Coluna de: Alef Jordan.

Vinte e quatro classificados até agora (4 na América do Sul e na Ásia, 3 na América do Norte, 2 na África e 10 na Europa, além do país sede, a Rússia), e dentro desses 24 premiados com o direito de participar da maior festa do futebol do mundo, algumas surpresas ocorreram.
As maiores delas talvez sejam as ausências de Holanda, Estados Unidos e Chile. A primeira se ausenta após 16 anos (não disputou em 2002), enquanto os americanos ficam de fora após 32 anos (não disputaram em 1986), e os atuais bicampeões sul-americanos ficam de fora após 12 anos (não foram à Alemanha em 2006). As surpresas não se restringem apenas a aqueles que ficaram pelo caminho, mas também por quem irá disputar, como a Islândia e Panamá, a Copa pela primeira vez, e a seleção egípcia que volta após 28 anos.
Poderíamos até citar a Itália na repescagem como uma surpresa, mas temos que destacar que no seu grupo estava a tradicional seleção espanhola que levantou a taça em 2010. Uma dessas duas seleções iria para a repescagem de qualquer jeito, e o momento espanhol é melhor.
Seleções que até 2014 estavam esquecidas voltam com força total, como a Bélgica, que foi eliminada pela Argentina nas quartas de final em Brasília, e a Colômbia, eliminada pelo Brasil em Fortaleza.
Eu penso o seguinte: o mundial será decidido entre dois países europeus, e será entre Alemanha e mais um. Fico na dúvida se esse segundo país será a França ou a Espanha, mas a Bélgica vem pelas beiradas. A atual geração de jogadores belgas é muito talentosa e vem amadurecendo com o tempo. A Bélgica foi eliminada nas quartas de final da Copa de 2014 e da Eurocopa, e já figurou por um tempo na primeira posição do ranking da FIFA, ou seja, já foi considerada a melhor seleção do mundo. Então, devemos ficar de olho nos “Diabos vermelhos”.

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