queiroz, âncora da Rádio CBN Vitória. O evento contou com a presença de um grupo de alunos dos cursos de Jornalismo da Estácio Vitória.

Os debatedores revelaram que tramitam no Congresso Nacional 14 projetos prevendo punições para a divulgação e compartilhamento de fake news. O Tribunal Superior Eleitoral tem dedicado grande atenção ao tema já que pretende fiscalizar a publicação de fake news que tentam influenciar o voto dos eleitores. Um dos debatedores revelou que coordenou pesquisa que constatou que 17% de postagens nas redes sociais tentam influenciar o voto do eleitor e grande parte dessas mensagens é postada por robôs. Estudo da Fundação Getúlio Vargas apontou que, desde as eleições de 2014, perfis automatizados motivam debates no Twitter sobre temas de repercussão na sociedade brasileira.

Alunos de Jornalismo e de Publicidade apresentam seus Trabalhos de Conclusão de Curso

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A V Mostra Científica dos Cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda, com a apresentação dos TCCs, Trabalhos de Conclusão de Curso, foi realizada na última sexta-feira na Estácio Vitória. Doze artigos foram apresentados e aprovados, sendo 11 de estudantes do curso de Publicidade e Propaganda e um do curso de Jornalismo.
Na sala 401 foram apresentados os trabalhos dos alunos orientados pelo professor Marcello Miranda, a saber: Luiz Filipe Batista Souza (“A influência da música pop americana na publicidade brasileira”), Lorena Luiza Marques Gonçalves Valença (“Julgando o livro pela capa: o consumo de livros de luxo”), Aline Borchardt Soprani (“A percepção do consumidor acerca do Marketing Afetivo/Emocional”), Diego Almeida Leal (“Marketing Esportivo no futebol – caso capixaba”) e Melissa Menegaz Lozzer (“Netflix: o conteúdo direcionado pela audiência”).

Na sala 402 apresentaram seus trabalhos os estudantes Taylon Alves Pereira (“O cliente e sua percepção de valor agregado sobre um produto ou serviço”, orientado pela professora Fernanda Sartório) e Felipe Carmelini de Carvalho Ramos (“O espetáculo em perspectiva: a produção, os limites e a atualidade do conceito”, orientado pelo professor Filipe Chicarino).

Na sala 403, apresentaram os seus TCCs os alunos orientados pelo professor José Carlos Corrêa: Leonardo Lucas da Silva (“Gerenciamento de crise: o uso do Facebook como estratégia oficial do Governo do Espírito Santo durante a greve da Polícia Militar”), Cryslane Martins de Almeida (“O Marketing Multinível como estratégia para conquistar o consumidor – o caso do Grupo Hinode”), e Ana Luiza de Oliveira Valentim (“O neuromarketing como ferramenta eficaz para conquistar o coração do consumidor – um estudo da empresa Neurons Inc.”).

Na sala 404 apresentaram os seus artigos os alunos orientados pela professora Rose Vidal: Dhafni Esteves Maciel (“Influencer Marketing no Instagram: uma análise do perfil Tudo Orna”) e Wagner dos Santos Pereira (“Modernidade líquida: conexões e desconexões interpessoais em Black Mirror”).

Confira Nossa Galeria de Fotos:

Alunos de Jornalismo e Publicidade visitam a Rede Gazeta e a Comunicação da Vale

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A Rede Gazeta e a Área de Comunicação da Vale foram visitadas pelos alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda dentro da programação de visitas técnicas do primeiro semestre de 2018. Os alunos que se inscreveram no SIA, Sistema de Informações Acadêmicas e compareceram às visitas fizeram jus ao registro de Horas de Atividades Acadêmicas Complementares, AACs, que são exigidas para a conclusão dos cursos.

A visita à sede da Rede Gazeta, situada no bairro de Monte Belo, em Vitória, ocorreu no dia 2 de maio, das 14 às 16h30m. Os visitantes tiveram a oportunidade de ir ao local onde funcionam as emissoras de rádio (Litoral, Gazeta AM e CBN Vitória) e da TV Gazeta, a redação multimídia (onde atuam os jornalistas que editam os jornais impressos A Gazeta e Notícia Agora e o jornal Gazeta Online) e a área industrial onde são impressos os jornais. Como atividade inicial da visita, os alunos assistiram, no auditório da empresa, um vídeo institucional com informações sobre a história da empresa.

Na Vale, no dia 11 de maio, às 9h30m, os alunos foram recepcionados no Parque Botânico, em Jardim Camburi, com uma apresentação da estrutura e dos processos da área de comunicação da empresa. A programação, que se encerrou às 11h30, incluiu uma visita ao Porto de Tubarão e à área de comunicação, ocasião em que os alunos se encontraram com o gerente de comunicação Maurício Manzali.

 

Confira nossa galeria de fotos

 

 

 

V Mostra Científica dos Cursos de Comunicação apresenta os TCCs nesta sexta, 15/6

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Doze trabalhos de conclusão de curso (TCCs) elaborados pelos alunos dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda da Estácio Vitória serão apresentados na próxima sexta-feira, 15 de junho, das 18 às 22 horas, na V Mostra Científica dos Cursos de Comunicação.

Poderão acompanhar as apresentações os alunos que se inscreverem no SIA, Sistema de Informações Acadêmicas até o dia 14/6.  Feita a inscrição e registrado o comparecimento, o aluno fará jus ao apontamento de 5 horas de Atividades Acadêmicas Complementares (AACs).

Apresentarão os seus trabalhos na sala 401 os alunos que foram orientados pelo professor Marcello Miranda, a saber: Luiz Filipe Batista Souza (“A influência da música pop americana na publicidade brasileira”), Lorena Luiza Marques Gonçalves Valença (“Julgando o livro pela capa: o consumo de livros de luxo”), Aline Borchardt Soprani  (“A percepção do consumidor acerca do  Marketing Afetivo/Emocional”), Diego Almeida Leal (“Marketing Esportivo no futebol – caso capixaba”) e Melissa Menegaz Lozzer (“Netflix: o conteúdo direcionado pela audiência”).

Na sala 402 apresentarão seus trabalhos:  Taylon Alves Pereira (“O cliente e sua percepção de valor agregado sobre um produto ou serviço”, orientado pela professora Fernanda Sartório) e Felipe Carmelini de Carvalho Ramos (“O espetáculo em perspectiva: a produção, os limites e a atualidade do conceito”, orientado pelo professor Filipe Chicarino).

Na sala 403, apresentarão os seus TCCs os alunos orientados pelo professor José Carlos Corrêa, a saber: Leonardo Lucas da Silva (“Gerenciamento de crise: o uso do Facebook como estratégia oficial do Governo do Espírito Santo durante a greve da Polícia Militar”), Cryslane Martins de Almeida (“O Marketing Multinível como estratégia para alcançar o consumidor – o caso do Grupo Hinode”), e Ana Luiza de Oliveira Valentim (“O neuromarketing como ferramenta eficaz para conquistar o coração do consumidor – um estudo da empresa Neurons Inc.”).

Na sala 404 apresentarão os seus artigos os alunos orientados pela professora Rose Vidal: Dhafni  Esteves Maciel (“Influencer Marketing no Instagram: uma análise do perfil tudoorna”) e Wagner dos Santos Pereira (“Modernidade líquida: conexões e desconexões interpessoais em Black Mirror”).

Instituto Goiamum promove, no dia 10, evento extra da ONU comemorando a Semana do Meio Ambiente

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O Clean Up Day extra com o tema “por mares sem plástico” é aberto ao público

A Semana do Meio Ambiente será comemorada no próximo dia 10 pelo Grupo de Desenvolvimento Humano e Ambiental Instituto Goiamum com um evento apoiado pela ONU, a Organização das Nações Unidas: o Clean Up Day extra com o tema “por mares sem plástico”. O evento, que é aberto ao público, ocorrerá na Praia de Carapebus, Praia Mole, Lagoa do Baú e Lagoa de Carapebus, na Serra, a partir das 8 horas. O Clean Up Day também será realizado simultaneamente em outros estados brasileiros. Os organizadores esperam agregar voluntários, estudantes, comerciantes, empresários e comunidades para participarem do mutirão de limpeza das águas e as atividades de conscientização ambiental.

 

 

 

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho e o Clean Up Day é realizado há oito anos. Em 2018 a comemoração inclui algumas novidades como o aplicativo linteratti que coleta dados do lixo reciclável e a especificação da coleta de resíduos plásticos para triagem. O Instituto Goiamum recebeu o convite da ONU para promover o dia de limpeza pelos projetos e eventos que realiza no Espírito Santo.  Em 2017, em evento semelhante, foram coletados somente da Praia de Bicanca três toneladas de lixo onde estavam bicicletas, televisores, computadores e impressoras, dados preocupantes que chegaram a figurar nos relatórios da ONU.

FOTO Laile Tardin

Grazielli Pirovani, IberêSassi e Valeria Carrusca convidam a população para hashtag mares limpos

Valeria Carrusca, 61 anos, diretora do Instituto Goiamum, informou que a instituição estimula o voluntariado convidando todas as pessoas a participarem do evento, especialmente mergulhadores que poderão promover a limpeza das praias e lagoas. Para o Clean Up Day, o Instituto já assegurou a parceria de várias organizações como a Eco Friendsmoviment, a Associação de Moradores de Carapebus, a Associação de Surf de Praia Mole, o Setor Oceania da Sociedade Cidade Continental, a Policia Municipal da Serra, a Prefeitura da Serra e a ArcellorMital Tubarão.

Para o sócio fundador do Instituto Iberê Sassi, 70 anos, o evento pretende conscientizar os moradores a adquirirem hábitos de limpeza, cuidar das praias, a sensibilizar os turistas a não poluírem as águas e a valorizar a preservação do meio ambiente.

Segundo Grazielli Pirovani, bióloga do Instituto, os resíduos serão recolhidos e separados para educação ambiental e destinados para a cooperativa Reciclalixo.  Os principais meios de divulgação a serem utilizados serão a rádio comunitária, as redes sociais, os anúncios nas escolas e a distribuição de folders nos pontos principais das comunidades.

A organização estima a presença de aproximadamente trezentas pessoas e, para elas, preparou “um dia dinâmico, com sorteio de brindes, pequenas palestras, educação sustentável e yoga para a limpeza coletiva das praias da Serra”. “O Instituto Goiamum convida a todos a fazer parte da história de uma gota no oceano”, anuncia a diretoria.

 

Inscrições para o Prêmio Estácio de Jornalismo até 5 de julho

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Até o próximo dia 5 de julho, os autores de reportagens sobre o ensino superior brasileiro poderão se inscrever no 8º Prêmio Estácio de Jornalismo 2018 que distribuirá um total de R$ 125 mil entre as melhores reportagens nas mídias de rádio, TV, impresso e internet.
O Prêmio Estácio de Jornalismo, que tem o objetivo de fomentar a produção pela imprensa de matérias jornalísticas que abordem o Ensino Superior no Brasil, é hoje o mais importante e tradicional dedicado exclusivamente à temática e contemplará reportagens inéditas de todas as regiões geográficas do território nacional, que tenham sido publicadas ou veiculadas entre os dias 11 de junho de 2017 e 2 de julho de 2018.
Desde a sua criação, a coordenação do prêmio vem percebendo que, além do crescimento do número de reportagens inscritas, há um aumento expressivo da qualidade e da diversidade de temas propostos. Matérias cada vez mais elaboradas e estruturadas mostram que os jornalistas estão se dedicando e se aprofundando para produzir mais trabalhos de profundidade  sobre o ensino superior. A Estácio acredita que as boas produções podem contribuir e trazer para sociedade mais conhecimento e mostrar a real missão do ensino superior e como ele pode transformar vidas.
Até o momento, o prêmio registrou a participação de mais de mil jornalistas e profissionais de imprensa, que inscreveram mais de 1,8 mil reportagens veiculadas em 26 estados e no Distrito Federal. Foram mais de 100 premiados, entre concorrentes individuais e equipes.
INSCRIÇÕES E PREMIAÇÃO
O prêmio conta com uma plataforma online de inscrição que poderá ser acessada por meio do site oficial do concurso. Cada concorrente poderá inscrever até 5 (cinco) matérias.
A edição 2018 distribuirá  nove prêmios no valor total bruto de R$ 125 mil, os quais sofrerão os devidos descontos legais, divididos da seguinte forma:
Modalidade Nacional
Impresso (jornal e revista) – R$ 15 mil;
TV – R$ 15 mil;
Rádio – R$ 15 mil;
Internet – R$ 15 mil.
Modalidade Regional
Impresso (jornal e revista) – R$ 10 mil;
TV – R$ 10 mil;
Rádio – R$ 10 mil;
Internet – R$ 10 mil.
Prêmio Principal
Grande Prêmio Estácio de Jornalismo – R$ 25 mil.
Todos os vencedores receberão certificado e troféu alusivos à premiação.
JULGAMENTO
A apreciação das reportagens será realizada em três etapas:
Na primeira etapa, uma comissão da Estácio ficará encarregada de fazer uma pré-seleção dos trabalhos. Caberá a esta comissão averiguar se os trabalhos inscritos seguem os critérios definidos pelo regulamento.
As reportagens que atenderem aos critérios do regulamento serão encaminhadas para a Comissão de Seleção. Esta comissão será integrada por professores universitários de Jornalismo da Estácio, com atuação no mercado de trabalho em várias partes do país. Caberá a eles indicar os três finalistas de cada categoria (Impressa, TV, Rádio e Internet), nas modalidades Nacional e Regional.
Na terceira e última etapa, uma Comissão de Premiação, composta por formadores de opinião de projeção nacional, terá a função de indicar os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2018 em cada categoria e também o vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo. Os membros da Comissão de Premiação serão conhecidos e divulgados ao longo do processo.
RESULTADOS
Os finalistas terão seus nomes divulgados em setembro e o anúncio dos vencedores será feito durante solenidade, em lugar e data a serem divulgados oportunamente.

Aluno da Estácio Vitória produz chamadas para o Jantar dos Chefs

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Yan Souza, aluno do 4º período de Publicidade e Propaganda da Estácio Vitória, produziu três vídeos que foram utilizados na divulgação do “Jantar dos Chefs” promovido pela Apae de Vitória no dia 15 de maio. Nos vídeos, os chefs de cozinha Juarez Campos, do Restaurante Oriundi, Assis Teixeira, do Domus Itálica, e Paulo Gaudio, do La Cave convidam para o jantar que foi realizado na Apae de Vitória.

Confira os vídeos Jantar dos chefs 

Avaliando o aprendizado já está disponível na SAVA

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No próximo sábado, 2 de junho, estará disponível na Sala de Aula Virtual, SAVA, o quarto e último módulo do programa “Avaliando o Aprendizado”Estácio. Os três primeiros módulos já estavam disponíveis e foram acessados pela maioria dos alunos.

No “Avaliando o Aprendizado” o aluno pode resolver questões das matérias que frequenta, testando os seus conhecimentos como preparação para as provas AV-2 e AV-3 presenciais que serão realizadas a partir de 14 de junho. Com o “Avaliando o Aprendizado” o aluno poderá ganhar até dois pontos de bônus na AV-3.

Cada módulo do programa possui cinco questões, e cada questão respondida corretamente garante ao aluno 0,1 ponto na AV-3. Para ter acesso ao “Avaliando o Aprendizado” o aluno deve acessar o endereço http://estacio.webaula.com.br/portal/modules/login/ e digitar o número de matrícula e a senha, mudar para “disciplinas presenciais” e clicar no ícone “avaliações”. Caso queira apresentar sugestões ou relatar erros nos exercícios, basta clicar no ícone “colabore” e registrar a ocorrência.

Leo Jaime volta a dividir o palco com o Clube Big Beatles após 10 anos

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Por Renatto Manga

Sócio de Carteirinha

O multiartista foi o primeiro convidado do Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles, que ocorre há uma década ininterruptamente

 

Foto: Matheus Soares
Leo Jaime no palco com o Clube Big Beatles no Projeto Sócio de Carteirinha que completa 10 anos
 

 

As comemorações dos 10 anos do Projeto Sócio de Carteirinha não param. A primeira etapa contou com homenagem aos 50 anos do “Álbum branco” com participação de Bruno Gouvea e Carlos Coelho. Em abril, cumprindo a segunda etapa, o quinteto capixaba do Clube Big Beatles recebeu Andreas Kisser, guitarrista da aclamada banda de heavy metal “Sepultura” e seu filho Yohan.

No último dia 17 de maio, Leo Jaime desembarcou no Estado do Espírito Santo exclusivamente para participar do projeto pra o qual foi o artista convidado há uma década. A respeito do marco, Leo Jaime comentou: “É bem legal saber que um trabalho desses, de levar boa música e homenagear os mestres, acabou por ser tão bem-sucedido.”

A noite iniciou com “Dear Prudence”, canção de 1968 na voz do “caçula” do Clube Big Beatles, Márcio Yguer (baixo e vocal). Outro que sempre se destaca com seu desempenho na bateria e vocal é Guto Ferraz, que desta vez mandou nas canções “While My Guitar Gently Weeps”, “Don’t Let Me Down” e “Back in the U.S.S.R.”

Foto: Matheus Soares
Flávia Mendonça no palco do Projeto Sócio de Carteirinha cantando “The Fool on the Hill”

 

Em comemoração aos 10 anos do projeto, a banda Clube Big Beatles vem recebendo nomes que, de alguma forma fazem parte da história do projeto. No último mês, Danilo Martins, que movimenta a direção comercial da banda, convidado da segunda etapa, ganhou a oportunidade de cantar “Ticket to Ride”.

Já na noite do último dia 17 de maio, o Clube Big Beatles utilizou o mês das mães para convidar Flávia Mendonça, mãe do pequeno Ian e esposa do guitarrista da banda, Junior Curcio, para representar todas as “Yokos” (esposas e mães) dos integrantes da banda. Na oportunidade, Flávia cantou “The Fool on the Hill” e compartilhou com a Rede Interferência a honra do convite: “Foi um prazer imenso unido a uma grande responsabilidade. Além de estar ali no palco como cantora, eu estava representando as esposas e familiares. Foi um convite que me deixou emocionada já que nunca imaginei que estaria exercendo esse papel, essa função. Fiquei um pouco nervosa, confesso! Fiquei feliz com o convite, que mostra, além do carinho e o respeito, uma credibilidade na minha carreira. Cantei uma canção que faz parte da minha história com os meninos e meu marido, pela primeira vez num palco. Espero que tenha sido um marco nos 10 anos da história do Projeto Sócio de Carteirinha, pois certamente foi na minha.”

 

Foto: Matheus Soares
Arthur Lepaus e seus pais com Leo Jaime após o show que, certamente, será memorável para o pequeno

 

Outro momento que marcou a noite foi o instante em que Edu Henning surpreendeu e atendeu ao pedido do pequeno Arthur Lepaus, de apenas 4 anos e fã dos Beatles, que através das redes sociais solicitou ao líder do Clube Big Beatles a canção “Blackbird”, ativando o fofurômetro da plateia que lotou todos os setores do Teatro Universitário.

 

Foto: renattomanga.com

Leo Jaime, após uma década, de volta ao palco do Projeto Scio de Carteirinha do Clube Big Beatles

 

Após um discurso de agradecimento de Edu Henning a Leo Jaime, não só por sua presença, mas também por acreditar que o Projeto Sócio de Carteirinha pudesse ser um sucesso e tornar-se o primeiro artista nacional a subir no palco com a banda, o multiartista ganhou o tablado do Teatro Universitário ovacionado pelo público presente.

Com “My Love”, Leo Jaime abriu os trabalhos da noite. Seguiu interpretando “Yesterday”, canção mais tocada em rádios de toda a história; somente nos Estados Unidos contou com mais de seis milhões de emissões. Antes de “Imagine”, ponto alto da noite, Dom João VI (personagem de Leo Jaime na novela Novo Mundo) encantou o público com “Stand By Me” e “Get Back”.

Confira o vídeo

Em meio a “Hey Jude” e “And I Love Her”, Leo Jaime compartilhou que nos anos 80 foi convidado para assumir o vocal da nascente banda Barão Vermelho; porém já contava com trabalhos ativos, o que levou o músico a negar o convite. No entanto, não hesitou em indicar o amigo Cazuza para o cargo que o consagrou midiaticamente.

Leo Jaime finalizou a noite com o clássico “Something”, composição de George Harrison lançada no álbum “Abbey Road” em 1969.

Semana de Comunicação promove debates sobre corrupção

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Dia de comemoração da 12ª Semana de Comunicação da Faculdade Estácio Vitória“Corrupção – Não deixe cair no esquecimento” foi o tema da 12ª Semana de Comunicação realizada de 15 a 17 de maio na Estácio Vitória. Organizada pelos alunos da disciplina “Planejamento e Organização de Eventos”, a Semana contou com palestras no primeiro dia, oficinas no segundo e uma mesa redonda no encerramento.

Edmar Camata: “O Brasil é um rico país pobre”

Edmar Camata, especialista em gestão pública, foi o primeiro palestrante da noite de abertura da 12ª Semana de Comunicação. Ele falou sobre “A importância do acesso à informação no combate à corrupção”, tema do Movimento “#querotransparencia” de que faz parte. Para Camata, o Espírito Santo não é muito diferente do Rio de Janeiro quando se trata de situações de falta de transparência, tendo lembrado ocorrências no Tribunal de Contas e nos incentivos fiscais sigilosos do Governo do Estado. “Este é um momento em que se chocam ideias tradicionais com o novo”, já que a abertura das informações públicas “deixou de ser uma opção para ser uma obrigação”, disse para completar: “Oitenta por cento das Câmaras Municipais não atendem aos critérios de transparência exigidos pela lei”.

Camata citou como “o melhor projeto de transparência o ‘Serenata do amor’ em que um robô fiscaliza as cotas de gabinete do Congresso Nacional, transformando os dados disponíveis em informações úteis”. “O robô já identificou o pagamento de despesas de R$ 2 mil em um jantar, em Paris, realizadas de madrugada com dinheiro público”, disse. Para ele, “o Brasil é um rico país pobre onde as prioridades são confundidas”.

Camata, contudo, é otimista: “O Brasil começou a mudar há quatro ou cinco anos, quando o Supremo Tribunal proibiu a doação de pessoas jurídicas para as campanhas eleitorais”. “Mas ainda temos muito a avançar, pois estamos em 76º lugar no ranking da corrupção (entre 83 países) e a corrupção consome de 1 a 4% de tudo o que é produzido no país, ou seja, entre R$ 55 bilhões a R$ 220 bilhões por ano”, afirmou. “Hoje, o problema mais importante para os brasileiros é a corrupção”, disse ao citar pesquisa recente sobre o assunto.

Com relação ao desperdício de dinheiro público no Espirito Santo, Camata citou as “duzentas e cinquenta obras paradas, o não pagamento de multas ambientais (só 1% é pago, um prejuízo de R$ 14 bilhões) e a propina de 3% paga nas obras de construção da sede da Petrobras em Vitória”. Camata lembrou a importância do voto consciente nas eleições ao citar Einsten: “Insanidade é continuar fazendo a mesma coisa de esperar resultados diferentes”.

Jéssica Polese: “O povo sentiu a necessidade de resgatar valores”

A médica Jéssica Polese, participante de movimentos contra a corrupção, descreveu os registros que fez como autora do livro “Meu Brasil verde e amarelo”: “Penso que nós mudamos nestes últimos cinco anos, a partir das manifestações de 2013 quando as pessoas foram para as ruas manifestar o desejo de mudança”, disse ela para continuar: “A pauta política que surgiu na época foi o Patriotismo”. Naquela ocasião, para Polese, “o povo sentiu a necessidade de resgatar valores” se mobilizando através das redes sociais sem a participação de partidos políticos.

Polese, entretanto, reconheceu que em 2014, nas eleições, “nada mudou” e que o povo teve que voltar às ruas em 2015 e 2016 “vestido de verde e amarelo para exigir mudanças contra a corrupção e a má gestão”. Para ela, “se não houver combate à corrupção e à má gestão nunca vamos ter boas políticas públicas” e, por isso, “precisamos assumir a atitude de exigir mudanças na forma de governar”.

Bruno Brandão: “O Brasil acordou”

O professor de História Bruno Brandão foi o terceiro palestrante da noite de abertura da 12ª Semana de Comunicação. Ele participou da elaboração do livro “Meu Brasil verde e amarelo” e descreveu os três tipos de corrupção que há no Brasil: a sistêmica (“o compadrio dos poderes públicos com as empresas privadas, o presidencialismo de coalizão e a propinografia”), a endêmica (“quando o cidadão falsifica uma carteirinha, fura fila, apresenta um atestado falso ou dá propina para o guarda”) e a sindrômica (“que envolve vários órgãos do sistema”). Brandão sugeriu que a ética fosse ensinada e a política discutida nas escolas.

Para ele, o brasileiro está mais consciente “e hoje não é mais enganado, sabe se posicionar e, por isso, nas próximas eleições, saberemos em quem votar com consciência”. Ao finalizar conclamou os presentes a “estudarem os candidatos, sendo criteriosos porque o poder pertence ao povo; vamos, então, renovar”.

As oficinas e palestras do segundo dia

Na quarta-feira, dia 16, foram realizadas quatro oficinas no terceiro piso da faculdade: caricatura/ilustração (pelo cartunista Gilberto Zappa), jornalismo investigativo (pela jornalista Vilmara Fernandes), fotografia (pelo fotógrafo Rodrigo Gavini) e rádio e TV (pelo repórter Leandro Nossa) e três palestras com João Paulo Mateus (“Compliance”), Marcelo Bozi (“Fake News – credibilidade das fontes”) e Leonardo Picinati (“Planejamento e plano de marketing – fórum de inovação e tendências estratégicas de marketing”).

A mesa redonda do evento de encerramento

A Semana foi encerrada no dia 17 com uma mesa redonda, no auditório da faculdade, que contou com as participações de Antonio Carlos Leite (Kaká), diretor de jornalismo da Rede Capixaba e âncora do BandNews FM ES, do músico Cláudio Passamani e do professor Gustavo Peixoto, integrante do grupo “Política Ativa”.

Gustavo Peixoto, no debate, descreveu as manifestações de rua de 2013 como um grande momento cívico da sociedade brasileira “que nem os cientistas políticos entendiam”. Essas manifestações, segundo Peixoto, foram um grito popular “contra a corrupção que mata e faz faltar remédios para os doentes”. Ele admite que “saiu um personagem e entrou outro, mas as práticas [corruptas] continuaram as mesmas”. Por isso, “a divisão não deve ser entre direita x esquerda, coxinha x mortadela, mas de não corruptos x corruptos”. Ele considera que é indispensável “manter a prisão após o julgamento em 2ª instância, acabar com o foto privilegiado e renovar o Congresso”.

Passamani, por sua vez, acredita que “um futuro sem corrupção passa pela educação e pela ética porque temos que criar seres humanos melhores”. Ele criticou o marketing político “que não deve ser modificador da realidade”, ou seja, não deve divulgar o que não for real.

Antonio Carlos Leite considera o movimento anticorrupção “saudável para o país”. “Basta lembrar que o escândalo do presidente Collor e do tesoureiro PC Farias somaria, a valores de hoje, US$ 850 milhões, ou R$ 3,5 bilhões, o que é uma ‘caixinha’ se comparados aos roubos descobertos pela Lava Jato”. “Hoje há uma depuração histórica”, disse, mesmo admitindo que a corrupção não vai acabar e que, por isso, “a briga contra a corrupção tem que ser permanente”.

Atrações musicais e brindes

As atrações musicais da 12ª Semana ficaram a cargo de Dan Abranches (no dia 15) e da Banda Caixadá (no dia 17). No evento de encerramento houve um sorteio de brindes para os participantes.

Confira nossa galeria de fotos

Primeiro Dia de comemoração da 12ª Semana de Comunicação da Faculdade Estácio Vitória

Segundo Dia de comemoração da 12ª Semana de Comunicação da Faculdade Estácio Vitória

Terceiro Dia de comemoração da 12ª Semana de Comunicação da Faculdade Estácio Vitória

Vanessa Jackson realiza, junto à Rede Interferência, um balanço da carreira após 15 anos de projeção

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Por Renatto Manga

Diva Black

Convidada especial do aniversário de 20 anos da banda capixaba Black Sete, Vanessa Jackson recebeu a equipe da Rede Interferência para um bate-papo e compartilhou diversos momentos da sua carreira, inclusive suas atuações em musicais

Foto: Willian Ferraz

Vanessa Jackson no palco do Clube ARCI, em Vila Velha, no aniversário de 20 anos da banda Black Sete

 

No final do ano passado – mais especificamente no dia 9 de dezembro -, a banda capixaba Black Sete comemorou 20 anos de estrada com o que há de melhor na música dos anos 1980 e 1990, sem perder a pegada disco-music, que é a identidade da banda.

O grupo formado por Peujor (vocal), Idalina Dornelas (vocal), Moisés Madalom (guitarra / backing vocal), Beto Balla (bateria / backing vocal), Márcio Vianna (vocal), Kako Tovar (teclados) e Juninho Groove (baixo / backing vocal) convidou uma das mais potentes vozes do Brasil, Vanessa Jackson, para abrilhantar a festa de duas décadas do grupo.

No público, todas as tribos e idades – casais, solteiros, brancos, negros, homens, mulheres, héteros e gays – com o mesmo objetivo: prestigiar a banda que evidencia a cultura através da música, cantando Rihanna, passando por Bruno Mars à Madonna.

Como cenário da festa, o clube mais tradicional do Estado: ARCI, com 54 anos de história e um público leal. O resultado desse encontro foi a casa lotada com direito a bolo personalizado e o convencional “Parabéns”.

Entrevista

Antes de subir ao palco, pouco depois da meia-noite, Vanessa Jackson recebeu no camarim do Clube ARCI o acadêmico em jornalismo, Renatto Manga.

Na oportunidade, a campeã do Reality Show Fama, da Rede Globo, transmitido em 2002, realizou um verdadeiro passeio pelos últimos 15 anos da sua carreira. Falou da produção do seu primeiro álbum, prêmio por ser a vencedora do Reality; das viagens internacionais na divulgação do projeto, e de suas apresentações mensais no boêmio Bar Brahma, em São Paulo. Dentre outros assuntos, Vanessa Jackson falou também sobre sua volta à tela da Rede Globo após 12 anos.

Confira na íntegra um balanço da carreira de Vanessa Jackson:

Foto: Maria Felicidade
Vanessa Jackson sendo entrevistada pelo acadêmico Renatto Manga para a Rede Interferência

 Você já conhecia o Espírito Santo?

– Sim! Eu já conhecia Vitória. Amo esse lugar! Realizei diversos shows aqui a convite do Wesley Sathler, um querido, meu amigo pessoal. Cantei em várias festas dele e até no Inverno VIP em Pedra Azul, Domingos Martins. Lembro também que, logo depois que eu saí do Fama em 2002, realizamos um show para a Prefeitura de Vila Velha na praia. Como era o auge, os fãs rasgaram as nossas roupas. Foi muito divertido aquilo (risos).

Quem era Vanessa Jackson antes do Reality Fama?

– A mesma! Só que hoje, após 15 anos, sou mãe de três crianças maravilhosas. Consegui adquirir, no decorrer de todos esses anos, amadurecimento profissional e até mesmo como mulher. Porém, continuo a mesma, muito brincalhona e amando cantar, pois quando entrei no Fama eu já tinha 8 anos de palco e nunca mais parei de cantar. Se alguma coisa mudou, foi o reconhecimento maior do público após o reality.

Foto: arquivo Globo

Vanessa Jackson e os demais participantes da primeira temporada do Reality Show Fama em 2002
 

Em 2002, após vencer o Reality Fama com mais de 18 milhões de votos, você gravou em Los Angeles seu primeiro álbum através do contrato que ganhou com a Som Livre. Como foi o processo de produção? Você teve a liberdade de ser você?

– Não! Eu não tive como escolher e nem como participar do repertório. Eram muitas pessoas opinando. O disco ficou muito bonito, porém cada música tem a sua particularidade. Não se pode olhar o CD como um todo, pois ele virou uma salada de vários estilos pelo fato de eu não poder opinar e ter que gravar algumas coisas que eu não queria na época. Mas esse foi meu “primeiro filho” e amo esse álbum. Eu gravei dois CDs até hoje, pois sou muito preguiçosa para gravar (risos). Estou ensaiando há três anos para gravar um novo EP e já tenho um CD prontinho com músicas que compus e também outras de autoria de amigos. Uma hora eu vou parar e conseguir finalizar esse novo projeto. Voltando a falar do primeiro CD, foi um momento muito especial por ser o primeiro e gravado num lugar que eu sonhava conhecer, Los Angeles. E ainda fui com meu pai, meu herói, meu maior ídolo. Foi memorável e gratificante. 

“Muito diferente do Brasil. O respeito lá fora é muito maior.”

Vanessa Jackson

 

Após a positiva exposição na televisão aberta, através da maior emissora no Brasil, a Globo, você se apresentou em diversos países como Japão, Angola e Uruguai. Como foi para você desfrutar dessas oportunidades?

– Foi muito gostoso! Ir para fora do país e ver as pessoas me recebendo tão bem, me tratando como diva mesmo, sabe? Muito diferente do Brasil. O respeito lá fora (no exterior) é muito maior. Então, sempre que vou para fora, eu adoro. Dialogar com as pessoas, conhecer novas culturas e cantar para eles é mágico. Eu simplesmente adoro!

 


 

Você se apresenta mensalmente no Bar Brahma, localizado na famosa esquina da Ipiranga com a São João, em São Paulo. “Alguma coisa acontece” também no seu coração ao cantar ali (risos)?

– Acontece e muito (risos). Quando comecei a cantar no Bar Brahma, meu filho tinha sete meses; hoje ele tem dez anos e canta comigo lá mensalmente. É engraçado e muito gostoso. Sempre que eu chego ali, passa um filme na minha cabeça. O Bar Brahma se tornou muito especial para mim.

Conte um pouco para a Rede Interferência da experiência de ser dirigida por Wolf Mayer em 2008 no Musical “Rock Show”.

– Rock Show foi maravilhoso. Agora, em 2018, vai voltar e espero participar mais uma vez. Esse musical foi uma das coisas mais lindas que eu fiz na minha vida. Na verdade, eu fui dirigida pelo Hudson Glauber, pupilo do Wolf Mayer, que supervisionou o trabalho do meu querido amigo Glauber que foi brilhante. Já faz nove anos esse musical, e agora ele volta ainda melhor. Ainda contará com a direção de Hudson.

Foto: divulgação

Vanessa Jackson protagonizou o maior show da América Latina em homenagem a Whitney Houston
Até o último mês de novembro você protagonizou o musical “Uma Saudação a Whitney Houston”. Como foi interpretar uma das vozes mais aclamadas do mundo?

– É uma responsabilidade muito grande. Eu já cantava as músicas de Whitney Houston pois, desde os 12 anos, eu canto na noite e por influência da minha mãe que pedia as músicas da Whitney Houston. Por isso, já conhecia muito da história dela e passei a conhecer ainda mais através desse trabalho. Ficar um ano nesse musical foi esplêndido. A equipe é muito bacana e super tranquila de se trabalhar. O idealizador do projeto, o Rafael Mello, que teve essa brilhante ideia, foi incrível comigo. Eu saí devido a outros projetos e agora quem vem realizando um lindo trabalho lá é a Mylena Jardim, ganhadora do The Voice 2016, uma cantora excepcional. Vida longa ao projeto! Eu sempre afirmo: quanto mais pessoas saudarem através de tributos e musicais Whitney Houston, Michael Jackson e Elvis Presley, por exemplo, a gente não permitirá deixar essas lendas e suas obras morrerem.

Ainda falando em musical, em julho você estreou o musical “Black Divas”, no Shopping JK Iguatemi (Teatro Santander). Como foi viajar no tempo, desde os anos 1950 até os dias atuais cantando de Aretha Franklin a Beyoncé?

– Eu nunca tinha pensado nesse projeto de forma particular. Mas quando o Bruno Sorrentino, juntamente com o Ricardo Rangel, teve essa ideia de fazer um musical com as divas pretas mais importantes do mundo, selecionando os grandes clássicos da Billboard de 1950 a 2010, eu achei fenomenal. Para piorar, a responsabilidade foi ainda maior que interpretar somente Whitney Houston. Poderiam escalar uma outra cantora para ajudar (risos). Cantar todas elas juntas num só musical foi muito trabalhoso e necessitei de um laboratório ainda maior. De verdade, a noite do dia 12 de junho foi marcante. Eu nunca, na vida, tinha passado por tanto nervosismo ao me apresentar. Nunca a minha boca tinha ficado seca em mais de mil shows que já realizei. Mas naquele dia eu literalmente tremi na base (risos).

 

Foto: GShow
Vanessa Jackson no palco do “Domingão do Faustão” interpretando Whitney Houston
 

Depois de quatorze anos, no fim de 2016, você voltou à tela da Globo para interpretar “I Will Always Love You” de Whitney Houston.  Apresentar-se no programa “Domingão do Faustão”, maior audiência do domingo na televisão brasileira, de certa forma foi voltar à emissora que projetou você. Como foi viver isso? 

– O engraçado é que fiquei doze anos sem entrar na Globo e depois de todo esse tempo, a convite do próprio Faustão, eu voltei pela porta da frente, de cabeça erguida e muito feliz. Foi muito gratificante voltar ao palco em que eu cantei pela primeira vez para o mundo quando eu tinha apenas dezoito anos, dois anos antes do Fama. O Faustão tem um carinho muito grande por mim e isto é recíproco, eu também tenho por ele. Depois de cinco meses, o “Fausto” me chamou para fazer o piloto do quadro “Show dos Famosos”, que o Ícaro Silva ganhou. Eu fiz o piloto para eles, pois eu ganhei esse mesmo quadro, que era um programa do SBT, o “Esse Artista sou eu”. Depois a Globo comprou o formato e realizou esse quadro no Faustão.

 

Cantor, dançarino e protagonista de cinema “por acaso”, Vinicius D’Black concede entrevista exclusiva para a Rede Interferência

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Entrevista

O cantor desembarcou no Espírito Santo na companhia da empresaria e esposa Nadja Pessoa no fim da manhã para uma única apresentação com a banda capixaba BlackSete, no tradicional Clube ARCI, no Ibes, em Vila Velha

 

Foto: arquivo pessoal / trabalho
Foto: arquivo pessoal / trabalho

 

Inicio da noite do último dia 10 de março, recepção do Hotel Plaza Mar, orla da Praia de Itaparica. Clima propicio para uma análise na carreira do cara que “zerou” a internet logo que surgiu em 2007, com o sucesso “Sem Ar”; protagonizou o longa “Maré – Nossa História de Amor” e não para de se reinventar. Nosso bate-papo em questão é com o carioca, Vinicius D’Black.

A Rede Interferência, na pessoa do acadêmico Renatto Manga, extraiu diversas curiosidades da carreira de pouco mais de uma década do jovem cantor. Vale ressaltar que Vinicius não iniciou na música no boom de “Sem Ar” e “Um Minuto”. Ainda criança, já demonstrava interesse em soltar a voz através do coral da pré-escola. Aos 13 anos se identificou com a música romântica de

Roberto Carlos e a poesia de Vinicius de Moraes. Prestes a completar a maior idade, D’Black estudou canto e piano na tradicional Escola de Música Villa Lobos. Então, com uma considerável bagagem, lançou aos 20 anos, seu primeiro álbum “Soul Brasileiro”: um paralelo com a palavra Soul (estilo musical Soul), que soa como o verbo ser (sou).

Renatto Manga (acadêmico Estácio), Vinicius D’Black e sua assessora e esposa Nadja Pessoa

Confira na integra nosso bate-papo com Vinicius D’Black, primeiro artista do Brasil a fazer sucesso através da internet:

– Já conhecia o Estado do Espírito Santo?
 

Sim, eu já conhecia o Espírito Santo! Tive o prazer de estar aqui algumas vezes. Cheguei a tocar diversas vezes em Guarapari, na casa de show “Mais”. Show solo, com Buchecha e também com a Perla. Agora estou de volta, aqui em Vila Velha, com a BlackSete.

– Em 2007, momento em que você ficou conhecido do grande público com o hit Sem ar”, seu nome artístico era somente D’Black. Na sua participação da última edição do “The Voice Brasil” você surge como Vinicius D’Black. Como foi integrar seu nome ao artístico?

Então! Acontecia muito de chegar nos shows e as pessoas perguntarem: “cadê o resto da banda?“, pois achavam que o nome era de uma banda e não de um cantor. Elas pensavam sempre que eu era o vocalista do D’Black e eu sempre dizia: “eu não sou o vocalista do D’Black, eu sou o D’Black“. Assim, acrescentei o Vinicius para resolver isso, e resolveu. Há muita coisa com o nome “black”, muita gente usa o “black”, assim, a mudança também foi uma forma de diferenciar, já que estamos na era da internet, onde cada caractere faz total diferença. Coloquei o meu nome para definitivamente ficar algo único.

– Falando em nome artístico, como surgiu D’Black?

D’Black surgiu, como se fosse D’água. D’Black vem do “black”, que vem da música negra, que vem da raça. Tudo que vem do black está comigo, tem a ver comigo. Especialmente, culturalmente falando.

Foto: TV Globo

– Seu trabalho hoje conta com milhões de visualizações na internet e uma carreira já conhecida do grande público através de diversos hits. Assim, o que levou você a participar do The Voice Brasil?

Para inovar! Eu tenho uma imagem muito ligada à minha música romântica e era considerado um cantor beirando a MPB, um cantor muito sério. E aí eu passei a fazer um trabalho mais pop, de alguns anos para cá. Na verdade, eu já era um artista pop, mas sempre ficava essa imagem de um artista mais paradão. Eu precisava e queria mudar essa imagem que as pessoas pensavam que era eu. Assim, quando me viram no The Voice, fazendo todo aquele trabalho, eu pude renovar minha carreira, renovar minha imagem, mostrar que eu sou um showman, que danço e canto. Era isso que eu queria mostrar e, graças a Deus, deu tudo certo. Agora o público já espera que eu vá fazer alguma coisa como dançar e tudo mais.

– Nesse primeiro semestre de 2018 será lançada uma música sua em parceria com seu técnico no The Voice Brasil, Carlinhos Brown. Fale mais a respeito desse encontro musical.

A música ainda não foi escolhida. A gente está trabalhando ainda, escolhendo, vendo. O The Voice está lançando três músicas: a primeira foi “Incondicional”, que já está na internet, minha música de trabalho atual. A segunda será “48 horas”, que também é uma composição minha com um parceiro, o Chayder, que será lançada agora, possivelmente. E aí, mais para frente, vou gravar com o Brown. Então, nesse primeiro semestre será somente de lançamentos ligados ao The Voice.

– O que o público que acompanha sua carreira pode esperar para 2018 além da parceria com o Brown?

Meus próximos lançamentos seguirão uma linha dançante, uma linha mais pop, que é a perspectiva do meu novo trabalho, trazendo um pouco de Drep, da música negra atual que é o Rip-Rop. Será bem legal, porque é um novo lado que eu ainda não mostrei.

Foto: divulgação

– Além da carreira de cantor, poucos sabem da sua paixão pela dança e de suas diversas participações na televisão e até no cinema, no filme “Maré – Nossa História de Amor”. Como surgiu o convite para viver o MC Jonathan no longa?

Na verdade não houve convite. Eu fui participar do corpo de baile e, na fila, alguém perguntou se existia ali alguém que cantava. Eu já estava pré-aprovado como bailarino, mas não tinha a mínima ideia de que eu poderia ser o protagonista do filme. Quando cantei, a direção me deu a oportunidade de interpretar o Jonathan. O desafio foi grande, fui intimado a aprender a atuar em três meses. Fiquei esse período com o preparador e deu tudo certo.

– No início da carreira você tentou integrar a boy band “Broz” e a participar do reality “Fama” que consagrou Vanessa Jackson. Não obtendo êxito nas tentativas, você optou em gravar de forma independente o álbum “Soul brasileiro” em 2005 que marcou o princípio da sua carreira na música. Qual é a sua dica para quem está começando e tem como meta alcançar a visibilidade junto ao grande público?

Eu estava um pouco mais maduro quando gravei. Por mais que eu achasse assim: “Isso não dará certo!”, “Eu vou fazer tudo do meu jeito”, na época eu achava que estava fazendo algo totalmente diferente. Mas tudo o que eu tinha passado me levou àquilo. Eu tinha vivenciado o Brow’s, onde eu fui um dos finalistas. Fiquei entre os 20, entre os mais de 20 mil do reality. Eu vim de um reality. Foi a primeira experiência que eu tive na minha vida com música, no caso, com o grande público, já que eu estudava música na Escola Villa Lobos. Depois veio o “Fama”, onde eu também fui selecionando. Cheguei a ir para São Paulo, e esta foi uma oportunidade muito boa. Porém, eu fiquei muito chateado, pois eu nem fui para a TV. Eu achava assim: no outro eu quase entrei no grupo e nesse eu não consegui ir nem para TV. Então eu fiquei meio frustrado e falei para mim mesmo: vou tentar sozinho. E deu muito certo! Claro, poderia não dar, mas certamente eu continuaria tentando. Eu acho que as pessoas devem continuar tentando, buscando aquilo que faz sentido para elas. Tem que fazer sentido, pois se for simplesmente para parecer com algo que já existe pode ser que você se desmotive no meio do caminho.

Por Renatto Manga

Corrupção em debate na 12ª Semana de Comunicação

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De 15 a 17 de maio o tema “Corrupção – Não deixe cair no esquecimento” será debatido na 12ª Semana de Comunicação promovida pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Estácio Vitória. Entre outras personalidades que participarão do evento estão Edmar Camata, da ONG Transparência Capixaba, Bruno Brandão e Jessica Polese, autores do livro “Meu Brasil Verde e Amarelo”, o cartunista Gilberto Zappa, o fotógrafo Rodrigo Gavini, os professores Marcelo Bozi e Leonardo Picinati, os integrantes do “Política Ativa” Cláudio Passamani e Gustavo Peixoto, o diretor da EDP João Paulo Mateus, e os jornalistas Vilmara Fernandes, Leandro Nossa e Antônio Carlos Leite (Kaká).

A abertura da programação se dará no dia 15, no auditório da Estácio Vitória, com as palestras de Edmar Camata e de Bruno Brandão e Jessica Polese. No dia 16 serão realizadas, nas salas do 3º piso da faculdade, as oficinas de caricatura/ilustração (Gilberto Zappa), jornalismo investigativo (Vilmara Fernandes), fotografia (Rodrigo Gavini) e rádio e TV (Leandro Nossa) e as palestras de João Paulo Mateus (“Compliance”), Marcelo Bozi (“Fake News – credibilidade das fontes”) e Leonardo Picinati (“Planejamento e plano de marketing”). O evento será encerrado no dia 17 com uma mesa redonda que contará com as participações de Antonio Carlos Leite (Kaká), diretor de jornalismo da Rede Capixaba e âncora do BandNews FM ES, e de Cláudio Passamanio e Gustavo Peixoto, do “Política Ativa”.

Na cerimônia de encerramento a professora Rose Vidal lançará o livro “Lei de Acesso à Informação e Jornalismo”. Na mesma ocasião haverá sorteio de brindes para os presentes. As atrações musicais ficarão a cargo de Dan Abranches (no dia 15) e Banda Caixadá (no dia 17).

A 12ª Semana de Comunicação foi organizada pelos alunos da disciplina “Planejamento e organização de eventos” ministrada pela professora Fernanda Sartório. Para Fernanda, “a premissa básica do evento é a de promover um encontro marcado com o ambiente acadêmico que não visa só entender a realidade do profissional como estabelecer um laço de proximidade com os acadêmicos, com o apoio da Instituição que acredita na importância dessa ação e no conhecimento como base sólida para transformação do ser humano”. Estão também entre os objetivos da Semana “reunir os alunos dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda a fim de discutir os diversos papéis da comunicação frente ao tema ‘corrupção’ proporcionando um olhar mais denso sobre as questões éticas do indivíduo e da sociedade”.

Para participar da 12ª Semana de Comunicação, o aluno deverá providenciar a sua inscrição no SIA, Sistema de Informações Acadêmicas.

Bruno Gouvea celebra os 50 anos do “Álbum Branco” com o Clube Big Beatles e concede entrevista à Rede Interferência

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Sócio de Carteirinha – Ano 10

Em 22 de novembro de 1968, John Lennon, Ringo Star, Paul McCartney e George Harrison lançaram um disco sem nome, o décimo álbum gravado em estúdio dos Beatles. Assim, por não haver nome, ficou popularmente conhecido como “The White Album

Foto: Matheus Soares

Bruno Gouvea e Carlos Coelho no palco do Teatro Universitário com a banda Clube Big Beatles

A décima temporada do projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles foi lançada. Na primeira etapa, a banda capixaba recebeu Bruno Gouvea e Carlos Coelho, ambos da banda Biquini Cavadão. O encontro ocorreu no dia 15 de março no palco do Teatro Universitário, na UFES, o mesmo cenário das próximas oito etapas que contarão com: Andreas Kisser (19 de abril), Leo Jaime (17 de maio), Charles Gavin (28 de junho), Emmerson Nogueira (19 de julho), Roberto Menescal (16 de agosto), Fernanda Takai (20 de setembro), Moska (25 de outubro) e Ivan Lins (22 de novembro).

A primeira etapa do projeto contou com novidades: após a banda Clube Big Beatles tomar o palco, ser ovacionada pelo público e cantar “Strawberry Fields Forever”; Márcio Yguer fazer um solo de “No More Lonely Nights” e Guto Ferrari explodir na canção “Yer Blues”, Edu Henning convidou Mark Trompson para cantar a canção “Golden Slumbers”, do álbum “Abbey Road” gravado em 1969 pelos Beatles. O convite surgiu para abrir uma série de participações de pessoas que acompanharam, de alguma forma, a banda capixaba nos 10 anos do projeto. Trompson é o tradutor oficial da banda. Vale ressaltar que o convidado provou que seu talento vai além de traduzir: foi excepcional na apresentação.

Foto: Matheus Soares
Mark Trompson estreando a série de participações dos amigos do Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles

A noite seguiu com “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, acompanhada à altura pelo público que lotou os setores A e B do teatro. Logo após houve uma homenagem a George Harrison que, se ainda vivo, completaria 75 anos no último dia 25 de fevereiro. A condecoração a Harrison contou com a canção “Something”, composta pelo músico em 1969 e lançada no álbum “Abbey Road”.

We Can Work It Out”, “Day Tripper”, “I Saw Her Standing There”, “Helter Skelter”, dentre outras canções, foram tocadas pelos integrantes do Clube Big Beatles antes do convite aos convidados da noite.

O projeto “Sócio de Carteirinha” tem como objetivo deixar os músicos convidados selecionarem a show-list. Assim, Bruno Gouvea e Carlos Coelho, inteirados da história do quarteto britânico, escolheram cantar parte do repertório do “Álbum Branco”, lançado em 1968, precisamente há 50 anos. Todavia, não esqueceram os clássicos lançados no mesmo ano como “Hey Jude” e “Revolution“. Em entrevista ao acadêmico Renatto Manga, para a Rede Interferência, Gouvea compartilhou o motivo da escolha do repertório: “Hoje será um show de celebração dos 50 anos; não por menos, eu e Coelho estamos com 51 anos. Então faz total sentido estarmos aqui realizando essa homenagem, essa apresentação”.

Os músicos do Biquini Cavadão entraram em cena após a devida apresentação de Edu Henning, líder da banda Clube Big Beatles, que não escondeu a admiração pelos convidados que já marcaram presença no projeto em 2014.

Foto: Matheus Soares

Bruno Gouvea, Carlos Coelho e Clube Big Beatles celebrando os 50 anos do “Álbum Branco”

 

Com “Come Together” os convidados iniciaram a celebração dos 50 anos do “Álbum Branco”. Carlos Coelho marcou a noite solando sozinho na guitarra a canção “The Long And Winding Road”. Os amigos de longa data não esqueceram “Back In The U.S.S.R”, “Dear Prudence”, “While My Guitar Gently Weeps” e “Blackbird”.

Assim como em 1968, e involuntariamente na carreira dos Beatles, as canções “Hey Jude” e “Revolution” ganharam a participação do público que cantou e provou que o “Álbum Branco” realmente necessitava de uma condecoração a altura.

Certamente Bruno Gouvea e Carlos Coelho deixaram espaço aberto nos corações dos presentes para acompanhar as próximas apresentações, no décimo ano ininterrupto do Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles.

ENTREVISTA COM BRUNO GOUVEA

Foto: Márcio Yguer

Bruno Gouvea concede entrevista ao acadêmico Renatto Manga momentos antes de subir ao palco da UFES
Momentos antes de entrar em cena, no Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles, Bruno Gouvea recebeu a Rede Interferência para um bate-papo exclusivo.

Na ocasião, Gouvea compartilhou a experiência de gravar com o lendário Renato Russo. Falou de como foi compor “Zé Ninguém“, presente na história das maiores manifestações políticas do país. Dentre outros assuntos, descreveu o sentimento em escrever a nova canção “Saudade é o museu do amor” em homenagem ao seu filho Gabriel, que faleceu em 2011.

Confira na íntegra a entrevista:

– Qual foi o momento que você teve contato com a obra dos Beatles? Há um álbum favorito do quarteto britânico que você tem como preferido?

Fui apresentado à obra dos Beatles por volta de 1976, quando minha mãe me deu de presente uma fita cassete, que era um disco chamado “Collection Of Oldies But goldies“. Esse álbum era, basicamente, um dos maiores sucessos da banda antes dos “Sgt. Pepper’s“. Esse disco tinha várias canções, como “Yesterday“, “Yellow submarine” e “Can’t Buy Me Love”, mas o interessante é que, na minha infância, como eu ouvia muitos discos de compilação, com vários artistas, eu achei que esse era mais um disco de vários artistas. Não imaginava que quem cantava “Michelle“, era a mesma banda que cantava “Yellow Submarine” e “Help“. Aquilo foi para mim uma coisa impressionante. Com meus 14 anos comecei a entender o que era os Beatles; aí então fui apresentado ao álbum Vermelho e ao álbum Azul. Foi nesse momento que fui descobrir cada disco dos Beatles lançado, o que eles tinham e o que eles faziam. Se tenho algum álbum preferido? Acho que cada álbum tem uma história, tem uma coisa legal. Mas há um álbum que, para mim, é muito importante: eu fui viajar em 1983 para a Inglaterra, para estudar durante as férias, e lá peguei um inverno rigoroso, muita neve. Estava, mais especificamente, no interior da Inglaterra. Na casa da família onde eu estava não havia muitos discos, mas eles tinham o “Beatles for Sale” e esse foi o disco que eu ouvi todos os dias durante aqueles dois meses e ele acabou chamando muito as minha atenção. Quando coloco esse disco para tocar, eu volto no tempo, volto exatamente naquele período dos meus 16 anos, uma mistura de medo e saudade do Brasil, querendo voltar logo e ao mesmo tempo tendo que estudar nas férias. Esse álbum, sem dúvidas, me marcou bastante.

Foto: Matheus Soares
Bruno Gouvea e Carlos Coelho em 2014 no Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles

– Há exatos quatro anos você e Carlos Coelho subiram no palco do Projeto Sócio de Carteirinha pela primeira vez. O que os “Beatlemaniacos” podem esperar de diferente hoje em relação à primeira apresentação?

Na primeira apresentação, em 2014, eu e o Carlos Coelho selecionamos um repertório falando dos Beatles após os Beatles, onde tocamos “Jealous Guy” e “Tomorrow“. Nessa noite vamos focar nos 50 anos do álbum Branco. Vamos tocar, além de algumas músicas do “Álbum Branco”, músicas que também foram lançadas em 1968, como foi o caso de “Hey Jude” e “Revolution“. Hoje será um show de celebração dos 50 anos; não por menos, eu e Coelho estamos com 51 anos. Então, faz total sentido estarmos aqui realizando essa homenagem, essa apresentação”.

– Assim como sugerido por Hebert Vianna, por que o nome Biquini Cavadão e não Hipopótamos de Kart?

Não gostamos de hipopótamos pois achamos que, com o tempo, a gente ia engordar e o pessoal ia dizer: “lá vêm os hipopótamos” (risos). Então pensamos que esse negócio não iria ser bom. E Biquíni Cavadão a gente nunca pensou em ter como nome, só que o Herbert insistiu muito. Então, para agradá-lo, dissemos: “tudo bem!“. Pensamos que ia durar uma semana, mas ficou. Às vésperas de assinar um contrato, olhamos uns para os outros e indagamos: “É isso mesmo? Vamos assinar como Biquíni Cavadão?“. Herbert disse que olhava a gente, e via que éramos muito mais novos que ele, que se ele fosse novo como nós éramos, ele só gostaria de falar de carros, mulheres e biquíni cavadão. Daí você pode ver que o outro nome sugerido por ele tem ligação com carro.

Foto: arquivo / Biquíni Cavadão
Foto de divulgação do álbum “As Voltas Que o Mundo Dá” do Biquíni Cavadão

– Em 1986, o Biquini Cavadão gravou a canção “Múmia”, com Renato Russo, vocalista da lendária banda Legião Urbana. Como ocorreu essa parceria?

Foi a primeira vez que ele gravou fora do Legião Urbana. A gente fazia muito programa de TV, e essa era uma época que o Legião também fazia. Depois eles foram se afastando da TV e fazendo o mínimo possível. Então a gente se encontrava muito nos bastidores da TV e ficava batendo altos papos. Os programas eram muito demorados para serem gravados, assim ficávamos horas conversando. Naquele período estávamos gravando um novo álbum e tínhamos o desejo de contar com uma participação. Eu sempre disse que gostaria da participação de alguém que realmente cantasse, com um vocal legal. Aí surgiu a ideia de convidar o Renato, que sempre admirei como cantor. Se não me engano, o programa que rolou o convite foi no Chacrinha. Assim, o convite foi feito e ele prontamente topou. Era novidade para ele essa parada de participação. Foi um momento que marcou o Biquini. Uma vez a gente se encontrou no palco com o Legião e ele (o Renato) foi direto: “Cara não me peça para cantar ‘Múmia’ que eu não sei mais a letra” (risos). Depois do estúdio nunca mais cantamos esta música. Em 2001 fizemos uma regravação dela, e através do computador a gente conseguiu colocar a voz dele no novo arranjo. Muitas pessoas conhecem “Múmia” pelo novo arranjo e não pelo de 1986.

Confira o Vídeo:

– A canção “Zé Ninguém” conta com mais de duas décadas e, como poucas, é tão atual no seu contexto social. Você imaginava, ao compor a música, que ainda hoje o Brasil caminharia a passos tão lentos?

Infelizmente! Eu não gostaria que fosse assim. Na verdade, “Zé Ninguém” foi feita para falar sobre axiomas: coisa que você estabelece como a mais pura verdade, absoluta e incontestável. Nela também há frases de efeito como “homem não chora“, “Deus é brasileiro” e “amar é sofrer“. Foi meio que, durante o período Collor, a gente acrescentou algumas questões políticas nela, mais sociais eu diria. Essa canção é tão verdadeira que foi cantada para o impeachment do Collor e também foi cantada nas passeatas para tirar Dilma. Ou seja, são posturas políticas aparentemente diferentes mas a música entrou como uma luva naquelas manifestações.

“Meu filho nunca assistiu

a um show meu,

mas agora

ele tem cadeira cativa

nas minhas apresentações.”

Bruno Gouvea

 

Foto: arquivo pessoal
Bruno Gouvea e seu filho Gabriel que morreu em 2011

– Por você ter compartilhado num programa de TV que não se sente incomodado em falar da morte prematura do seu filho Gabriel, ocorrida em meados de 2011, sentimos o desejo de perguntar: você compôs ou pensa em compor uma canção que descreva esse amor de pai e essa dor que somente quem passa por ela sabe?

Nosso novo disco tem uma música chamada “Saudade é o museu do amor“, que, na verdade, tem uma história toda por trás. Eu estava fora do país quando o meu filho morreu, eu estava compondo uma música com uma cantora americana, a Beth Hart. Eu e o Coelho estávamos na casa dela em Los Angeles. A Beth é uma incrível cantora e sentimos o desejo de compor com ela naquela época. Começamos a compor uma música chamada “Good Enough” (Bom o bastante). Nela há um momento em que falávamos nos versos o seguinte: “Seja firme, seja forte porque às vezes a vida pode te faltar“. Mal sabia eu que, de certa forma, aquilo estava parecendo com o momento que eu estava prestes a enfrentar. A música era muito boa. O Liminha, sem saber de nada, falou para mim: “Vamos colocar essa música no disco?“. Mas ela estava toda em inglês, tínhamos que fazer uma versão em português. Quando completou cinco anos da morte do meu filho, o Coelho, sem lembrar que era exatamente naquele dia que meu filho tinha partido, mandou uma letra. Nela, era como ele sofresse tudo aquilo que sofri, e tudo muito bem colocado, foi muito bonito. Respondi de imediato: “Cara, eu nunca tive vontade de compor sobre isso, mas você escreveu tudo de maneira tão bonita…“. Não haveria maneira de cantar essa música sem tocar nesse assunto, não havia como escrever outra letra que não fosse aquilo que vivemos. Assim, não abri mão de escrever o refrão. Comecei a escrever o refrão, falando sobre isso: que a saudade é o museu do amor, apesar de tudo, as pessoas apenas passam a morar dentro da gente. Eu nunca quis muito gravar sobre isso, pois seria o meu “Tears in Heaven” (canção composta Eric Clapton no período da dor de perder seu filho Conor de apenas quatro anos), e eu acredito que quando tocamos no show não é pra gente, não é bom dividir essa tristeza. As pessoas vão ao nosso show para se divertir e não para sofrer. Sempre pensei que, se eu tivesse algum problema, eu utilizaria a coxia para chorar e não levaria para o palco meu mau momento. Meu público não pagou ingresso para ver a minha dor. Ali tenho que fazer o meu melhor: alegrar e divertir. Tenho hoje como meta fazer um show melhor que o outro, pois sempre penso que meu filho nunca assistiu a um show meu, mas agora ele tem cadeira cativa nas minhas apresentações.

– Em recente entrevista ao site da Rádio Transamérica, você compartilhou o desejo de gravar com Tiago Iorc. Esse desejo ainda permanece? Há outros nomes com quem você tem o desejo de gravar?

Eu acho o Tiago Iorc um fenômeno, um cara muito bom. Vamos ver se rola essa parceria. Estamos preparando um projeto muito legal para esse ano, o álbum “Vou te levar comigo“, que é o nome de uma música do Biquíni. Descobrimos vários artistas que têm um apreço pelo nosso trabalho, e que são de outros estilos musicais. Achei legal fazer essas músicas do Biquíni com artistas de outros nichos. Estamos pensando em Guilherme Arantes e Tiago Iorc, por exemplo. A respeito do Tiago, saiu uma nota na imprensa, que me deixou muito embaraçado: a nota dava como certo que estávamos fazendo uma parceria. Com isso, tive que mandar, inclusive, uma mensagem para ele, informando que a tal nota saiu totalmente distorcida. Tudo se deu depois que manifestei o desejo de gravar com ele, já que acho o trabalho dele muito bom. Disse apenas isso e ponto.

– Você já deixou explicito que não curtiu a utilização da melodia de “Tédio” na música “Adultério” de Mister Catra e disse que só fez para não ter uma postura de censurador. No momento em que você liberou o uso da melodia você já tinha o conhecimento do conteúdo da letra que ele introduziu na melodia?

Na verdade ele fez uma paródia! Conhecia o trabalho do Mister Catra antes mesmo do uso da música “Tédio“. Eu já sabia que existia um funk, inicialmente eu não gostei e acabei voltando atrás, pois não me cabe fazer papel de sensor. Eu não gostei exatamente por conhecer a letra e liberei para, de certa forma, dizer: “Olha! Apesar de eu não gostar, estou liberando“. Não se trata de um caso de alguém que pediu uma liberação de uma música dizendo que ia fazer uma paródia e depois começou a cantar e por isso não gostei. Ele pediu a liberação da música para ele colocar a letra que ele queria. Ressalto que eu já conhecia a letra em questão e vi que não era legal. E meu dilema foi: liberar ou não liberar nossa música para um conteúdo desse tipo? Pensamos: é melhor liberar! Vamos ser sinceros, se tivéssemos proibido, até aumentaria a execução dela e a gente iria ficar com o papel de bobo: “Olha a música que os caras do Biquíni tentaram proibir“. Acreditamos que, se alguém tem que censurar, esse alguém é o público. E o público não censurou. Embora doa na minha própria carne, há uma frase atribuída a Voltaire – que, porém, não é dele -, que diz: “Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-la“. É mais ou menos por aí.

Por Renatto Manga

Estudo revela que 50% dos estudantes têm sintomas de estresses: O que fazer para mudar isso?

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Por Matheus Zardini

O estresse está presente no dia a dia, principalmente na vida acadêmica. Este levantamento foi feito pelos alunos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. O estudo constatou a prevalência dos sintomas de estresse nos estudantes de graduação. Dos 635 estudantes ouvidos, 50% estavam na fase de resistências predominantes aos sintomas do estresse. Dessa forma, a maneira de o docente conduzir a aula tem relação direta com a saúde dos alunos.

Há diversas formas de os trabalhos em sala de aula serem apresentados durante a vida acadêmica. Entre eles, o vídeo, que foi a maneira que a professora e doutora Rose Vidal encontrou para que os alunos visualizem melhor o conteúdo. “Fazendo e transformando isso em imagens, depoimentos e em vídeos, fica muito mais fácil para eles aprenderem e estudarem os conteúdos que são passados na sala de aula”, disse.

Dentre as matérias que Rose Vidal leciona está a “cultura das mídias” que, neste primeiro semestre de 2018, passa aos alunos a tarefa de produzir um vídeo sobre a Modernidade Liquida de Zygmunt Bauman e a Hipermodernidade em Gille Lipovetsky. “As minhas duas turmas obtiveram resultados excepcionais que foram além do esperado”, contou.

Após sentir o desespero de alguns integrantes do grupo que tinham desistido de realizar o vídeo, os estudantes de jornalismo Cleiton Rodrigues e Gabrielle Cristina se empenharam em fazer em um dia o que deveria ter sido concluído em algumas semanas. “Tive algumas ideias e coloquei essas ideias no papel em forma de música. Apresentei a composição para a Gabrielle e ela topou usá-la no trabalho. O resto foi fluindo aos poucos”, explicou Cleiton.

Com uma abordagem diferente, o aluno de publicidade Renan Mendes e os integrantes do seu grupo pensaram em representar os conceitos de Bauman e Lipovetsky usando um personagem da série “La casa de Papel”. Eles ficaram muito satisfeitos com o resultado do trabalho. “Ultrapassou a expectativa, fizemos algo bem básico mas a sala toda gostou, a professora elogiou muito a apresentação. O vídeo, apesar de ser apenas uma cena-paródia de La Casa de Papel, foi autoexplicativo e passou o conteúdo de forma clara”, informou.

Confira alguns dos trabalhos exibidos pelos alunos de jornalismo e publicidade:

 

ATÉ ONDE VOCÊ CHEGARÁ PARA VIVER DA SUA IMAGEM?

GRUPO: Renan Mendes, Camila Souza, Thaina Costa e Polyana Silva

 

 

TEMPOS ATUAIS POR BAUMAN E LIPOVETSKY

Grupo: Cleiton Rodrigues e Gabrielle Cristina

 

 

MODERNIDADE LÍQUIDA

Grupo: Talls, Solange e Allefy

 

 

CULTURA DAS MÍDIAS

Grupo: Herika Godoy, Jaqueline Huver, Jordan Andrade, Marlon Max e Pâmella Mayra

 

Grupo: Bethânia Ramos, Emanuelly Costa, Ingryd Castoldi, Julia Mufalani e Michaela Dafne.

 

SOCIEDADE MODERNA

Grupo: Thiago Nielsen, Jéssica Souza, Ingrid Rocha, Larissa Simoes, Karolina Lima e Brenda Rangel.

 

Vídeos sobre autismo concorrerão a R$ 1,5 mil em prêmios

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Prêmios que somam R$ 1,5 mil serão disputados por vídeos produzidos pelos alunos da Estácio Vitória no 1º Concurso Asas ao Anjo que faz parte da II Jornada sobre Autismo promovida pela faculdade. Dos vídeos deverão constar depoimentos, rotinas e entrevistas que esclareçam o Transtorno do Espectro Autista, bem como retratem a realidade do Autista e familiares e, ainda, contemplem o trabalho profissional multidisciplinar aplicado às terapias.  Os vídeos deverão ser acompanhados por uma pesquisa com, no mínimo, dez páginas e deverão ser produzidos por grupos de até seis alunos. As inscrições para o concurso podem ser feitas até o dia 20 de abril.

Os resultados do concurso serão divulgados no dia 9 de maio, no auditório da faculdade, quando haverá também a palestra “Direitos dos Autistas”. Os vídeos classificados em primeiro e segundo lugar serão apresentados na mesma ocasião. Os alunos autores dos vídeos inscritos farão jus a 5 Horas AAC (de Atividades Acadêmicas Complementares). Para a produção dos vídeos, os alunos poderão buscar apoio e entrevistar especialistas em Autismo como psiquiatras, neurologistas, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, fisioterapeutas e psicopedagogos.

A pesquisa que deverá acompanhar os vídeos deve responder as seguintes questões: Qual é a diferença entre doença e deficiência (diferença entre doença mental, deficiência mental e deficiência intelectual)? Qual é o impacto do aumento do número de pessoas diagnosticadas com Autismo na sociedade e qual é o impacto dos padrões sociais na vida do Autista? Os direitos dos Autistas estão garantidos por alguma lei? O grupo percebe a aplicação prática desta lei? O profissional que atua nas áreas de formação da Estácio Vitória tem como estimular ou facilitar a inserção do Autista na sociedade? Que tipo de atividade poderia ser incluída no currículo acadêmico para capacitar o corpo discente na atuação em prol dos Autistas?

O regulamento completo do 1º concurso Asas de Anjo pode ser obtido pelos interessados no NAI, Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da faculdade.

 

Estudantes de Jornalismo convidados a participar do Dia de Cooperar

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Os estudantes de jornalismo, os jornalistas e os integrantes das cooperativas que fazem parte da OCB-SESCOOP/ES – Organização das Cooperativas Brasileiras, seção do Espírito Santo, estão convidados a participar do “Dia de Cooperar”, um evento dedicado a palestras e debates sobre o cooperativismo. O evento será realizado no dia 4 de abril, de 9h30 às 17h30, no Bourbon Vitória Residence Hotel, situado à Av. Dante Micheline , 435, em Camburi, Vitória. As inscrições, que são gratuitas, podem ser feitas, até a véspera do evento.

A programação do evento prevê, para o período da manhã, exposições sobre o “Dia C no Espírito Santo” e “Os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU”, sendo palestrante Amanda Lima. No período da tarde, Pedro Lins falará sobre “A prática da competitividade sustentável, da sustentabilidade e da responsabilidade socioambiental como diferenciais competitivos no Cooperativismo”. Daniella Lemke encerrará o evento com a palestra “Dia C no Brasil e na mídia”. Informações adicionais sobre o evento podem ser obtidas com Marcos, Eniálide, Bianca e Josiani pelo telefone 2125-3200 e e-mail eventos@ocbes.coop.br.

Divulgado o calendário de visitas técnicas do primeiro semestre de 2018

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Os alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda poderão, neste primeiro semestre de 2018, visitar a Rede Gazeta e a área de Comunicação da Vale. Esses eventos constam do calendário de visitas técnicas dos cursos que acaba de ser divulgado.

A visita à Rede Gazeta será realizada no dia 2 de maio, de 14 às 16 horas, na sede da Rua Chafic Murad, no bairro Monte Belo. Nela, trinta alunos poderão conhecer as dependências da TV Gazeta, das Rádios Litoral e Gazeta AM e da redação multimídia dos jornais impressos A Gazeta e Notícia Agora, do portal Gazeta Online e da Rádio CBN Vitória.

Na Vale, também trinta alunos serão recepcionados no Parque Botânico, em Jardim Camburi, às 9 horas do dia 11 de maio. A programação, que se encerrará às 11h30, inclui uma visita à área operacional da empresa.

As inscrições para as visitas poderão ser feitas no SIA, Sistema de Informações Acadêmicas em data ainda a ser divulgada.

GALERIA DE FOTOS

Foto de autoria de aluno da Estácio é destaque na primeira página de “O Globo”

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A foto principal da primeira página da edição do dia 7 de março de “O Globo” é de autoria de Marlon Max, aluno do curso de Jornalismo da Estácio Vitória. Marlon estava a bordo do helicóptero da Polícia Militar quando fez a foto que mostra o patrulhamento que está sendo realizado na divisa do estado com o Rio de Janeiro “para evitar que criminosos acuados pelas tropas de intervenção fujam para o Espírito Santo”, como relata a reportagem.

A matéria informa que “a operação, que começou há 12 dias, conta com bloqueios policiais nas rodovias e tem o apoio de helicópteros e drones”. A matéria da primeira página chama o leitor para a reportagem completa que está publicada na página 13 com o título “Espírito Santo fecha cerco contra migração de bandidos do Rio”. Nesta página, outra foto de        Marlon Max ilustra o texto com a legenda: “Patrulhamento aéreo. Armado, um policial do Espírito Santo observa de um helicóptero a divisa com o Estado do Rio”.

Marlon Max tem sido frequentemente contratado pela Agência Globo para fazer fotos que ilustram as reportagens do jornal. No último dia 11 outra foto de Marlon foi publicada em “O Globo”. Na reportagem “Cotas raciais: ao menos 18 instituições federais têm comissões para analisar candidatos”, a foto traz a legenda: “Membros do Coletivo Negrada, da Universidade Federal do Espírito Santo”.

Aula inaugural recepciona alunos do primeiro período da Estácio Vitória

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Por Laile Tardin

Em uma noite de quinta-feira chuvosa – 8 de março – foi realizada a aula inaugural da Estácio Vitória que recepcionou os alunos do primeiro período de todos cursos deste semestre. Além dos estudantes, estiveram presentes no evento, realizado no auditório da faculdade, o diretor geral da Estácio no Espírito Santo Rodrigo Biazon, os coordenadores dos cursos presenciais e EAD (Ensino à Distância), representantes da secretaria e da biblioteca e outros funcionários.

O diretor geral Rodrigo Biazon, após narrar a história da faculdade e prestar informações sobre as modalidades – presencial e à distância – e cursos oferecidos, anunciou que a Estácio Vitória está sendo preparada para brevemente se tornar um centro universitário. O diretor geral destacou também a importância da participação dos alunos no Enade, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes.

Os coordenadores de cursos Carlos  Hackbart (Direito), Lize Barros (Jornalismo e Publicidade e Propaganda), Georgia Vital (Fisioterapia), Fabio Amorim (Pedagogia), Fabio Vago (Engenharia de Produção), Alice Kukning (Educação Física) e Marilia Tavares (EAD) falaram sobre os cursos apresentando as estatísticas, os materiais didáticos oferecidos pela instituição e o trote solidário.

A bibliotecária Luiza orientou os alunos sobre os serviços disponibilizados pelas bibliotecas da Estácio Vitória – a física e a virtual – destacando que o acesso do aluno se dá através da biometria.  O representante da secretaria João Antunes mostrou aos alunos o funcionamento e os serviços prestados pela secretaria.

Galeria de Fotos

Matéria de aluno da Estácio é capa da Revista ag

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A matéria “O personalizado está na moda”, de Matheus Zardini, aluno do curso de Jornalismo da Estácio Vitória, foi o destaque da capa da Revista ag, que circula aos domingos com o jornal A Gazeta, na edição de 25 de fevereiro. Na capa da revista, o título “Feito pra você” é ilustrado com duas fotos, sendo uma de uma oficina de tecidos (presente dado pela mãe aos seus dois filhos) e outra do presente (uma obra com um desenho que representa a sua família) que a arquiteta Mariana Teixeira ganhou de duas amigas. O subtítulo define o propósito da reportagem: “Imagine presentear seu filho com uma aula circense ou seu marido com uma escalada. Ou quem sabe encomendar uma obra com a cara da sua melhor amiga. A moda agora é dar mimos personalizados, algo que ficará pra sempre em casa ou na lembrança”.

A reportagem, publicada nas páginas 12 a 15 da revista, trata da tendência de as pessoas presentearem amigos e parentes com algo personalizado elaborado por artistas e empresas especializadas. O texto conta vários episódios em que isto aconteceu com as obras das artistas plásticas Aline Carneiro e Maíra Amaral e as experiências oferecidas pela empresa “Fora da caixa” das psicólogas Ana Paula Brumatt e Rubinele Pimenta. Completam o texto publicado as fotos de Vitor Jubini e Marcelo Prest.

 

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