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Vinicius D’Black concede entrevista exclusiva para a Rede Interferência em saguão de hotel

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Entrevista

 

– Já conhecia o Estado do Espírito Santo?

Sim, eu já conhecia o Espírito Santo! Tive o prazer de estar aqui algumas vezes. Cheguei a tocar diversas vezes em Guarapari, na casa de show “Mais”. Show solo, com Buchecha e também com a Perla. Agora estou de volta, aqui em Vila Velha, com a BlackSete.

– Em 2007, momento em que você ficou conhecido do grande público com o hit “Sem ar”, seu nome artístico era somente D’Black. Na sua participação da última edição do “The Voice Brasil” você surge como Vinicius D’Black. Como foi integrar seu nome ao artístico?

Então! Acontecia muito de chegar nos shows e as pessoas perguntarem: “cadê o resto da banda?”, pois achavam que o nome era de uma banda e não de um cantor. Elas pensavam sempre que eu era o vocalista do D’Black e eu sempre dizia: “eu não sou o vocalista do D’Black, eu sou o D’Black”. Assim, acrescentei o Vinicius para resolver isso, e resolveu. Há muita coisa com o nome “black”, muita gente usa o “black”, assim, a mudança também foi uma forma de diferenciar, já que estamos na era da internet, onde cada caractere faz total diferença. Coloquei o meu nome para definitivamente ficar algo único.

– Falando em nome artístico, como surgiu D’Black?

D’Black surgiu, como se fosse D’água. D’Black vem do “black”, que vem da música negra, que vem da raça. Tudo que vem do black está comigo, tem a ver comigo. Especialmente, culturalmente falando.

Foto: TV Globo

Vinicius D’Black e Carlinhos Brown no palco do The Voice Brasil

 

– Seu trabalho hoje conta com milhões de visualizações na internet e uma carreira já conhecida do grande público através de diversos hits. Assim, o que levou você a participar do The Voice Brasil?

Para inovar! Eu tenho uma imagem muito ligada à minha música romântica e era considerado um cantor beirando a MPB, um cantor muito sério. E aí eu passei a fazer um trabalho mais pop, de alguns anos para cá. Na verdade, eu já era um artista pop, mas sempre ficava essa imagem de um artista mais paradão. Eu precisava e queria mudar essa imagem que as pessoas pensavam que era eu. Assim, quando me viram no The Voice, fazendo todo aquele trabalho, eu pude renovar minha carreira, renovar minha imagem, mostrar que eu sou um showman, que danço e canto. Era isso que eu queria mostrar e, graças a Deus, deu tudo certo. Agora o público já espera que eu vá fazer alguma coisa como dançar e tudo mais.

 

– Nesse primeiro semestre de 2018 será lançada uma música sua em parceria com seu técnico no The Voice Brasil, Carlinhos Brown. Fale mais a respeito desse encontro musical.

A música ainda não foi escolhida. A gente está trabalhando ainda, escolhendo, vendo. O The Voice está lançando três músicas: a primeira foi “Incondicional”, que já está na internet, minha música de trabalho atual. A segunda será “48 horas”, que também é uma composição minha com um parceiro, o Chayder, que será lançada agora, possivelmente. E aí, mais para frente, vou gravar com o Brown. Então, nesse primeiro semestre será somente de lançamentos ligados ao The Voice.

– O que o público que acompanha sua carreira pode esperar para 2018 além da parceria com o Brown?

Meus próximos lançamentos seguirão uma linha dançante, uma linha mais pop, que é a perspectiva do meu novo trabalho, trazendo um pouco de Drep, da música negra atual que é o Rip-Rop. Será bem legal, porque é um novo lado que eu ainda não mostrei.

 

Foto: divulgação
Vinicius D’Black vivendo o MC Jonathan no longa “Maré – Nossa História de Amor”

 

– Além da carreira de cantor, poucos sabem da sua paixão pela dança e de suas diversas participações na televisão e até no cinema, no filme “Maré – Nossa História de Amor”. Como surgiu o convite para viver o MC Jonathan no longa?

Na verdade não houve convite. Eu fui participar do corpo de baile e, na fila, alguém perguntou se existia ali alguém que cantava. Eu já estava pré-aprovado como bailarino, mas não tinha a mínima ideia de que eu poderia ser o protagonista do filme. Quando cantei, a direção me deu a oportunidade de interpretar o Jonathan. O desafio foi grande, fui intimado a aprender a atuar em três meses. Fiquei esse período com o preparador e deu tudo certo.

– No início da carreira você tentou integrar a boy band “Broz” e a participar do reality “Fama” que consagrou Vanessa Jackson. Não obtendo êxito nas tentativas, você optou em gravar de forma independente o álbum “Soul brasileiro” em 2005 que marcou o princípio da sua carreira na música. Qual é a sua dica para quem está começando e tem como meta alcançar a visibilidade junto ao grande público?

Eu estava um pouco mais maduro quando gravei. Por mais que eu achasse assim: “Isso não dará certo!”, “Eu vou fazer tudo do meu jeito”, na época eu achava que estava fazendo algo totalmente diferente. Mas tudo o que eu tinha passado me levou àquilo. Eu tinha vivenciado o Brow’s, onde eu fui um dos finalistas. Fiquei entre os 20, entre os mais de 20 mil do reality. Eu vim de um reality. Foi a primeira experiência que eu tive na minha vida com música, no caso, com o grande público, já que eu estudava música na Escola Villa Lobos. Depois veio o “Fama”, onde eu também fui selecionando. Cheguei a ir para São Paulo, e esta foi uma oportunidade muito boa. Porém, eu fiquei muito chateado, pois eu nem fui para a TV. Eu achava assim: no outro eu quase entrei no grupo e nesse eu não consegui ir nem para TV. Então eu fiquei meio frustrado e falei para mim mesmo: vou tentar sozinho. E deu muito certo! Claro, poderia não dar, mas certamente eu continuaria tentando. Eu acho que as pessoas devem continuar tentando, buscando aquilo que faz sentido para elas. Tem que fazer sentido, pois se for simplesmente para parecer com algo que já existe pode ser que você se desmotive no meio do caminho.

 

Por Renatto Manga

Corrupção em debate na 12ª Semana de Comunicação

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De 15 a 17 de maio o tema “Corrupção – Não deixe cair no esquecimento” será debatido na 12ª Semana de Comunicação promovida pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Estácio Vitória. Entre outras personalidades que participarão do evento estão Edmar Camata, da ONG Transparência Capixaba, Bruno Brandão e Jessica Polese, autores do livro “Meu Brasil Verde e Amarelo”, o cartunista Gilberto Zappa, o fotógrafo Rodrigo Gavini, os professores Marcelo Bozi e Leonardo Picinati, os integrantes do “Política Ativa” Cláudio Passamani e Gustavo Peixoto, o diretor da EDP João Paulo Mateus, e os jornalistas Vilmara Fernandes, Leandro Nossa e Antônio Carlos Leite (Kaká).

A abertura da programação se dará no dia 15, no auditório da Estácio Vitória, com as palestras de Edmar Camata e de Bruno Brandão e Jessica Polese. No dia 16 serão realizadas, nas salas do 3º piso da faculdade, as oficinas de caricatura/ilustração (Gilberto Zappa), jornalismo investigativo (Vilmara Fernandes), fotografia (Rodrigo Gavini) e rádio e TV (Leandro Nossa) e as palestras de João Paulo Mateus (“Compliance”), Marcelo Bozi (“Fake News – credibilidade das fontes”) e Leonardo Picinati (“Planejamento e plano de marketing”). O evento será encerrado no dia 17 com uma mesa redonda que contará com as participações de Antonio Carlos Leite (Kaká), diretor de jornalismo da Rede Capixaba e âncora do BandNews FM ES, e de Cláudio Passamanio e Gustavo Peixoto, do “Política Ativa”.

Na cerimônia de encerramento a professora Rose Vidal lançará o livro “Lei de Acesso à Informação e Jornalismo”. Na mesma ocasião haverá sorteio de brindes para os presentes. As atrações musicais ficarão a cargo de Dan Abranches (no dia 15) e Banda Caixadá (no dia 17).

A 12ª Semana de Comunicação foi organizada pelos alunos da disciplina “Planejamento e organização de eventos” ministrada pela professora Fernanda Sartório. Para Fernanda, “a premissa básica do evento é a de promover um encontro marcado com o ambiente acadêmico que não visa só entender a realidade do profissional como estabelecer um laço de proximidade com os acadêmicos, com o apoio da Instituição que acredita na importância dessa ação e no conhecimento como base sólida para transformação do ser humano”. Estão também entre os objetivos da Semana “reunir os alunos dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda a fim de discutir os diversos papéis da comunicação frente ao tema ‘corrupção’ proporcionando um olhar mais denso sobre as questões éticas do indivíduo e da sociedade”.

Para participar da 12ª Semana de Comunicação, o aluno deverá providenciar a sua inscrição no SIA, Sistema de Informações Acadêmicas.

Bruno Gouvea celebra os 50 anos do “Álbum Branco” com o Clube Big Beatles e concede entrevista à Rede Interferência

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Sócio de Carteirinha – Ano 10

Em 22 de novembro de 1968, John Lennon, Ringo Star, Paul McCartney e George Harrison lançaram um disco sem nome, o décimo álbum gravado em estúdio dos Beatles. Assim, por não haver nome, ficou popularmente conhecido como “The White Album

Foto: Matheus Soares

Bruno Gouvea e Carlos Coelho no palco do Teatro Universitário com a banda Clube Big Beatles

A décima temporada do projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles foi lançada. Na primeira etapa, a banda capixaba recebeu Bruno Gouvea e Carlos Coelho, ambos da banda Biquini Cavadão. O encontro ocorreu no dia 15 de março no palco do Teatro Universitário, na UFES, o mesmo cenário das próximas oito etapas que contarão com: Andreas Kisser (19 de abril), Leo Jaime (17 de maio), Charles Gavin (28 de junho), Emmerson Nogueira (19 de julho), Roberto Menescal (16 de agosto), Fernanda Takai (20 de setembro), Moska (25 de outubro) e Ivan Lins (22 de novembro).

A primeira etapa do projeto contou com novidades: após a banda Clube Big Beatles tomar o palco, ser ovacionada pelo público e cantar “Strawberry Fields Forever”; Márcio Yguer fazer um solo de “No More Lonely Nights” e Guto Ferrari explodir na canção “Yer Blues”, Edu Henning convidou Mark Trompson para cantar a canção “Golden Slumbers”, do álbum “Abbey Road” gravado em 1969 pelos Beatles. O convite surgiu para abrir uma série de participações de pessoas que acompanharam, de alguma forma, a banda capixaba nos 10 anos do projeto. Trompson é o tradutor oficial da banda. Vale ressaltar que o convidado provou que seu talento vai além de traduzir: foi excepcional na apresentação.

Foto: Matheus Soares
Mark Trompson estreando a série de participações dos amigos do Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles

A noite seguiu com “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, acompanhada à altura pelo público que lotou os setores A e B do teatro. Logo após houve uma homenagem a George Harrison que, se ainda vivo, completaria 75 anos no último dia 25 de fevereiro. A condecoração a Harrison contou com a canção “Something”, composta pelo músico em 1969 e lançada no álbum “Abbey Road”.

We Can Work It Out”, “Day Tripper”, “I Saw Her Standing There”, “Helter Skelter”, dentre outras canções, foram tocadas pelos integrantes do Clube Big Beatles antes do convite aos convidados da noite.

O projeto “Sócio de Carteirinha” tem como objetivo deixar os músicos convidados selecionarem a show-list. Assim, Bruno Gouvea e Carlos Coelho, inteirados da história do quarteto britânico, escolheram cantar parte do repertório do “Álbum Branco”, lançado em 1968, precisamente há 50 anos. Todavia, não esqueceram os clássicos lançados no mesmo ano como “Hey Jude” e “Revolution“. Em entrevista ao acadêmico Renatto Manga, para a Rede Interferência, Gouvea compartilhou o motivo da escolha do repertório: “Hoje será um show de celebração dos 50 anos; não por menos, eu e Coelho estamos com 51 anos. Então faz total sentido estarmos aqui realizando essa homenagem, essa apresentação”.

Os músicos do Biquini Cavadão entraram em cena após a devida apresentação de Edu Henning, líder da banda Clube Big Beatles, que não escondeu a admiração pelos convidados que já marcaram presença no projeto em 2014.

Foto: Matheus Soares

Bruno Gouvea, Carlos Coelho e Clube Big Beatles celebrando os 50 anos do “Álbum Branco”

 

Com “Come Together” os convidados iniciaram a celebração dos 50 anos do “Álbum Branco”. Carlos Coelho marcou a noite solando sozinho na guitarra a canção “The Long And Winding Road”. Os amigos de longa data não esqueceram “Back In The U.S.S.R”, “Dear Prudence”, “While My Guitar Gently Weeps” e “Blackbird”.

Assim como em 1968, e involuntariamente na carreira dos Beatles, as canções “Hey Jude” e “Revolution” ganharam a participação do público que cantou e provou que o “Álbum Branco” realmente necessitava de uma condecoração a altura.

Certamente Bruno Gouvea e Carlos Coelho deixaram espaço aberto nos corações dos presentes para acompanhar as próximas apresentações, no décimo ano ininterrupto do Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles.

ENTREVISTA COM BRUNO GOUVEA

Foto: Márcio Yguer

Bruno Gouvea concede entrevista ao acadêmico Renatto Manga momentos antes de subir ao palco da UFES
Momentos antes de entrar em cena, no Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles, Bruno Gouvea recebeu a Rede Interferência para um bate-papo exclusivo.

Na ocasião, Gouvea compartilhou a experiência de gravar com o lendário Renato Russo. Falou de como foi compor “Zé Ninguém“, presente na história das maiores manifestações políticas do país. Dentre outros assuntos, descreveu o sentimento em escrever a nova canção “Saudade é o museu do amor” em homenagem ao seu filho Gabriel, que faleceu em 2011.

Confira na íntegra a entrevista:

– Qual foi o momento que você teve contato com a obra dos Beatles? Há um álbum favorito do quarteto britânico que você tem como preferido?

Fui apresentado à obra dos Beatles por volta de 1976, quando minha mãe me deu de presente uma fita cassete, que era um disco chamado “Collection Of Oldies But goldies“. Esse álbum era, basicamente, um dos maiores sucessos da banda antes dos “Sgt. Pepper’s“. Esse disco tinha várias canções, como “Yesterday“, “Yellow submarine” e “Can’t Buy Me Love”, mas o interessante é que, na minha infância, como eu ouvia muitos discos de compilação, com vários artistas, eu achei que esse era mais um disco de vários artistas. Não imaginava que quem cantava “Michelle“, era a mesma banda que cantava “Yellow Submarine” e “Help“. Aquilo foi para mim uma coisa impressionante. Com meus 14 anos comecei a entender o que era os Beatles; aí então fui apresentado ao álbum Vermelho e ao álbum Azul. Foi nesse momento que fui descobrir cada disco dos Beatles lançado, o que eles tinham e o que eles faziam. Se tenho algum álbum preferido? Acho que cada álbum tem uma história, tem uma coisa legal. Mas há um álbum que, para mim, é muito importante: eu fui viajar em 1983 para a Inglaterra, para estudar durante as férias, e lá peguei um inverno rigoroso, muita neve. Estava, mais especificamente, no interior da Inglaterra. Na casa da família onde eu estava não havia muitos discos, mas eles tinham o “Beatles for Sale” e esse foi o disco que eu ouvi todos os dias durante aqueles dois meses e ele acabou chamando muito as minha atenção. Quando coloco esse disco para tocar, eu volto no tempo, volto exatamente naquele período dos meus 16 anos, uma mistura de medo e saudade do Brasil, querendo voltar logo e ao mesmo tempo tendo que estudar nas férias. Esse álbum, sem dúvidas, me marcou bastante.

Foto: Matheus Soares
Bruno Gouvea e Carlos Coelho em 2014 no Projeto Sócio de Carteirinha do Clube Big Beatles

– Há exatos quatro anos você e Carlos Coelho subiram no palco do Projeto Sócio de Carteirinha pela primeira vez. O que os “Beatlemaniacos” podem esperar de diferente hoje em relação à primeira apresentação?

Na primeira apresentação, em 2014, eu e o Carlos Coelho selecionamos um repertório falando dos Beatles após os Beatles, onde tocamos “Jealous Guy” e “Tomorrow“. Nessa noite vamos focar nos 50 anos do álbum Branco. Vamos tocar, além de algumas músicas do “Álbum Branco”, músicas que também foram lançadas em 1968, como foi o caso de “Hey Jude” e “Revolution“. Hoje será um show de celebração dos 50 anos; não por menos, eu e Coelho estamos com 51 anos. Então, faz total sentido estarmos aqui realizando essa homenagem, essa apresentação”.

– Assim como sugerido por Hebert Vianna, por que o nome Biquini Cavadão e não Hipopótamos de Kart?

Não gostamos de hipopótamos pois achamos que, com o tempo, a gente ia engordar e o pessoal ia dizer: “lá vêm os hipopótamos” (risos). Então pensamos que esse negócio não iria ser bom. E Biquíni Cavadão a gente nunca pensou em ter como nome, só que o Herbert insistiu muito. Então, para agradá-lo, dissemos: “tudo bem!“. Pensamos que ia durar uma semana, mas ficou. Às vésperas de assinar um contrato, olhamos uns para os outros e indagamos: “É isso mesmo? Vamos assinar como Biquíni Cavadão?“. Herbert disse que olhava a gente, e via que éramos muito mais novos que ele, que se ele fosse novo como nós éramos, ele só gostaria de falar de carros, mulheres e biquíni cavadão. Daí você pode ver que o outro nome sugerido por ele tem ligação com carro.

Foto: arquivo / Biquíni Cavadão
Foto de divulgação do álbum “As Voltas Que o Mundo Dá” do Biquíni Cavadão

– Em 1986, o Biquini Cavadão gravou a canção “Múmia”, com Renato Russo, vocalista da lendária banda Legião Urbana. Como ocorreu essa parceria?

Foi a primeira vez que ele gravou fora do Legião Urbana. A gente fazia muito programa de TV, e essa era uma época que o Legião também fazia. Depois eles foram se afastando da TV e fazendo o mínimo possível. Então a gente se encontrava muito nos bastidores da TV e ficava batendo altos papos. Os programas eram muito demorados para serem gravados, assim ficávamos horas conversando. Naquele período estávamos gravando um novo álbum e tínhamos o desejo de contar com uma participação. Eu sempre disse que gostaria da participação de alguém que realmente cantasse, com um vocal legal. Aí surgiu a ideia de convidar o Renato, que sempre admirei como cantor. Se não me engano, o programa que rolou o convite foi no Chacrinha. Assim, o convite foi feito e ele prontamente topou. Era novidade para ele essa parada de participação. Foi um momento que marcou o Biquini. Uma vez a gente se encontrou no palco com o Legião e ele (o Renato) foi direto: “Cara não me peça para cantar ‘Múmia’ que eu não sei mais a letra” (risos). Depois do estúdio nunca mais cantamos esta música. Em 2001 fizemos uma regravação dela, e através do computador a gente conseguiu colocar a voz dele no novo arranjo. Muitas pessoas conhecem “Múmia” pelo novo arranjo e não pelo de 1986.

Confira o Vídeo:

– A canção “Zé Ninguém” conta com mais de duas décadas e, como poucas, é tão atual no seu contexto social. Você imaginava, ao compor a música, que ainda hoje o Brasil caminharia a passos tão lentos?

Infelizmente! Eu não gostaria que fosse assim. Na verdade, “Zé Ninguém” foi feita para falar sobre axiomas: coisa que você estabelece como a mais pura verdade, absoluta e incontestável. Nela também há frases de efeito como “homem não chora“, “Deus é brasileiro” e “amar é sofrer“. Foi meio que, durante o período Collor, a gente acrescentou algumas questões políticas nela, mais sociais eu diria. Essa canção é tão verdadeira que foi cantada para o impeachment do Collor e também foi cantada nas passeatas para tirar Dilma. Ou seja, são posturas políticas aparentemente diferentes mas a música entrou como uma luva naquelas manifestações.

“Meu filho nunca assistiu

a um show meu,

mas agora

ele tem cadeira cativa

nas minhas apresentações.”

Bruno Gouvea

 

Foto: arquivo pessoal
Bruno Gouvea e seu filho Gabriel que morreu em 2011

– Por você ter compartilhado num programa de TV que não se sente incomodado em falar da morte prematura do seu filho Gabriel, ocorrida em meados de 2011, sentimos o desejo de perguntar: você compôs ou pensa em compor uma canção que descreva esse amor de pai e essa dor que somente quem passa por ela sabe?

Nosso novo disco tem uma música chamada “Saudade é o museu do amor“, que, na verdade, tem uma história toda por trás. Eu estava fora do país quando o meu filho morreu, eu estava compondo uma música com uma cantora americana, a Beth Hart. Eu e o Coelho estávamos na casa dela em Los Angeles. A Beth é uma incrível cantora e sentimos o desejo de compor com ela naquela época. Começamos a compor uma música chamada “Good Enough” (Bom o bastante). Nela há um momento em que falávamos nos versos o seguinte: “Seja firme, seja forte porque às vezes a vida pode te faltar“. Mal sabia eu que, de certa forma, aquilo estava parecendo com o momento que eu estava prestes a enfrentar. A música era muito boa. O Liminha, sem saber de nada, falou para mim: “Vamos colocar essa música no disco?“. Mas ela estava toda em inglês, tínhamos que fazer uma versão em português. Quando completou cinco anos da morte do meu filho, o Coelho, sem lembrar que era exatamente naquele dia que meu filho tinha partido, mandou uma letra. Nela, era como ele sofresse tudo aquilo que sofri, e tudo muito bem colocado, foi muito bonito. Respondi de imediato: “Cara, eu nunca tive vontade de compor sobre isso, mas você escreveu tudo de maneira tão bonita…“. Não haveria maneira de cantar essa música sem tocar nesse assunto, não havia como escrever outra letra que não fosse aquilo que vivemos. Assim, não abri mão de escrever o refrão. Comecei a escrever o refrão, falando sobre isso: que a saudade é o museu do amor, apesar de tudo, as pessoas apenas passam a morar dentro da gente. Eu nunca quis muito gravar sobre isso, pois seria o meu “Tears in Heaven” (canção composta Eric Clapton no período da dor de perder seu filho Conor de apenas quatro anos), e eu acredito que quando tocamos no show não é pra gente, não é bom dividir essa tristeza. As pessoas vão ao nosso show para se divertir e não para sofrer. Sempre pensei que, se eu tivesse algum problema, eu utilizaria a coxia para chorar e não levaria para o palco meu mau momento. Meu público não pagou ingresso para ver a minha dor. Ali tenho que fazer o meu melhor: alegrar e divertir. Tenho hoje como meta fazer um show melhor que o outro, pois sempre penso que meu filho nunca assistiu a um show meu, mas agora ele tem cadeira cativa nas minhas apresentações.

– Em recente entrevista ao site da Rádio Transamérica, você compartilhou o desejo de gravar com Tiago Iorc. Esse desejo ainda permanece? Há outros nomes com quem você tem o desejo de gravar?

Eu acho o Tiago Iorc um fenômeno, um cara muito bom. Vamos ver se rola essa parceria. Estamos preparando um projeto muito legal para esse ano, o álbum “Vou te levar comigo“, que é o nome de uma música do Biquíni. Descobrimos vários artistas que têm um apreço pelo nosso trabalho, e que são de outros estilos musicais. Achei legal fazer essas músicas do Biquíni com artistas de outros nichos. Estamos pensando em Guilherme Arantes e Tiago Iorc, por exemplo. A respeito do Tiago, saiu uma nota na imprensa, que me deixou muito embaraçado: a nota dava como certo que estávamos fazendo uma parceria. Com isso, tive que mandar, inclusive, uma mensagem para ele, informando que a tal nota saiu totalmente distorcida. Tudo se deu depois que manifestei o desejo de gravar com ele, já que acho o trabalho dele muito bom. Disse apenas isso e ponto.

– Você já deixou explicito que não curtiu a utilização da melodia de “Tédio” na música “Adultério” de Mister Catra e disse que só fez para não ter uma postura de censurador. No momento em que você liberou o uso da melodia você já tinha o conhecimento do conteúdo da letra que ele introduziu na melodia?

Na verdade ele fez uma paródia! Conhecia o trabalho do Mister Catra antes mesmo do uso da música “Tédio“. Eu já sabia que existia um funk, inicialmente eu não gostei e acabei voltando atrás, pois não me cabe fazer papel de sensor. Eu não gostei exatamente por conhecer a letra e liberei para, de certa forma, dizer: “Olha! Apesar de eu não gostar, estou liberando“. Não se trata de um caso de alguém que pediu uma liberação de uma música dizendo que ia fazer uma paródia e depois começou a cantar e por isso não gostei. Ele pediu a liberação da música para ele colocar a letra que ele queria. Ressalto que eu já conhecia a letra em questão e vi que não era legal. E meu dilema foi: liberar ou não liberar nossa música para um conteúdo desse tipo? Pensamos: é melhor liberar! Vamos ser sinceros, se tivéssemos proibido, até aumentaria a execução dela e a gente iria ficar com o papel de bobo: “Olha a música que os caras do Biquíni tentaram proibir“. Acreditamos que, se alguém tem que censurar, esse alguém é o público. E o público não censurou. Embora doa na minha própria carne, há uma frase atribuída a Voltaire – que, porém, não é dele -, que diz: “Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-la“. É mais ou menos por aí.

Por Renatto Manga

Estudo revela que 50% dos estudantes têm sintomas de estresses: O que fazer para mudar isso?

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Por Matheus Zardini

O estresse está presente no dia a dia, principalmente na vida acadêmica. Este levantamento foi feito pelos alunos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. O estudo constatou a prevalência dos sintomas de estresse nos estudantes de graduação. Dos 635 estudantes ouvidos, 50% estavam na fase de resistências predominantes aos sintomas do estresse. Dessa forma, a maneira de o docente conduzir a aula tem relação direta com a saúde dos alunos.

Há diversas formas de os trabalhos em sala de aula serem apresentados durante a vida acadêmica. Entre eles, o vídeo, que foi a maneira que a professora e doutora Rose Vidal encontrou para que os alunos visualizem melhor o conteúdo. “Fazendo e transformando isso em imagens, depoimentos e em vídeos, fica muito mais fácil para eles aprenderem e estudarem os conteúdos que são passados na sala de aula”, disse.

Dentre as matérias que Rose Vidal leciona está a “cultura das mídias” que, neste primeiro semestre de 2018, passa aos alunos a tarefa de produzir um vídeo sobre a Modernidade Liquida de Zygmunt Bauman e a Hipermodernidade em Gille Lipovetsky. “As minhas duas turmas obtiveram resultados excepcionais que foram além do esperado”, contou.

Após sentir o desespero de alguns integrantes do grupo que tinham desistido de realizar o vídeo, os estudantes de jornalismo Cleiton Rodrigues e Gabrielle Cristina se empenharam em fazer em um dia o que deveria ter sido concluído em algumas semanas. “Tive algumas ideias e coloquei essas ideias no papel em forma de música. Apresentei a composição para a Gabrielle e ela topou usá-la no trabalho. O resto foi fluindo aos poucos”, explicou Cleiton.

Com uma abordagem diferente, o aluno de publicidade Renan Mendes e os integrantes do seu grupo pensaram em representar os conceitos de Bauman e Lipovetsky usando um personagem da série “La casa de Papel”. Eles ficaram muito satisfeitos com o resultado do trabalho. “Ultrapassou a expectativa, fizemos algo bem básico mas a sala toda gostou, a professora elogiou muito a apresentação. O vídeo, apesar de ser apenas uma cena-paródia de La Casa de Papel, foi autoexplicativo e passou o conteúdo de forma clara”, informou.

Confira alguns dos trabalhos exibidos pelos alunos de jornalismo e publicidade:

 

ATÉ ONDE VOCÊ CHEGARÁ PARA VIVER DA SUA IMAGEM?

GRUPO: Renan Mendes, Camila Souza, Thaina Costa e Polyana Silva

 

 

TEMPOS ATUAIS POR BAUMAN E LIPOVETSKY

Grupo: Cleiton Rodrigues e Gabrielle Cristina

 

 

MODERNIDADE LÍQUIDA

Grupo: Talls, Solange e Allefy

 

 

CULTURA DAS MÍDIAS

Grupo: Herika Godoy, Jaqueline Huver, Jordan Andrade, Marlon Max e Pâmella Mayra

 

Grupo: Bethânia Ramos, Emanuelly Costa, Ingryd Castoldi, Julia Mufalani e Michaela Dafne.

 

SOCIEDADE MODERNA

Grupo: Thiago Nielsen, Jéssica Souza, Ingrid Rocha, Larissa Simoes, Karolina Lima e Brenda Rangel.

 

Vídeos sobre autismo concorrerão a R$ 1,5 mil em prêmios

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Prêmios que somam R$ 1,5 mil serão disputados por vídeos produzidos pelos alunos da Estácio Vitória no 1º Concurso Asas ao Anjo que faz parte da II Jornada sobre Autismo promovida pela faculdade. Dos vídeos deverão constar depoimentos, rotinas e entrevistas que esclareçam o Transtorno do Espectro Autista, bem como retratem a realidade do Autista e familiares e, ainda, contemplem o trabalho profissional multidisciplinar aplicado às terapias.  Os vídeos deverão ser acompanhados por uma pesquisa com, no mínimo, dez páginas e deverão ser produzidos por grupos de até seis alunos. As inscrições para o concurso podem ser feitas até o dia 20 de abril.

Os resultados do concurso serão divulgados no dia 9 de maio, no auditório da faculdade, quando haverá também a palestra “Direitos dos Autistas”. Os vídeos classificados em primeiro e segundo lugar serão apresentados na mesma ocasião. Os alunos autores dos vídeos inscritos farão jus a 5 Horas AAC (de Atividades Acadêmicas Complementares). Para a produção dos vídeos, os alunos poderão buscar apoio e entrevistar especialistas em Autismo como psiquiatras, neurologistas, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, fisioterapeutas e psicopedagogos.

A pesquisa que deverá acompanhar os vídeos deve responder as seguintes questões: Qual é a diferença entre doença e deficiência (diferença entre doença mental, deficiência mental e deficiência intelectual)? Qual é o impacto do aumento do número de pessoas diagnosticadas com Autismo na sociedade e qual é o impacto dos padrões sociais na vida do Autista? Os direitos dos Autistas estão garantidos por alguma lei? O grupo percebe a aplicação prática desta lei? O profissional que atua nas áreas de formação da Estácio Vitória tem como estimular ou facilitar a inserção do Autista na sociedade? Que tipo de atividade poderia ser incluída no currículo acadêmico para capacitar o corpo discente na atuação em prol dos Autistas?

O regulamento completo do 1º concurso Asas de Anjo pode ser obtido pelos interessados no NAI, Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da faculdade.

 

Estudantes de Jornalismo convidados a participar do Dia de Cooperar

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Os estudantes de jornalismo, os jornalistas e os integrantes das cooperativas que fazem parte da OCB-SESCOOP/ES – Organização das Cooperativas Brasileiras, seção do Espírito Santo, estão convidados a participar do “Dia de Cooperar”, um evento dedicado a palestras e debates sobre o cooperativismo. O evento será realizado no dia 4 de abril, de 9h30 às 17h30, no Bourbon Vitória Residence Hotel, situado à Av. Dante Micheline , 435, em Camburi, Vitória. As inscrições, que são gratuitas, podem ser feitas, até a véspera do evento.

A programação do evento prevê, para o período da manhã, exposições sobre o “Dia C no Espírito Santo” e “Os objetivos de desenvolvimento Sustentável da ONU”, sendo palestrante Amanda Lima. No período da tarde, Pedro Lins falará sobre “A prática da competitividade sustentável, da sustentabilidade e da responsabilidade socioambiental como diferenciais competitivos no Cooperativismo”. Daniella Lemke encerrará o evento com a palestra “Dia C no Brasil e na mídia”. Informações adicionais sobre o evento podem ser obtidas com Marcos, Eniálide, Bianca e Josiani pelo telefone 2125-3200 e e-mail eventos@ocbes.coop.br.

Divulgado o calendário de visitas técnicas do primeiro semestre de 2018

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Os alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda poderão, neste primeiro semestre de 2018, visitar a Rede Gazeta e a área de Comunicação da Vale. Esses eventos constam do calendário de visitas técnicas dos cursos que acaba de ser divulgado.

A visita à Rede Gazeta será realizada no dia 2 de maio, de 14 às 16 horas, na sede da Rua Chafic Murad, no bairro Monte Belo. Nela, trinta alunos poderão conhecer as dependências da TV Gazeta, das Rádios Litoral e Gazeta AM e da redação multimídia dos jornais impressos A Gazeta e Notícia Agora, do portal Gazeta Online e da Rádio CBN Vitória.

Na Vale, também trinta alunos serão recepcionados no Parque Botânico, em Jardim Camburi, às 9 horas do dia 11 de maio. A programação, que se encerrará às 11h30, inclui uma visita à área operacional da empresa.

As inscrições para as visitas poderão ser feitas no SIA, Sistema de Informações Acadêmicas em data ainda a ser divulgada.

GALERIA DE FOTOS

Foto de autoria de aluno da Estácio é destaque na primeira página de “O Globo”

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A foto principal da primeira página da edição do dia 7 de março de “O Globo” é de autoria de Marlon Max, aluno do curso de Jornalismo da Estácio Vitória. Marlon estava a bordo do helicóptero da Polícia Militar quando fez a foto que mostra o patrulhamento que está sendo realizado na divisa do estado com o Rio de Janeiro “para evitar que criminosos acuados pelas tropas de intervenção fujam para o Espírito Santo”, como relata a reportagem.

A matéria informa que “a operação, que começou há 12 dias, conta com bloqueios policiais nas rodovias e tem o apoio de helicópteros e drones”. A matéria da primeira página chama o leitor para a reportagem completa que está publicada na página 13 com o título “Espírito Santo fecha cerco contra migração de bandidos do Rio”. Nesta página, outra foto de        Marlon Max ilustra o texto com a legenda: “Patrulhamento aéreo. Armado, um policial do Espírito Santo observa de um helicóptero a divisa com o Estado do Rio”.

Marlon Max tem sido frequentemente contratado pela Agência Globo para fazer fotos que ilustram as reportagens do jornal. No último dia 11 outra foto de Marlon foi publicada em “O Globo”. Na reportagem “Cotas raciais: ao menos 18 instituições federais têm comissões para analisar candidatos”, a foto traz a legenda: “Membros do Coletivo Negrada, da Universidade Federal do Espírito Santo”.

Aula inaugural recepciona alunos do primeiro período da Estácio Vitória

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Por Laile Tardin

Em uma noite de quinta-feira chuvosa – 8 de março – foi realizada a aula inaugural da Estácio Vitória que recepcionou os alunos do primeiro período de todos cursos deste semestre. Além dos estudantes, estiveram presentes no evento, realizado no auditório da faculdade, o diretor geral da Estácio no Espírito Santo Rodrigo Biazon, os coordenadores dos cursos presenciais e EAD (Ensino à Distância), representantes da secretaria e da biblioteca e outros funcionários.

O diretor geral Rodrigo Biazon, após narrar a história da faculdade e prestar informações sobre as modalidades – presencial e à distância – e cursos oferecidos, anunciou que a Estácio Vitória está sendo preparada para brevemente se tornar um centro universitário. O diretor geral destacou também a importância da participação dos alunos no Enade, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes.

Os coordenadores de cursos Carlos  Hackbart (Direito), Lize Barros (Jornalismo e Publicidade e Propaganda), Georgia Vital (Fisioterapia), Fabio Amorim (Pedagogia), Fabio Vago (Engenharia de Produção), Alice Kukning (Educação Física) e Marilia Tavares (EAD) falaram sobre os cursos apresentando as estatísticas, os materiais didáticos oferecidos pela instituição e o trote solidário.

A bibliotecária Luiza orientou os alunos sobre os serviços disponibilizados pelas bibliotecas da Estácio Vitória – a física e a virtual – destacando que o acesso do aluno se dá através da biometria.  O representante da secretaria João Antunes mostrou aos alunos o funcionamento e os serviços prestados pela secretaria.

Galeria de Fotos

Matéria de aluno da Estácio é capa da Revista ag

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A matéria “O personalizado está na moda”, de Matheus Zardini, aluno do curso de Jornalismo da Estácio Vitória, foi o destaque da capa da Revista ag, que circula aos domingos com o jornal A Gazeta, na edição de 25 de fevereiro. Na capa da revista, o título “Feito pra você” é ilustrado com duas fotos, sendo uma de uma oficina de tecidos (presente dado pela mãe aos seus dois filhos) e outra do presente (uma obra com um desenho que representa a sua família) que a arquiteta Mariana Teixeira ganhou de duas amigas. O subtítulo define o propósito da reportagem: “Imagine presentear seu filho com uma aula circense ou seu marido com uma escalada. Ou quem sabe encomendar uma obra com a cara da sua melhor amiga. A moda agora é dar mimos personalizados, algo que ficará pra sempre em casa ou na lembrança”.

A reportagem, publicada nas páginas 12 a 15 da revista, trata da tendência de as pessoas presentearem amigos e parentes com algo personalizado elaborado por artistas e empresas especializadas. O texto conta vários episódios em que isto aconteceu com as obras das artistas plásticas Aline Carneiro e Maíra Amaral e as experiências oferecidas pela empresa “Fora da caixa” das psicólogas Ana Paula Brumatt e Rubinele Pimenta. Completam o texto publicado as fotos de Vitor Jubini e Marcelo Prest.

 

“Narratologia e perspectivas etnográficas” é o novo mini curso oferecido aos alunos de Jornalismo e PP

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Os alunos dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda da Estácio Vitória estão sendo convidados a participar do mini curso “Narratologia e perspectivas etnográficas”, ministrado pela professora Rose Vidal, nos próximos dias 13, 19 e 20 de março, de 18 às 19 horas na sala 301. O curso faz parte de novas perspectivas teóricos-metodológicas aplicadas em várias universidades nacionais e internacionais nos cursos de Comunicação Multiplataforma, além de fazer parte do aporte científico da Estácio. Para garantir a participação, o aluno deve fazer a sua inscrição no SIA, Sistema de Informações Acadêmicas da faculdade.

O curso tem como objetivo possibilitar aos alunos as condições para o desenvolvimento do pensamento e da análise crítica dos processos e signos que constituem a comunicação, por meio da abordagem da narratologia. O programa do curso trata da aplicação da narratologia, a teoria do acontecimento, métodos etnográficos, sociológico e histórico aplicados à comunicação, a estrutura e técnicas de planejamento, e execução e avaliação de projetos de pesquisa em narratologia aplicados na comunicação.

O aproveitamento do aluno no curso será avaliado por meio da aplicação exercícios ou trabalhos individuais e/ou grupais, aplicados em sala de aula ou para entrega posterior. O certificado de participação no curso será emitido pela professora para quem frequentar os três módulos.

Oscar 2018: polêmicas, protestos, abusos, recordes. O quê nos aguarda na 90ª  edição do Academy Awards?

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No próximo domingo (4) será celebrada a premiação cinematográfica mais pop da galáxia. A 90ª edição do Academy Awards, mais uma vez, deve fugir da monótona e careta apresentação de sempre com os velhos discursos e agradecimentos a diretor, colegas, equipe, periquito, papagaio, etc.

Após as duas últimas edições marcadas por polêmicas e gafes estupendas, o Oscar 2018 já vem carregado de contendas sobre abusos e preconceitos nos bastidores de Hollywood. No Golden Globe e no Critics Choice Awards, artistas e cineastas compareceram às cerimônias vestidos de preto como forma de protesto aos recorrentes casos de abusos e assédios sofridos pelas mulheres nos bastidores da maior indústria de cinema mundial.

 

#OSCARSOWHITE

O estopim para esta onda de protestos nas premiações da indústria cinematográfica foi a 88ª edição do Oscar, em 2016, quando grande parte dos artistas realizou um boicote como protesto contra a Academia, por não indicar nenhum ator negro pelo segundo ano consecutivo, e tornou o #oscarsowhite (Oscar ainda mais branco) o tweet mais comentado de fevereiro de 2017.

O comediante Chris Rock se fez presente e abriu a cerimônia com um monólogo bem ácido: “Cara, eu contei pelo menos 15 negros naquela montagem. Bem, estou aqui no Oscar, também conhecido como o White People Choice Awards. Já pensaram que se eles tivessem indicações para apresentador eu sequer teria conseguido esse emprego? Vocês estariam vendo o Neil Patrick Harris agora!”

No ano passado, na tentativa de lavar a consciência, a Academia indicou 20 artistas negros. Foi a maior marca de indicações para negros desde 1985, quando ocorreram dez indicações. E ainda se tornou a primeira edição a indicar artistas negros em todas as categorias. Dentre estes, dois atores também estão concorrendo neste ano nas categorias de melhor ator, Denzel Washington (Roman J. Israel, Esq) e melhor atriz coadjuvante, Octavia Spencer (A forma da água). E para deixar a 89º edição mais marcante ainda, os apresentadores  Warren Beatty e Faye Dunaway, trocaram os envelopes e anunciaram erroneamente La La Lend como melhor filme, quando na verdade Moonlight foi o ganhador.

 

 

NOVOS RECORDES

E parece que a 90ª premiação do Oscar promete surpreender mais ainda. Ao todo, a edição deste ano poderá ter mais de 12 recordes batidos de uma só vez.

Greta Gerwig (Lady Bird) é a quinta mulher indicada ao prêmio de melhor diretor e poderá se tornar a segunda vencedora da categoria. Antes foram premiadas Luina Wertmuller (“Pasqualino Sete Belezas”, 1975); Jane Champion (“O piano”, 1993); Sofia Coppola (“Encontros e desencontros”, 2003); e Kathryno Bigelow (“Guerra ao terror”, 2008), a única vencedora.

Ainda na categoria de melhor diretor, Jordan Peele (Corra!) também está na quinta colocação entre os cineastas negros indicados. Antes dele foram indicados John Singleton (“Os donos da rua”, 1991); Lee Daniels (“Precious – uma história de esperança”, 2009); Steve McQueen (“12 anos de escravidão”, 2013); e Barry Jenkins (“Moonlight”, 2016) que não venceu como diretor mas ganhou como melhor filme. Se Peele ganhar, será o primeiro diretor negro a receber o prêmio da categoria.

 

DO MAIS VELHO AO MAIS NOVO

O ator Christopher Plummer, com 88 anos de idade, se tornou o ator mais velho indicado como melhor coadjuvante por “Todo dinheiro do mundo”. Ele substituiu o ator Kevin Spacey, acusado de abuso sexual durante as filmagens. Além de Plummer, a cineasta francesa Agnès Varda, apenas um ano mais velha que o ator, também se tornou a pessoa mais velha indicada pela Academia, por seu documentário “Visages Villages”. No outro lado do espelho, Timothée Chalamet, de 22, é o ator mais jovem concorrendo na categoria principal de atuação desde 1939. Caso ganhe, o protagonista de “Me chame pelo seu nome” será o mais novo ator de todos os tempos a ganhar uma estatueta.

 

HÁ UMA PRIMEIRA VEZ PARA TUDO

Transgênero

Yance Ford, diretor do documentário “Strong Island”, é o primeiro diretor transgênero a ser indicado a um Oscar. Se ganhar também se tornará o primeiro na categoria.

“Mudbound”

O filme tem quatro estreias em indicações: Virgil Williams como primeira negra em Roteiro Adaptado; Rachel Morrison como primeira mulher em Melhor Fotografia; e Mary J. Blige como primeira pessoa indicada no mesmo ano nas categorias de melhor atriz coadjuvante e melhor canção original.

  

PRADA DA CASA

Em 2018, Meryl Streep aumentou a sua própria marca para 21 indicações a estatueta, com seu trabalho em “The Post: A guerra secreta”.

Daniel Day Lewis, o maior vencedor da categoria de melhor ator com três estatuetas. O protagonista de “Trama fantasma” pode levar o prêmio pela quarta vez, no qual, ele promete ser seu último papel.

Também na categoria de melhor ator, Denzel Washington, de “Roman J. Israel, Esq.”, é o 8º ator mais indicado na história, juntando-se com Marlon Brando, Jack Lemomon, Al Pacino, Geraldine Page e Peter O’Toole.

O compositor John Williams chega a sua 51ª indicação por sua obra prima em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, ele está querendo ultrapassar ninguém mais ninguém menos do que Walt Disney, [1901-1966], com 59 indicações.

 

Com tantas surpresas, muitos nomes de peso, polêmicas, a expectativa para a maior premiação do cinema mundial não podia ser outra, se não de tensão e de ansiedade para sabermos quem serão os grandes vencedores. Como os artistas se comportarão? Qual será a gafe da vez?

Bem, então, só resta torcer pelo seu favorito e esperar até o próximo domingo para descobrir os grandes vencedores da 90ª edição do Oscar.

 

Tags: Indicados ao 90º Oscar.

Por: Michael Bolzan

Jornalista

Vanessa Jackson realiza, junto à Rede Interferência, um balanço da carreira após 15 anos de projeção

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Convidada especial do aniversário de 20 anos da banda capixaba Black Sete, Vanessa Jackson recebeu a equipe da Rede Interferência para um bate-papo e compartilhou diversos momentos da sua carreira, inclusive suas atuações em musicais

Foto: Willian Ferraz

Vanessa Jackson no palco do Clube ARCI, em Vila Velha, no aniversário de 20 anos da banda Black Sete

 

 

No final do ano passado – mais especificamente no dia 9 de dezembro, a banda capixaba Black Sete comemorou 20 anos de estrada com o que há de melhor na música dos anos 90, sem perder a pegada disco-music, que é identidade da banda.

O grupo formado por Peujor (vocal), Idalina Dornelas (vocal), Moisés Madalom (guitarra/backing vocal), Beto Balla (bateria/backing vocal), Márcio Vianna (vocal), Kako Tovar (teclados) e Juninho Groove (baixo/backing vocal) convidou uma das mais potentes vozes do Brasil, Vanessa Jackson, para abrilhantar a festa de duas décadas do grupo.

No público, todas as tribos e idades – casais, solteiros, brancos, negros, homens, mulheres, héteros e gays – com o mesmo objetivo: prestigiar a banda que evidencia a cultura através da música, cantando Rihanna, passando por Bruno Mars à Madonna.

Como cenário da festa, o clube mais tradicional do Estado: ARCI, com 54 anos de história e um público leal. O resultado desse encontro foi a casa lotada com direito a bolo personalizado e o convencional “Parabéns”.

 

Entrevista

Antes de subir ao palco, pouco depois da meia-noite, Vanessa Jackson recebeu no camarim do Clube ARCI o acadêmico em jornalismo Renatto Manga.

Na oportunidade, a campeã do Reality Show Fama, da Rede Globo, transmitido em 2002, realizou um verdadeiro passeio pelos últimos 15 anos da sua carreira. Falou a respeito da produção do seu primeiro álbum, prêmio por ser a vencedora do Reality; das viagens internacionais na divulgação do projeto; de suas apresentações mensais no boêmio Bar Brahma, em São Paulo. Dentre outros assuntos, Vanessa Jackson falou também sobre sua volta à tela da Rede Globo após 12 anos.

Confira na íntegra um balanço da carreira de Vanessa Jackson:

Foto: Maria Felicidade

Vanessa Jackson sendo entrevistada pelo acadêmico Renatto Manga para a Rede Interferência

 

Você já conhecia o Espírito Santo?

– Sim! Eu já conhecia Vitória. Amo esse lugar! Realizei diversos shows aqui a convite do Wesley Sathler, um querido, meu amigo pessoal. Cantei em várias festas dele e até no Inverno VIP em Pedra Azul, Domingos Martins. Lembro também que logo depois que eu saí do Fama em 2002, realizamos um show para a Prefeitura de Vila Velha na praia. Como era o auge, os fãs rasgaram as nossas roupas. Foi muito divertido aquilo (risos).

Quem era Vanessa Jackson antes do Reality Fama?

– A mesma! Só que hoje, após 15 anos, sou mãe de três crianças maravilhosas, consegui adquirir no decorrer de todos esses anos amadurecimento profissional e até mesmo como mulher. Porém, continuo a mesma, muito brincalhona e amando cantar, pois quando entrei no Fama, eu já tinha 8 anos de palco e nunca mais parei de cantar. Se alguma coisa mudou, foi o reconhecimento maior do público após o reality.

Foto: arquivo Globo

Vanessa Jackson e os demais participantes da primeira temporada do Reality Show Fama em 2002

 

Em 2002, após vencer o Reality Fama com mais de 18 milhões de votos, você gravou em Los Angeles seu primeiro álbuns através do contrato que ganhou com a Som Livre. Como foi o processo de produção? Você teve a liberdade de ser você?

– Não! Eu não tive como escolher e nem como participar do repertório. Havia muitas pessoas opinando. O disco ficou muito bonito, porém cada música tem sua particularidade. Não se pode olhar o CD como um todo. Ele virou uma salada de vários estilos pelo fato de eu não poder opinar e ter que gravar algumas coisas que eu não queria na época. Mas esse foi meu “primeiro filho” e amo esse ámhhlbum. Eu gravei dois CDs até hoje pois sou muito preguiçosa para gravar (risos). Estou ensaiando há três anos para gravar um novo EP e já tenho um CD prontinho com músicas que compus e também de autorias de amigos. Em alguma hora eu vou parar e conseguir finalizar esse novo projeto. Voltando a falar do primeiro CD, foi um momento muito especial por ser o primeiro e gravado num lugar que eu sonhava conhecer, Los Angeles, e ainda fui com meu pai, meu herói, meu maior ídolo. Foi memorável e gratificante.

Após positiva exposição na televisão aberta, através da maior emissora no Brasil, a Globo, você se apresentou em diversos países como Japão, Angola e Uruguai. Como foi para você desfrutar dessas oportunidades?

– Foi muito gostoso! Ir para fora do país e as pessoas me receberem tão bem, me tratando como diva mesmo, sabe? É tudo muito diferente do Brasil. O respeito lá fora é muito maior. Então, sempre que vou para fora, eu adoro. Dialogar com as pessoas, conhecer novas culturas e cantar para eles é mágico. Eu simplesmente adoro!

Você se apresenta mensalmente no Bar Brahma, localizado na famosa esquina da Ipiranga com a São João, em São Paulo. “Alguma coisa acontece” também no seu coração ao cantar ali (risos)?

– Acontece e muito (risos). Quando comecei a cantar no Bar Brahma, meu filho tinha sete meses, hoje ele tem dez anos e canta comigo lá mensalmente. É engraçado e muito gostoso. Sempre que eu chego ali, passa um filme na minha cabeça. O Bar Brahma se tornou muito especial para mim.

Conte um pouco para a Rede Interferência da experiência de ser dirigida por Wolf Mayer em 2008 no Musical “Rock Show”.

– O Rock Show foi maravilhoso. Agora, em 2018, vai voltar e espero participar mais uma vez. Esse musical foi uma das coisas mais lindas que eu fiz na minha vida. Na verdade, eu fui dirigida pelo Hudson Glauber, pupilo do Wolf Mayer que supervisionou o trabalho do meu querido amigo Glauber que foi brilhante. Já faz nove anos esse musical, e agora ele volta ainda melhor. Ainda contará com a direção de Hudson.

Foto: divulgação

Vanessa Jackson protagonizou o maior show da América Latina em homenagem a Whitney Houston

 

Até o último mês de novembro você protagonizou o musical “Uma Saudação a Whitney Houston”. Como foi interpretar uma das vozes mais aclamadas do mundo?

– É uma responsabilidade muito grande. Eu já cantava as músicas de Whitney Houston pois desde os 12 anos eu canto na noite e por influência da minha mãe que pedia as músicas da Whitney Houston. Por isso, já conhecia muito da história dela e passei a conhecer ainda mais através desse trabalho. Ficar um ano nesse musical foi esplêndido. A equipe é muito bacana e super tranquila de se trabalhar. O idealizador do projeto, o Rafael Mello, que teve essa brilhante ideia, foi incrível comigo. Eu saí devido a outros projetos e agora quem vem realizando um lindo trabalho lá é a Mylena Jardim, ganhadora do The Voice 2016, uma cantora excepcional. Vida longa ao projeto! Eu sempre afirmo: quanto mais pessoas saudarem, através de tributos e musicais, Whitney Houston, Michael Jackson e Elvis Presley, por exemplo, a gente não permitirá deixar essas lendas e suas obras morrerem.

Ainda falando em musical, em julho você estreou o musical “Black Divas”, no Shopping JK Iguatemi (Teatro Santander). Como foi viajar no tempo, desde os anos 50 até os dias atuais cantando de Aretha Franklin a Beyoncé?

– Eu nunca tinha pensado nesse projeto de forma particular. Mas quando o Bruno Sorrentino e o Ricardo Rangel tiveram essa ideia de fazer um musical com as divas pretas mais importantes do mundo e selecionaram os grandes clássicos da Billboard de 1950 a 2010, eu achei fenomenal. A responsabilidade foi ainda maior que interpretar somente Whitney Houston. Poderiam escalar uma outra cantora para ajudar (risos). Cantar todas elas juntas num só musical foi muito trabalhoso e necessitou de um laboratório ainda maior. A noite do dia 12 de junho foi marcante, eu nunca, na vida, tinha passado por tanto nervosismo ao se apresentar. Nunca minha boca ficou seca em mais de mil shows que já realizei. Naquele dia eu, literalmente, tremi na base (risos).

Foto: GShow

Vanessa Jackson no palco do “Domingão do Faustão” interpretando Whitney Houston


Depois de quatorze anos, no fim de 2016, você voltou à tela da Globo para interpretar “I Will Always Love You” de Whitney Houston.  Apresentar-se no programa “Domingão do Faustão”, maior audiência do domingo na televisão brasileira, de certa forma foi voltar à emissora que projetou você. Como foi viver isso? 

– Engraçado: fiquei doze anos sem entrar na Globo e, depois de todo esse tempo, a convite do próprio Faustão eu voltei pela porta da frente, cabeça erguida e muito feliz. Foi muito gratificante voltar ao palco em que eu cantei pela primeira vez para o mundo quando eu tinha apenas dezoito anos, dois anos antes do Fama. O Faustão tem um carinho muito grande por mim e isto é recíproco porque eu também tenho por ele. Depois de cinco meses o “Fausto” me chamou para fazer o piloto do quadro “Show dos Famosos” que o Ícaro Silva ganhou. Eu fiz o piloto para eles, porque eu ganhei esse mesmo quadro, que era um programa do SBT, o “Esse Artista sou eu”. Depois a Globo comprou o formato e realizou esse quadro no Faustão.

Por Renatto Manga

IV Mostra Científica aprova todos os trabalhos

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Todos os 27 Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) apresentados na IV Mostra Científica dos Cursos de Comunicação, realizada nos dias 7 e 8 de dezembro, foram aprovados. Os trabalhos foram apresentados pelos seus autores, alunos dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda, e avaliados por uma banca formada pela professora de Metodologia de Pesquisa, pelo professor orientador do trabalho e por um especialista convidado.

As apresentações foram realizadas na Faculdade Estácio Vitória. No dia 7 as apresentações ocorreram na sala 218 e no dia 8 nas salas 302, 303, 304, 305 e 306.

Coube à aluna Ludmila Calil de Aquino, com o trabalho “Comunicação e terrorismo: a propaganda online do Estado Islâmico para recrutar militantes e compartilhar o terror”, iniciar as apresentações no dia 7. Naquele mesmo dia apresentaram seus trabalhos os alunos Camila Stockler Batista (“Mídia e criminalidade: a hipótese de seletividade na cobertura jornalística dos homicídios praticados durante a greve da Polícia Militar do Espírito Santo”), Tamiris Cowosque Costa (“A mulher e o jornalismo esportivo capixaba: uma minoria crescente”), e Igor Furtado Rezende (“Telejornalismo popular e os critérios de noticiabilidade: o caso do Balanço Geral Espírito Santo”).

No dia 8 as apresentações tiveram sequência com os alunos Letícia Martins Pinho (“A influência dos youtubers no consumo infantil”), Mireli Alves da Silva (“A narrativa de uma tragédia: estudo da cobertura jornalística do Caso Chapecoense”), Elzienne Chaves Gomes da Silva (“A comunicação interna como ferramenta estratégica na relação entre empregado e empregador”) e Romulo de Brito Souza (“O endomarketing e a comunicação interna na construção de um ambiente organizacional propício à motivação dos colaboradores”).

Também no dia 8 apresentaram os seus TCCs Leon Mombrine Souza (“Marketing multinível x pirâmide financeira: caracterização e desmistificação das estratégias de negócio”), Cássia Pinto Luiz (“A linguagem cinematográfica das animações: o uso dos Easter Eggs da Pixar como apelo de marketing para o público jovem-adulto”), Octacílio Mendes Neto (“Planejamento estratégico digital: a adaptabilidade das marcas no meio digital”), Joana Massariol Lindoso (“Fotografia publicitária: o limite da interferência digital no corpo feminino”), e Ana Cecília Lana e Silva (“Marketing e novas tecnologias: o Facebook como ferramenta de comunicação para prestadores de serviços”).

Outras apresentações tiveram como responsáveis Felipe Ramon Silva de Moura (“Marketing esportivo e o futebol capixaba: estratégias de interação entre clubes e torcedor nas mídias sociais”), Rodrigo Pina Dias (“Marketing esportivo: a relação entre jogadores de futebol e as marcas”), Alexandre Michael Campos (“Merchandising no ponto de venda: as estratégias e sua influência para venda no varejo”) e Giovani dos Santos Silva (“A fé no marketing: a propagação religiosa no Facebook”).

Fizeram, ainda, suas apresentações os alunos Milena Hemerly de Souza (“A cultura do consumo na infância e as influências da publicidade infantil”), Nathália Figueiredo da Silva (“Desafios da comunicação no Terceiro Setor: estratégias para visibilidade social de organizações não governamentais”), Júlia Marcela da S. Santos (“Plus size: representações sociais do modelo feminino na mídia”), e Camila Lima dos Santos (“Comunicação e marketing: aspectos indissociáveis à construção da imagem nas organizações”).

Completando as apresentações, defenderam os seus trabalhos Nicodemos José da Silva Neto (“League of legends: análise da Cultura”), Michael Antunes Bolzan Rodrigues (“Cristianismo e novas tecnologias: o uso do Youtube pela Igreja Batista em Goiabeiras – Vitória-ES”), Lois Nascimento (“De Beauvoir a Pablo Vittar: novos olhares sobre a indústria cultural e feminismo”), Joyce da Silva Almeida (“Do analógico ao digital: narrativa transmídia e a saga Harry Porter”), Dimas Carreta Fraga (“Prós e contras dos sistemas de crowdfundings no mercado nacional de HQs”) e Lucas do Amaral Rocha (“Board games: a transcendência do analógico na era digital e seu impacto no mercado capixaba”).

Vocalista do Jota Quest, Rogério Flausino, abre o coração em entrevista à Rede Interferência

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Entrevista

 Na única apresentação no Estado, no último mês de novembro, na turnê “Jota Quest Acústico – Músicas para cantar junto”, a Rede Interferência entrevistou Flausino, com exclusividade, momentos antes dos mineiros subirem ao palco da Área de Eventos do Shopping Vila Velha

Foto: Maria Felicidade
Rede Interferência, representado pelo acadêmico Renatto Manga nos backstage do show com Rogério Flausino

 

 Com vinte e um anos de estrada no vocal de uma das bandas mais respeitadas do Brasil e com um vasto repertório, Rogério Flausino recebeu a Rede Interferência – portal dos cursos da área de Comunicação da Estácio Vitória na internet, para um bate-papo onde o líder do Jota Quest compartilhou informações sobre o período em que a banda sentiu o desejo de gravar um projeto acústico, a transição de Jonny Quest para Jota Quest em 1998 e as inspirações que o levou a compor a canção “Daqui só se leva o Amor”. Dentre outros assuntos, falou também do mercado digital que vem dia após dia tomando seu espaço.

Confira na íntegra todos os detalhes desse revelador bate-papo:

O Espírito Santo é considerado o quintal da casa de vocês. Como é a recepção do público capixaba?

– Com todo respeito do mundo, consideramos o Espírito Santo como uma extensão da nossa casa, nossa Minas Gerais. É sempre muito gratificante visitar o Estado seja para apresentar nossas tournês ou até mesmo passeios em família. Não recordo uma tour do Jota Quest que não tenha passado pelo Espírito Santo. Nosso público capixaba é sempre muito fiel, sempre lota nossos shows e proporciona com muito carinho uma vibe única a cada canção. Gostaria de registrar que esse carinho é mútuo.

Como nasceu a ideia de registrar um projeto acústico após 21 anos de carreira?

– Na verdade, um acústico sempre foi uma grande vontade do Jota Quest. Lembro que essa vontade aumentou quando a MTV trouxe para o Brasil o formato americano de fazer projetos acústicos. Porém, na época chegamos à conclusão que deixaríamos para mais tarde, quando um repertório mais vasto ocupasse nossa trilha. E isso aconteceu agora, nos nossos 21 anos de carreira. Está sendo muito especial a tour “Jota Quest Acústico – Músicas para cantar junto”, que pensamos em todos os detalhes, desde o palco aos nossos ilustres convidados.

Foto: César Ovalle
Milton Nascimento no palco do DVD Acústico do Jota Quest na canção “O Sol”

 

 E o convite, em especial, da participação do Milton Nascimento como ocorreu?

– Nosso carinho por Milton Nascimento é imenso, vai muito além da música. Um dos nossos maiores objetivos era sua participação no acústico. E não poderia ser em outra canção que não fosse “O sol”. Milton tem um carinho especial pela canção de Antônio Júlio Nastácio, já gravou e cantou em diversas oportunidades. O resultado dessa parceria em nosso álbum acústico será eternamente guardado no meu coração. Milton, além de ser uma lenda da música brasileira, é um ser humano incrível, sempre que estou com ele tenho uma certeza: serão momentos de ricos aprendizados para a vida pessoal e profissional.

No final da década de 1990, a banda optou por mudar o nome de Jonny Quest para Jota Quest para evitar futuros contratempos com a empresa Hanna-Barbera, criadora do desenho animado Jonny Quest. Há uma teoria que diz que a mudança foi sugestão de Tim Maia. Até onde o crítico artista carioca tem influência nessa transição?

– Realmente, o Tim Maia tem influência nessa transição. Quando assinamos com a Sony Music, acredito que o nome “Jonny Quest” tenha incomodado a Hanna-Barbera, pois se trata de duas das maiores produtoras do entretenimento mundial. Foi aí que recebemos um e-mail da Hanna a princípio questionando o uso do nome; daí começamos a pensar em um novo nome. Lembro que ficamos meio perdidos e se perguntando: ‘Como assim, mudar o nome?’. “Jonny Quest” era pichado em nossos materiais de show e todo mundo conhecia aqueles cinco mineiros que tinham o sonho de transformar o mundo (risos) com esse nome. Até que, em meio a todo esse barulho, estávamos nós nos backstage de um grande festival que ocorreu no sul do país em 1998, mais especificamente em Florianópolis, e no palco Tim Maia realizava seu show. Muito louco e de um alto astral incrível, ele agradeceu a presença da então banda “Jota Quest”. Lembro que ele repetiu umas três ou quatro vezes e ninguém do grande público imaginava que ele se referia a nós. Ali ocorreu o batismo do “Jota Quest” e nossa eterna homenagem ao Tim Maia pois, um mês depois, ele morreu!

 

“Usei a ideia de dar valor aos bons momentos,

fidelizar tudo isso aqui na terra pensando até mesmo na eternidade,

no alto.”

 Rogério Flausino

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VÍDEO

Rogério, você compôs “Daqui só se leva o amor”, que ganhou a última faixa do álbum “Pancadélico”. Como nasceu essa canção que vem sendo elogiada pela crítica especializada?

– Cara, essa música eu compus em homenagem ao Chorão e meu sogro, que morreram em datas próximas e circunstâncias muito parecidas. Só de lembrar desses momentos fico muito emocionado. Não apresentei a canção aos meninos de imediato, ela ficou guardada um tempo. Usei a ideia de dar valor aos bons momentos, fidelizar tudo isso aqui na terra pensando até mesmo na eternidade, no alto. Quando minha mãezinha me deixou, ela (a música) voltou a ser um alento para mim, e aí resolvi compartilhá-la com os meninos da banda. Assim ela ganhou o álbum “Pancadélico”. Eu não tinha ideia que essa canção poderia ser tão bem aceita como está sendo e confesso: até hoje é complicado para cantá-la.

Até 2013 o Jota Quest era líder de downloads pagos no Brasil. Em meio à era digital esse método vem cada vez mais sendo utilizado pelas gravadoras substituindo o material físico. A era digital tem correspondido às expectativas financeiras das gravadoras, artistas e bandas?

– Realmente temos esse número na história do Jota Quest. O Brasil demorou muito para evoluir com o digital e com as suas principais plataformas como Spotify e Deezer, por exemplo, foram mais de dez anos de atraso. A realidade é uma só: os artistas e gravadoras ainda estão procurando um modo que realmente dê retorno para ambos. Hoje, as pessoas têm como objetivo pagar, vamos dizer R$ 9,99, e ter acesso a tudo, fora os acessos abertos como o You Tube, por exemplo. Sem dúvida, no tempo do físico o retorno era muito maior para a gravadora e seus respectivos artistas.

A banda Jota Quest é proprietária de um dos estúdios mais respeitados do Brasil, o Minério de Ferro, e já se tornou palco de projetos fonográficos e fotográficos de renomados artistas. A ideia da criação do estúdio sempre foi alcançar toda a classe artística ou essa foi uma ideia que veio com o tempo?

– Não, não! A princípio era apenas para o Jota Quest passar seu som e utilizar de alguma forma. Esse ano o Estúdio Minério de Ferro completa dez anos, investimos muito nele e hoje realmente é procurado por muitos amigos para realizar ensaios, trabalhos e até mesmo grandes projetos. Tudo isso ocorreu sem nenhuma pretensão e, de certa forma, ficamos muito felizes em ter esse reconhecimento com o estúdio em Minas. Ele (o estúdio) é o filhão do Jota Quest.

Foto: Daniela Pessoa
O protesto era parte até mesmo do figurino escolhido por Rogério Flausino no Palco Mundo do Rock In Rio

 

No Rock In Rio, durante a canção “De volta ao Planeta dos Macacos”, a banda protagonizou um momento de protesto ao caos político que o Brasil vem enfrentando e foi ovacionada pelo público na cidade do Rock. O inevitável “Fora Temer” ecoou: atualmente vocês têm percebido um retorno do interesse jovem na vida política do país?

– Acredito que o jovem sempre foi um dos principais precursores dos gritos contra a classe política. Porém, tudo que vem ocorrendo em nosso cenário político está cansando a todos. O jovem vem se reerguendo desse “cansaço” e promovendo esses momentos em apresentações artísticas. O Jota Quest cumpriu sua obrigação em trazer o momento político vivido no país para o Palco Mundo do Rock In Rio e acredito que transmitimos nossa mensagem sem ruído através dessa canção que também é um grito e um grande orgulho do repertório do Jota Quest.

“Propina daqui, jeitinho de lá”. Esse verso da canção “Risco Brasil” pode ser considerado uma crítica tanto aos políticos quanto aos eleitores brasileiros. Você concorda que os representantes políticos são reflexos da população? Como vocês percebem a importância de canções com reflexões políticas para a discussão de um país melhor?

– Olha, de certa forma, até pode ser. Porém, não podemos culpar os eleitores desse caos que o Brasil vem enfrentando com os seus políticos. O povo tem como parâmetro de voto aquele que se apresentou e propôs seu plano de governo na TV e em suas plataformas. O brasileiro elegeu esse político, o que ocorreu no caminho é o que temos que discutir. Leis têm que ser mudadas urgentemente no Brasil, é aí que tudo pode mudar ou ao menos amenizar. A respeito de reflexões políticas em canção, acho de uma valia sem fim, é uma reflexão mais rica e de melhor assimilação.

 

Por Renatto Manga

 

Área de Eventos de Shopping de Vila Velha evidencia a música mineira

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Ouros de Minas

Em apenas dois anos, a Área de Eventos do Shopping Vila Velha já é uma das mais respeitadas casas de shows da Grande Vitória e vem surpreendendo na agenda

Foto: Manuela Scarpa
Milton Nascimento no palco do DVD Acústico do Jota Quest gravado no último mês de maio em São Paulo

Em menos de trinta dias o palco administrado por Patrick Ribeiro Produções recebeu dois grandes nomes da música mineira: Milton Nascimento e Jota Quest. Curiosamente, no último mês de maio, Jota Quest recebeu Milton Nascimento para uma participação na gravação da música “O sol”, que faz parte do recém-lançado DVD “Jota Quest Acústico – Músicas para cantar junto”.

Em ambas as apresentações, a Rede Interferência marcou presença para acompanhar de perto todos os detalhes da passagem de Bituca (apelido de Milton) com sua aclamada MPB e dos proprietários do Estúdio Minério de Ferro, Jota Quest, com seu respeitado Pop Rock. Nomes com décadas de distância, que somente a música é capaz de transportar para uma mesma linguagem nos tempos atuais.

Milton Nascimento, há 50 anos, iniciou sua “Travessia” na música popular brasileira com álbum homônimo. Hoje, Bituca consuma as “bodas de ouro” da sua carreira. Desde 2015, Milton Nascimento tem levado para todo o Brasil e até mesmo o exterior, o show “Semente da Terra”, que ocorreu em Vila Velha na noite do último dia 21 de outubro. O nome da turnê se deu em 2010, quando o músico recebeu de 37 lideranças Guarani Kaiowá o nome sagrado de “Ava Nheyeyru Iyi Yvy Renhoi”, ou Semente da Terra. Desse modo, Nascimento proporciona um repertório com forte conotação política e social.

VÍDEO

Desde os tempos do Clube da Esquina, movimento musical que surgiu na década de 1960, fruto da forte amizade de Bituca com os irmãos Borges (Marilton, Márcio e Lô) e influência dos Beatles com elementos do Jazz e da Bossa Nova, Milton Nascimento prova que não curte andar sozinho “nos bailes da vida”. Assim, nessa turnê, suas apresentações ganham a companhia de gabaritados profissionais e, mais que isso, grandes amigos: Wilson Lopes (direção musical e cordas), Beto Lopes (sete cordas), Lincoln Cheib (bateria), Alexandre Ito (contrabaixo), Barbara Barcellos (vocal), Kiko Continentino (piano) e Widor Santiago (metais).

A forte conotação política percebida no show se reflete no seu fiel público de décadas. Logo após cantar um de seus principais hits, “Coração de Estudante”, composta em 1983 em parceria com Wagner Tiso e predileta do ex-presidente Tancredo Neves, Milton Nascimento realizou uma citação em espanhol do pensamento de Bertolt Brecht que fala sobre a importância de nunca se desistir da luta. Inevitavelmente, assim que finalizou, os admiradores do artista bradaram um forte “Fora Temer”, não questionado em nenhum momento por Milton que seguiu cantando “Sentinela” com Barbara Barcellos.

O show contou com “A terceira margem do rio”, “O cio da Terra”, “Caçador de mim”, “Clube da Esquina 2”, “Maria, Maria”, “Nada será como antes” dentre tantos outros sucessos que marcaram as atuais cinco décadas da carreira de Milton Nascimento, que não deixou de lembrar de suas amizades e parcerias como Gilberto Gil, Elis Regina, Caetano Veloso e seu fiel amigo Fernando Brant.

Foto:renattomanga.com

Milton Nascimento e banda no palco da área de eventos do Shopping Vila Velha

A turnê “Semente da Terra” caracteriza-se pela reflexão a respeito desse tempo de tanta violência moral, intolerância, preconceito, hipocrisia e corrupção. Tudo “desenhado” através de canções compostas em distintos momentos dos 72 anos de Milton Nascimento.

Além do público de longa data, Milton Nascimento chama atenção de quem ele certamente menos espera: a equipe da Rede Interferência presenciou um momento ímpar nas quase duas horas de show do carioca de coração mineiro. Beatriz Viera, de apenas 12 anos marcou presença acompanhada dos pais que, pasmem, foram convidados pela pequena para o show. Ao ser questionada a respeito do show, Beatriz surpreende: “Achei incrível o show do Milton! Vou sair daqui sabendo ainda mais sobre sua vida artística contada por ele durante o show, momentos até divertidos. Eu gosto muito das canções dele e amei estar aqui com meus pais. Foi uma experiência que jamais vou esquecer, foi única.

Já no dia 18 de novembro, vinte e oito dias após a apresentação de Milton Nascimento, a Área de Eventos do Shopping Vila Velha recebeu o lançamento capixaba da tour Acústica do Jota Quest.

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VÍDEO

Diferente de Milton Nascimento na tour “Semente da Terra”, com palco intimista e de poucos detalhes, Jota Quest recheou de informações os 72 metros quadrados em forma de “L” do palco com exibição de fotos e imagens gráficas no telão de led de mesma proporção, estrutura que acompanha a banda na divulgação do projeto pelo Brasil.

Na apresentação em Vila Velha, Rogério Flausino (líder da banda) em diversos momentos honrou as parcerias e amigos da banda que completa 21 anos de estrada. Ao cantar “Morrer de Amor”, enfatizou a parceria com Alexandre Carlo (líder do Natiruts) e agradeceu o presente para o acústico. Na canção “O Sol”, que considerou ser o momento mais especial do show, relembrou a gravação do projeto quando recebeu Milton Nascimento no palco.  Para a Rede Interferência, momentos antes do show, Flausino ainda destacou: “Nosso carinho por Milton Nascimento é imenso, vai muito além da música. Um dos nossos maiores objetivos era sua participação no acústico”. E assim como no DVD, um instrumental de “Canção da América” finalizou a música.

Já na canção “Sempre Assim”, ocorreu um pequeno medley com “Emoções”, versão de “I wanna Be Around” feita por Erasmo e Roberto Carlos em 1981. Outra canção que o Jota Quest ganhou de presente no Acústico foi “Você Precisa de Alguém”, composta por Marcelo Falção (Líder do Rappa). Além de compor, o músico participou da gravação e foi devidamente mencionado na apresentação em terras capixabas. Em “De volta ao Planeta”, foi a vez de homenagear o “Maluco Beleza” – Raul Seixas – com o rock “Sociedade Alternativa”.

O show contou com vinte e três canções e pouco mais de duas horas. Além das devidas homenagens, o público foi presenteado com “Dias Melhores”, “Na moral”, “Um Dia Pra Não Esquecer”, “Dentro de um Abraço”, “Blecaute” dentre outras canções que marcaram a história do Jota Quest nas últimas duas décadas.

Foto: renattomanga.com

Rogério Flausino (líder do Jota Quest) cantando “Dentro de um Abraço”

Na grande maioria, o público do Jota Quest se resume aos jovens, porém quem se destacou em meio aos 7 mil e 300 presentes na Área de eventos do Shopping Vila Velha, foi a Sra. Gracinda de Azevedo de 88 anos que, emocionada, acompanhou todo o show e acrescentou à sua vasta coleção mais uma foto com Rogério e Marco Túlio, pois já viajou para diversos Estados a fim de presenciar os shows da banda.

A Rede Interferência questionou a “Vovó Quest” sobre o motivo de tamanha admiração e ela disparou: “Minha paixão pelo Jota Quest ocorreu no primeiro show que fui na formatura do meu sobrinho, em Belo Horizonte. Tenho um amor tão grande por eles – em especial pelo Marco Túlio -, nunca imaginei ter essa paixão por um artista assim na vida. Já tive a honra de estar com eles diversas vezes e sempre sou recebida com o mesmo carinho que só faz aumentar essa minha paixão. Todos os shows são lindos.

Em 2015, Gracinda escreveu um acróstico (veja abaixo) demonstrando sua admiração em especial pelo músico Marco Túlio Lara, que acabou ganhando espaço no Instagran do artista, o que prova que não há idade para desfrutar da boa música, assim como a pequena Beatriz com a obra de Bituca.

Foto: arquivo pessoal

Carta da Sra. Gracinda de Azevedo direcionada ao Guitarrista Marco Túlio e seus diversos encontros com a banda

 Por Renatto Manga

Aluna da Estácio Vitória é a vencedora da categoria Estudante do Prêmio de Jornalismo Cooperativista

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Renata dos Santos Teixeira, aluna da Estácio Vitória, é a vencedora do 11º Prêmio de Jornalismo Cooperativista, na categoria “Estudante”. A premiação ocorreu no dia 1º de dezembro, no Ilha Shows, em Vitória. O resultado foi anunciado pelos promotores do Prêmio, dirigentes do Sistema OCB-Sescoop/ES.

O trabalho de Renata é uma reportagem, em áudio, intitulada “A força das pequenas cooperativas”. Nela, Renata fala da Coopram, a Cooperativa de Produtores Rurais de Domingos Martins, que foi criada em 2007 e hoje conta com 210 cooperados. Os produtos da Coopram – entre os quais estão o filé de tilápia, o café orgânico, a farinha e o feijão – são comercializados nas escolas de todo estado.

Ampliando os seus negócios, a Coopram firmou contrato com Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário e hoje duas toneladas de café orgânico são comercializadas em Brasília. Segundo a reportagem, a Coopram demostra, através da força e união, que obstáculos econômicos, como o que vivemos hoje no país, podem ser vencidos.

Dois outros alunos de jornalismo da Estácio Vitória foram também finalistas da categoria “Estudante” do mesmo prêmio. Marco Suél Pereira Martins concorreu com a reportagem “Empoderamento e café: a força da mulher no agronegócio” e Matheus da Silva Zardini é o autor de “Cooperativismo e sustentabilidade”. As três matérias elaboradas pelos alunos da Estácio Vitória finalistas do Prêmio estão publicadas no site da Rede Interferência (confira as matérias que estão disponíveis neste site).

 

Cantor sertanejo visita faculdade e revela música do novo CD

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By Laile Tardin                                                                               

FOTO: Reprodução facebook
Will Sábber recomeça a vida no Espirito Santo e pretende continuar a carreira de cantor

O cantor e compositor Will Sábber, 40, marcou presença nos corredores dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda da Estácio Vitória para divulgação de seu novo CD. Convidado para conceder uma entrevista, Sábber se dispôs a responder às perguntas da universitária Laile Tardin, integrante do programa “Papo cultura”, da Rádio Estácio Vitória, na tarde de uma segunda-feira.

Will disse que deixou o sertanejo “por um tempo” para se tornar cover oficial do cantor Dinho, do mamonas assassinas. Para impulsionar a sua carreira de cantor, esteve em vários programas de auditório – como “Domingão do Faustão”, “Domingo legal” e “Superpop 4”, mas logo retomou seu posto de cantor sertanejo universitário em busca de reconhecimento pelas suas composições e talento.

O compositor diz possuir várias músicas “rodando por aí, tanto na voz de muitos cantores anônimos e também na de alguns famosos”, como a dupla  João Neto e Frederico com a música marmiteiro.

Will está lançando seu terceiro CD, o seu segundo trabalho solo, que revelou a música referência do trabalho conhecida como todo começo tem seu final. Segundo ele, são dois solos e um em dupla com Lian Lucas com a música coração apaixonado.

Sábber está morando em Vitória com a família e pretende continuar a carreira de cantor, pois sinalizou que sua paixão por música ainda bate em seu peito e quer tocar e animar as noites nos bares capixabas.

 

“Eu nasci sertanejo e isso veio no sangue.”

 

FOTO: Letícia Martins
Cantor sertanejo universitário visita os laboratórios da rádio Estácio Vitória para divulgação do seu trabalho

  

Entrevista

 
Rede Interferência: O que você considera importante na sua vida profissional e pessoal?
 
 
Will Sábber
_Acho que, acima de tudo, a realização e a conquista das coisas com muito conteúdo.
 
 
Rede Interferência: Quem te inspirou para se tornar cantor e ator?
 
 
Will Sábber
_ Na verdade, eu já nasci no meio familiar que envolve muita música, por ser toda a minha família voltada para a arte musical. Ser ator foi a consequência de vários trabalhos e da minha paixão por cinema.
 
Rede Interferência: Quando você percebeu que o sertanejo universitário era a sua praia?
 
Will Sábber
_ Eu nasci sertanejo e isso veio no sangue. Sobre o universitário, temos que nos atualizar e seguir as regras das tendências.
 
 
Rede Interferência: Onde você cantou pela primeira vez para um público?
 
 
Will Sábber
_Aos oito de idade para minha família (risos).
 
 
Rede Interferência: Como são as coisas por trás dos bastidores dos seus shows?
 
 
Will Sábber
_ Muito trabalho misturado com seriedade e profissionalismo.  É claro que há a hora da zuação, pois ninguém e de ferro. Mas, não se pode misturar as coisas.
 
 
Rede Interferência: Você ajuda a produzir ou alguém faz isso por você?
 
Will Sábber
_ Participo fielmente de todo o processo, pois há um ditado que diz: o boi só engorda na vista do dono.
 
Rede Interferência: Porque você não continuou a ser cover oficial do Mamonas
Assassinas?
  
 
Will Sábber
_ Porque achei que o meu tempo, fazendo esse trabalho, teria chegado ao momento certo de
encerrar. Não nasci para ser cover pelo resto da vida, tenho meu trabalho e quero ser reconhecido por ele.

 

Perfil

 

   

 Nome: Willian Santana Bezerra

 Data de Nascimento: 8 de março de 1977

 Hobbie: Andar de bicicleta na praia e ficar em companhia da família.

Citações favoritas: Nunca se está errado fazendo a coisa certa!

Relacionamento: Solteiro

 

 

“Não nasci para ser cover pelo

 resto da vida,

tenho meu trabalho e

quero ser reconhecido por ele.”

 
FOTO: Felipe Almeida
Will gravou entrevista para o programa papo cultura com a estudante de jornalismo para trabalho avaliativo.

ÁUDIO

Confira as principais redes sociais do cantor sertanejo universitário:

https://twitter.com/WillSabber
https://www.facebook.com/willsabber

 

 

Fake news é tema de reportagem de alunos da Estácio Vitória

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O áudio retrata a reportagem de Matheus Zardini e Paula Varejão que será inscrita no 9° Prêmio de Jornalismo Universitário.

Nos dias 7 e 8, não percam a IV Mostra Científica dos Cursos de Comunicação da Estácio Vitória

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Vinte e sete trabalhos de conclusão de curso (TCCs) elaborados pelos alunos dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda da Estácio Vitória serão apresentados nos próximos dias 7 e 8 de dezembro, das 18 às 22 horas, na IV Mostra Científica dos Cursos de Comunicação.

Os alunos que queiram acompanhar as apresentações devem se inscrever no SIA, Sistema de Informações Acadêmicas, para fazer jus a 5 horas de Atividades Acadêmicas Complementares (AACs).

No dia 7, apresentarão seus trabalhos na sala 218 os alunos Ludmila Calil de Aquino (“Comunicação e terrorismo: a propaganda online do Estado Islâmico para recrutar militantes e compartilhar o terror”, às 19 horas), Camila Stockler Batista (“Mídia e criminalidade: a hipótese de seletividade na cobertura jornalística dos homicídios praticados durante a greve da Polícia Militar do Espírito Santo”, às 19h40), Tamiris Cowosque Costa (“A mulher e o jornalismo esportivo capixaba: uma minoria crescente”, às 20h30), e Igor Furtado Rezende (“Telejornalismo popular e os critérios de noticiabilidade: o caso do Balanço Geral Espírito Santo”, às 21h20).

As demais apresentações serão realizadas no dia 8, a saber: na sala 302, Letícia Martins Pinho (“A influência dos youtubers no consumo infantil”, às 19h), Mireli Alves da Silva (“A narrativa de uma tragédia: estudo da cobertura jornalística do Caso Chapecoense”, às 19h40), Elzienne Chaves Gomes da Silva (“A comunicação interna como ferramenta estratégica na relação entre empregado e empregador”, às 20h30) e Romulo de Brito Souza (“O endomarketing e a comunicação interna na construção de um ambiente organizacional propício à motivação dos colaboradores”, às 21h20).

Ainda no dia 8, na sala 303, apresentarão os seus TCCs Leon Mombrine Souza (“Marketing multinível x pirâmide financeira: caracterização e desmistificação das estratégias de negócio”, às 18h20), Cássia Pinto Luiz (“A linguagem cinematográfica das animações: o uso dos Easter Eggs da Pixar como apelo de marketing para o público jovem-adulto”, às 19h), Octacílio Mendes Neto (“Planejamento estratégico digital: a adaptabilidade das marcas no meio digital”, às 19h40), Joana Massariol Lindoso (“Fotografia publicitária: o limite da interferência digital no corpo feminino”, às 20h30), e Ana Cecília Lana e Silva (“Marketing e novas tecnologias: o Facebook como ferramenta de comunicação para prestadores de serviços”, às 21h20).

Na sala 304, no mesmo dia, haverá as apresentações de Felipe Ramon Silva de Moura (“Marketing esportivo e o futebol capixaba: estratégias de interação entre clubes e torcedor nas mídias sociais”, às 19h), Rodrigo Pina Dias (“Marketing esportivo: a relação entre jogadores de futebol e as marcas”, às 19h40), Alexandre Michael Campos (“Merchandising no ponto de venda: as estratégias e sua influência para venda no varejo”, às 20h30) e Giovani dos Santos Silva (“A fé no marketing: a propagação religiosa no Facebook”, às 21h20).

Outros estudantes que farão apresentações de trabalhos no dia 8, mas na sala 305, são: Milena Hermeny de Souza (“A cultura do consumo na infância e as influências da publicidade infantil”, às 19h), Nathália Figueiredo da Silva (“Desafios da comunicação no Terceiro Setor: estratégias para visibilidade social de organizações não governamentais”, às 19h40), Júlia Marcela da S. Santos (“Plus size: representações sociais do modelo feminino na mídia”, às 20h30), e Camila Lima dos Santos (“Comunicação e marketing: aspectos indissociáveis à construção da imagem nas organizações”, às 21h20).

Na sala 306, também no dia 8, farão apresentações Nicodemos José da Silva Neto (“League of legends: análise da Cultura”, às 18h), Michael Antunes Bolzan Rodrigues (“Cristianismo e novas tecnologias: o uso do Youtube pela Igreja Batista em Goiabeiras – Vitória-ES”, às 18h20), Lois Nascimento (“De Beauvoir a Pablo Vittar: novos olhares sobre a indústria cultural e feminismo”, às 19h), Joyce da Silva Almeida (“Do analógico ao digital: narrativa transmídia e a saga Harry Porter”, às 19h40), Dimas Carreta Fraga (“Prós e contras dos sistemas de crowdfundings no mercado nacional de HQs”, às 20h30) e Lucas do Amaral Rocha (“Board games: a transcendência do analógico na era digital e seu impacto no mercado capixaba”, às 21h20).

Estácio Vitória e Vila Velha ganham nota 4, de um máximo de 5, na avaliação do MEC

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A Estácio Vitória e a Estácio Vila Velha receberam nota 4, “muito boas”, na avaliação do MEC, Ministério da Educação, divulgada na última segunda-feira, dia 27 de novembro. A avaliação leva em consideração a nota do Enade – o Exame Nacional de Estudantes –, a infraestrutrura e a organização.

O ranking das melhores faculdades foi anunciada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com base no Índice Geral de Cursos (IGC). O IGC é calculado considerando as notas obtidas pelos cursos no Enade, o Conceito Preliminar de Cursos (CPC) dos últimos três anos e as notas dos cursos de mestrado e doutorado estabelecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O Conceito Preliminar de Cursos (CPC) é um indicador de qualidade com base no desempenho dos estudantes, valor agregado do processo formativo oferecido pelo curso, corpo docente e condições oferecidas para o desenvolvimento do processo formativo do aluno.

Alunos da Estácio Vitória são finalistas do Prêmio Cooperativismo

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Marco Suél Pereira Martins, Matheus da Silva Zardini e Renata dos Santos Teixeira, alunos do curso de Jornalismo da Estácio Vitória, são finalistas do 11º Prêmio de Jornalismo Cooperativista, na categoria “Estudante”. A premiação será anunciada no dia 1º de dezembro no Ilha Shows, em Vitória. O prêmio, instituído pelo Sistema OCB-Sescoop/ES, premia reportagens sobre cooperativismo no Espírito Santo. As matérias elaboradas pelos alunos da Estácio Vitória foram publicadas no site da Rede Interferência (confira as matérias que estão disponíveis neste site).

A reportagem de Marco Suél tem como título “Empoderamento e café: a força da mulher no agronegócio”. Matheus escreveu sobre “Cooperativismo e sustentabilidade”. Já Renata produziu a reportagem “A força das pequenas cooperativas”. O autor da reportagem premiada na categoria “Estudante” fará jus a um prêmio de R$ 3,3 mil.

O Prêmio de Jornalismo Cooperativista é considerado pelos seus promotores como “uma importante ferramenta para a informação cooperativista da sociedade capixaba”. Quando foi criado o prêmio tinha o objetivo de aproximar o cooperativismo da imprensa capixaba, valorizar o seu trabalho e estimular a produção de matérias sobre o cooperativismo.

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O apocalipse do futebol: a Copa sem a Itália

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Coluna de: Alef Jordan.

A zebra das zebras. Assim podemos descrever a Copa de 2018. A Itália, depois de 60 anos, está oficialmente fora da Copa do Mundo.

Após a traumática eliminação dos Países Baixos na primeira fase das eliminatórias europeias, vimos a talvez mais traumática eliminação dos últimos 25 anos.

Desde que a França, em 1994, foi eliminada de forma vexatória (precisava de ao menos um empate em dois jogos para carimbar o passaporte rumo aos Estados Unidos, perdeu ambas as partidas e teve que assistir à Copa pela TV), o mundo não via uma desclassificação tão doída.

O que parecia realidade caiu por água abaixo: a contestada seleção argentina heroicamente – e com três gols de “La pulga atômica” Messi -, venceu os equatorianos em Quito, deu um chega pra lá na zebra e seguiu no mesmo avião que Brasil, Colômbia e Uruguai. A Espanha não deu atenção e deixou os azzurris pra lá, Bélgica e Portugal se classificaram sem olhar para o lado e a Suíça embarcou no mesmo avião que os lusos, entre outros.

O fato é que ninguém esperava que uma das seleções mais vitoriosas da Copa do Mundo, ao lado da Alemanha e abaixo do Brasil, pudesse fazer tão feio a ponto de ter que assistir à competição pela TV tomando cerveja com gosto de lágrima.

A cena mais emblemática da tragédia Italiana é a do goleiro Gianluigi Buffon, um dos maiores goleiros de todos os tempos – se não o maior – chorando durante a entrevista na qual anunciou a sua aposentadoria da seleção, após defendê-la por mágicos 19 anos. Sem dúvida alguma, é uma imagem que corta o coração de todos os fãs do futebol. Uma tragédia, um apocalipse jamais imaginado. Após duas traumáticas participações em Copas do Mundo (eliminada na primeira fase em 2010 e 2014), os italianos estarão ausentes no torneio da Rússia. Lamento profundamente, pois sempre fui muito fã do futebol Italiano, e dói muito escrever sobre a sua eliminação. É isso. Sem mais, só ficará a tristeza em 2018.

Agenda Cultural: Confira programações para a Grande Vitória no mês de Novembro

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Foto Reprodução

AGENDA

Por Mariana Raider

Quer saber sobre as melhores atrações culturais da cidade? Todo mês a coluna de cultura do Rede Interferência selecionará as melhores atrações gratuitas da região para você se programar e não deixar de curtir nadinha.

EXPOSIÇÃO:

Heróis: O shopping Moxuara, em Cariacica, traz para a Grande Vitória, até 16 de novembro, a exposição do artista Luiz Rafael, que conta com dioramas, esculturas e pinturas de heróis em contexto capixaba para quem é fã de quadrinhos.

Endereço: Rodovia BR-262, Campo Grande, Cariacica.

ESPETÁCULOS:

Hair – Um Sonho de Liberdade”: Um clássico, o musical Hair, escrito por James Rado e Gerome Ragni chega ao Centro Cultural Sesc Glória nos dias 12 e 16 de novembro a partir das 20h. Apesar de não ter entrada franca, o ingresso tem um valor simbólico de R$2,00 (meia-entrada) e vale a pena ser conferido!

Endereço: Av. Jerônimo Monteiro, nº 428, no Centro de Vitória.

ARTES:

Fábrica Lab.: Entre 7 e 11 de novembro, a partir das 17h, acontece na Fábrica de Ideias em Vitória, um evento que une arte, música, comunicação e troca de ideias na edição de cinco dias da Fábrica Lab 2017. Shows, entrevistas e oficinas culturais para encher você, aluno de comunicação, de conteúdo e conhecimento da área. Você não vai perder, vai?

Mais informações sobre a programação, acesse: www.flab2017.com/guia

 

Endereço: Av. Vitória, s/n, no bairro Jucutuquara, em Vitória.

 

Todo mês uma nova seleção de atrações gratuitas selecionadas especialmente para vocês. Fiquem ligados!

 

CONCURSO

Concurso: Precisamos falar sobre preconceito.

Por: Mariana Raider


Concurso lançado pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos busca a reflexão a respeito do preconceito na atualidade. Com o tema “Direitos Humanos: e eu com isso?”, a ideia é o participante elaborar um vídeo criativo pelo celular abordando a temática em questão. As inscrições vão até 15 de novembro e têm como premiação um smartphone para os três primeiros colocados.

Gravados através de celular ou tablet, em formato MP4, os vídeos devem ter duração entre 1 e 5 minutos, de qualquer gênero: ficção, clipe, videoarte, depoimento, animação ou documentário. 20 trabalhos serão selecionados por curadoria técnica para participarem de uma Mostra Competitiva, com visibilidade no site da Secretaria. Dois dos vencedores serão eleitos através do voto popular e um pela curadoria. Participe!

Para se inscrever e mais informações, acesse: www.direitoshumanos.es.gov.br

 

 A força das pequenas cooperativas

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Por Renata Teixeira

O áudio fala da Coopram, uma cooperativa de Domingos Martins que foi criada em 2007 e hoje conta com 210 cooperados sendo seus produtos comercializados nas escolas de todo estado.
Ampliando seus negócios, a Coopram firmou contrato com Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário e hoje duas toneladas de café orgânico são comercializadas em Brasília.
A Coopram demostra, através da força e união, que obstáculos econômicos, como o que vivemos hoje no país, podem ser vencidos.

Cooperativismo e sustentabilidade

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Cooperativa cria primeiro projeto de reflorestamento no ES e aposta no manejo florestal e na rentabilidade a longo prazo

Por Matheus Zardini

Uma noite trilegal: Lucas Lima enaltece a obra dos Beatles e concede entrevista à Rede Interferência

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Música

O músico da “Família Lima” cantou e acrescentou o peculiar som do violino às canções dos Beatles. Para a Rede Interferência, o pai do Theo compartilhou a experiência de participar do Rock In Rio e do programa global “Tamanho Família” dentre outras curiosidades

 

Por Renatto Manga

Foto: Matheus Soares

Lucas Lima acrescentando ao Clube Big Beatles o som do violino que o projetou mundialmente

 

Lucas Lima deixou seu pai, irmãos e primo para se unir, na noite do dia 26 de outubro, aos meninos do Clube Big Beatles. O grupo, há 27 anos, com muita competência leva o som do quarteto britânico a eventos de pequeno e grande portes, dentro e fora do Estado do Espírito Santo, e também fora do Brasil, como a presença anual do grupo no Festival dos Beatles (International Beatle Week) na cidade de Liverpool, Inglaterra.

O músico, natural de Porto Alegre, foi o penúltimo convidado do projeto “Sócio de Carteirinha”, que há nove anos ininterruptos ganha destaque na agenda do Clube Big Beatles. Este evento tem como característica a participação de um nome relevante no cenário da música brasileira. Lucas Lima, por sinal, já se apresentou no projeto em 2011 e, como poucos, recebeu mais uma vez o convite e agradou. Prova disso foi a ocupação dos setores A e B do teatro que ficaram totalmente lotado.

O evento, como já é tradição, teve início com o Clube Big Beatles fazendo o que há quase três décadas se propõe a fazer: tocar Beatles acrescentando, respeitosamente, elementos da música brasileira. A banda ganhou o palco com “Lucy in the Sky with Diamonds”, que integra o oitavo álbum (Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band) dos Beatles; e seguiu cantando “I need you” e “Oh Darling”. Os “Beatlemaníacos” (como o cantor Supla caracterizou os fãs dos Beatles) se impressionaram com o instrumental da canção do filme “Across The Universe” – longa que retrata os anos 1960, ambientando toda uma época através da obra dos Beatles.

Os músicos capixabas não deixaram de surpreender, engatando uma sequência de composições de Paul McCartney. Guto Ferrari, baterista e vocal do Clube Big Beatles, agradou a todos ao interpretar “The Long and Winding Road”, canção que curiosamente foi escrita por Paul McCartney e creditada a John Lennon. Seguiram cantando “Yesterday” e “My Love” e ainda presentearam o público com “Love Me Do”, “I Saw her Standing” dentre outras.
Foto: Matheus Soares

Lucas Lima pela segunda vez junto com o Clube Big Beatles no projeto “Sócio de Carteirinha”

Extremamente empolgado com o que já havia ocorrido com a participação do convidado da noite há 6 anos e com os ensaios que decorreu durante a tarde do mesmo dia da apresentação, Edu Henning (líder do grupo) não poupou elogios ao músico Lucas Lima, ao descrevê-lo ao público. Assim, o integrante da Família Lima foi recebido no palco do Teatro da UFES e ovacionado pela platéia.

O filho de José Carlos Lima (líder da Família Lima), após agradecer o novo convite, tocou e cantou “Back In The U.S.S.R”, canção que foi lançada em 1968 e integra o “Álbum Branco”; e seguiu mostrando para o quê veio, tocando e cantando “Maxwell’s Silver Hammer”, “Mother Nature’s Sun” e “My Valentine”.

Já nas canções “I am The Walrus”, “Elenor Rigby” e “Live and Let Die”, Lucas Lima apenas mostrou seu talento como violonista, tocando impecavelmente o instrumento que o projetou mundialmente.

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Por fim, depois de uma participação marcada pelo bom humor do convidado, o Clube Big Beatles novamente tomou o vocal e fechou a noite com “Come Together”, juntamente com o som especial das cordas do violino de Lucas Lima.

Dentre os presentes no evento se destacava a cantora Flávia Mendonça, esposa de Junior Curcio, integrante do Clube Big Beatles. Outro destaque foi a presença da empresária e CEO do Grupo Buaiz, Eduarda Buaiz, acompanhada da família que, de tempo em tempo, ovacionava o convidado, deixando explícita a admiração pelo trabalho do artista. Indagada pela Rede Interferência sobre a noite, Eduarda declarou: “Fui assistir ao Clube Big Beatles com meu marido Claudio e meus filhos Arthur (4) e Felipe (9). Foi uma noite decididamente agradável pois, além do talento incontestável do Big Beatles, o qual já assisti outras vezes, contamos com o talento de Lucas Lima dando um  charme especial à noite. Meus filhos, que adoram os Beatles, ficaram encantados e eu e meu marido nos divertimos muito. Definitivamente, foi uma noite mais que especial.

Na participação do multi-instrumentista Lucas Lima no projeto, chamou a atenção a presença dos presidentes do Fã Clube da Sandy, esposa do convidado, do professor Thiago William e do publicitário Luís Guilherme Monteiro que atentamente curtiram cada momento da noite.

ENTREVISTA À REDE INTERFERÊNCIA

Durante a tarde, Lucas Lima subiu ao mesmo palco para a passagem de som juntamente com o Clube Big Beatles. Todos os pequenos detalhes foram pontuados para que o resultado obtido durante a noite fosse impecável.

Foto: Produção Clube Big Beatles

Lucas Lima e o acadêmico em jornalismo Renatto Manga num divertido bate-papo

Em meio a sua rápida passagem pelo Estado, Lucas Lima recebeu em seu camarim o acadêmico em jornalismo e representante da Rede Interferência no evento, Renatto Manga, para uma entrevista em que o músico compartilhou comentários sobre a sua participação, pela segunda vez, no projeto “Sócio de Carteirinha” e a apresentação da “Família Lima” no “Rock In Rio”. Falou também do extinto projeto paralelo “Rock in Vitro”, do desempenho no programa global “Tamanho Família” e de um dos seus maiores desafios: ser pai.

Confira na íntegra todos os detalhes desse descontraído bate-papo:

 

Sua primeira apresentação “Sócio de Carteirinha” do Clube Big Beatles ocorreu em 2011, exatamente há seis anos. Como foi para você receber o convite novamente?

– Conheço o Edu há muito tempo, já estivemos juntos em vários eventos. Quando ele me ligou convidando, fiquei ultra feliz. Tocar Beatles, a gente toca, porém não é uma coisa que fazemos sempre. Não somente como músico, mas também como produtor, acabamos entrando muito em contato com a obra deles (Beatles), como referência até. Então, para mim, está sendo uma felicidade e tanta. É uma baita oportunidade de voltar a Vitória, que é um lugar que eu adoro, e poder tocar novamente com o Clube Big Beatles, que é uma banda renomadíssima no mundo inteiro. É uma banda que homenageia brilhantemente os Beatles. Adorei o primeiro convite e estava tentando me convidar novamente, forçando até um novo convite (risos), e aí rolou. O Edu Henning me ligou e eu, claro, disse: ‘Pô mano, agora! É só marcar a data que estarei aí! Eu canto, porém o mais legal é que eu trago o violino para várias canções, que é uma coisa que eles (Clube Big Beatles) não fazem sempre. E o violino está muito presente nas obras do Beatles, obviamente mais em músicas como “Eleanor Rigby” e menos em músicas como “I am the walrus” que tem um arranjo totalmente diferente. Será muito legal misturar tudo isso novamente com a música clássica que, na verdade, eles já misturavam desde sempre.

No último mês de setembro, você, juntamente com a “Família Lima”, subiu ao palco Sunset do Rock in Rio a convite da Banda Sepultura. Como foi a experiência de unir o clássico ao rock?

– Foi um convite bem inesperado. Não era algo que nós estávamos preparados para fazer, mas foi muito legal. Já conhecíamos o Andreas Kisser há muitos anos, ele é um amigo. Ele participou do DVD “Família Lima 20 anos” e foi muito legal. O seu último disco, o “Machine Messiah”, tem muitas cordas e contou com a participação da Myriad Orquestra (Tunísia) o que resultou num som muito louco. Por isso, ele teve a ideia de reproduzir esse som no Rock In Rio. Falou com a gente e, claro, topamos na hora. E isso acabou crescendo e trazendo a ideia para outras músicas. Rolou até com o meu irmão Amon e com o Renato Zanuto um arranjo de cordas para “Phanton Self” e, cara, deu muito certo. Para nós foi algo surreal tocar no Rock In Rio na noite mais Rock’n Roll de todo o festival deste ano. A mistura da música clássica com o Rock não é uma novidade para nós, é algo que já realizamos. Eu, por exemplo, já escrevi cordas para muitas bandas de rock como “Scalene“, “Angra“, “Fresno” e até participamos do DVD do Angra. É uma coisa que gostamos de fazer. Tá certo que o Sepultura é um outro nível em termos de peso, de rock.

Foto: Marcos Serra Lima
Participação da Família Lima no Rock In Rio a convite da Banda Sepultura

 

Você já subiu em diversos palcos durante a vida. Qual é a sensação de cantar num evento de prestígio internacional como é o Rock in Rio?

– Cara, é muito legal! Mas, em termos de “esse palco” ou “aquele palco“, não muda absolutamente nada para mim. Em questão de ansiedade ou nervosismo, o que me deixa ansioso e, até mesmo, nervoso é não estar preparado. Quando não consigo estudar direito, há uma dúvida no arranjo, aí sim, pode ser o menor palco do mundo que eu fico nervoso. O palco em si nunca me deixa nervoso. Porém, é muito legal aquele monte de gente maluca, pulando que nem louca e aquela banda sensacional junto com a gente ali, é só trilegal.

Falando em rock, paralelamente à “Família Lima”, você, seu irmão Moisés e os amigos Igor Willcox e Maurício Caruso já desenvolveram trabalhos com a Banda Rock in Vitro. Fale mais sobre esse projeto.

– Já faz um bom tempo que paramos há quase dez anos. Era uma diversão que a gente fazia para tocarmos um repertório mais distante do que tocávamos na “Família Lima“. Pegávamos o Rock’n Roll dos anos 1990 e 2000, que é o que mais curtimos. Mas quando o som da “Família Lima” foi evoluindo com mais guitarras e outros instrumentos, essa minha carência foi sendo suprida pela própria banda, assim acabamos não fazendo mais. O “Rock In vitro” foi sempre e unicamente diversão, tocando em barzinhos somente para fazer festa mesmo.

Nas duas primeiras temporadas do “Tamanho Família”, a “Família Lima” foi a responsável pelo repertório e, digamos, por uma espécie de consultoria do apresentador Márcio Garcia. Como foi a experiência em participar do programa?

– Foi uma baita experiência para nós participar do “Tamanho Família”, assim como foi o Rock In Rio. O programa é uma daquelas coisas que, eu digo, não é exatamente a realização de um sonho, pois nunca sonhei tão grande, algo tão legal na vida. Foi muito incrível! Todo o programa é sensacional, o Márcio Garcia é um cara incrível, a equipe é algo inacreditável. Pra gente é quase uma faculdade de como se portar, de como ser profissional e de como trabalhar com pessoas daquele nível. É muito louco para nós, que viemos da música – e o mercado da música no Brasil é um pouco amador – e lá os caras são mega, ultra profissionais. Então, você tem que mudar a sua maneira de pensar, a maneira de se organizar como banda e até mesmo como empresa.

A terceira temporada está confirmada?

– A terceira temporada vai rolar sim, porém ainda não recebemos o convite. Mas espero que nos chamem novamente, pois amamos fazer. É muito trabalho. Na última temporada, por exemplo, foram 117 músicas que tivemos que tirar dentro de um mês. É loucura, mas é muito legal, tocando uma música atrás da outra, músicas que nunca imaginávamos tocar na vida. Espero que role o convite e que esse programa fique no ar por muitas temporadas, pois amamos fazê-lo.

Na última temporada do programa “Tamanho Família”, você homenageou sua esposa Sandy, cantando “Meu guri”, composta por você em homenagem a ela e seu filho Theo. Como nasceu a canção que emocionou o grande público do programa?

– A música “Meu guri” foi o primeiro presente do dia das mães que eu dei para ela, quando ela ainda estava grávida. A ideia era nunca lançar essa canção, pois escrevi de maneira simples, tem até erro de português, pois eu queria que fosse de uma maneira mais coloquial, mais real, eu falando realmente com ela e com ele. Quando chamaram a Sandy para participar do programa – e existe o quadro em homenagem familiar ao artista –, eu disse que teríamos que fazer algo muito especial. Eu sei que ela é super durona e eu sabia que a única maneira de emocioná-la seria com algo relacionado ao nosso filho. E como nós não gostamos de expor a imagem dele, eu imaginei que somente com essa canção a gente conseguiria “derrubá-la”. Aí, dividimos, e cantamos eu, meu sogro (Xororó) e minha sogra (Noely). Deu certo, ela desabou! Depois, como já foi amplamente divulgado no programa, colocamos a música no DVD “Família Lima – Natal em Casa“. O pessoal andou questionando por que ela não apareceu nessa música. A Sandy não apareceu, pois era tarde e ela tinha levado o Theo para dormir umas três canções antes. Ele estava super cansadinho, tadinho! Essa canção até hoje é complicada para eu cantar, dá uma enrolada, pois é muito real, é muita verdade.

“Temos que nos tornar cada vez mais uma pessoa melhor,
para que ele veja isso e tenha como exemplo 
a busca de ser melhor, não o melhor.
Ser o melhor que ele pode ser.” 

 Lucas Lima

Ser pai é algo que modifica a maneira como o homem vê e interage com o mundo. Após a chegada do Theo, houve alguma mudança na sua maneira de se relacionar com a música?

– De tratar a música, não especificamente. Veio a reorganização de prioridades. Todas as minhas decisões agora são pautadas para o bem estar dele e, depois, o que se pode fazer com a carreira; as decisões relacionadas pesam mais pensando nele, sabe? Não é só o quanto tempo vou poder passar com ele ou o quanto isso vai render para garantir uma vida confortável para ele. Então, muda bastante sim, mas a produção artística em si, não. Temos que nos tornar cada vez mais uma pessoa melhor, para que ele veja isso e tenha como exemplo a busca de ser melhor, não o melhor. Ser o melhor que ele pode ser.

Dê a sua opinião: faça a avaliação institucional

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Os estudantes da Estácio Vitória estão sendo convidados a participar da avaliação institucional 2017-2 da Estácio Vitória. É a oportunidade, criada pela faculdade, para que o aluno dê a sua opinião sobre a instituição (infraestrutura, laboratórios e atendimento) e o curso que está frequentando. Na avaliação o aluno também dará informações sobre a utilização dos recursos oferecidos para melhorar o seu processo de aprendizagem como, por exemplo, o material didático e o ambiente virtual (facilidade de navegação e usabilidade). O aluno poderá, ainda, fazer sugestões de melhorias que julgar necessárias à instituição.

Para participar da avaliação institucional o aluno deve acessar a SAVA, Sala de Aula Virtual, e clicar em “Avaliação Institucional” no lado esquerdo da tela.

 

Neste sábado, oficina sobre como usar o celular para gravar vídeos jornalísticos

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Neste sábado, 11 de novembro, de 9 às 12 horas, os alunos do curso de Jornalismo da Estácio Vitória terão a oportunidade de participar de uma oficina sobre como utilizar o celular na gravação de vídeos jornalísticos. A oficina, que será ministrada pelos professores Filipe Chicarino e Diony Silva, faz parte da programação de oficinas acadêmicas de novas tecnologias que vem sendo realizada pelos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda da Estácio Vitória desde o semestre passado.

A participação dos alunos resultará no apontamento de 10 horas AAC, de Atividades Acadêmicas Complementares. As inscrições dos interessados podem ser feitas através do SIA, Sistema de Informações Acadêmicas até a meia noite de hoje, dia 8. Os trabalhos serão realizados no estúdio de rádio, no 3º piso da faculdade.

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